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Atletas olímpicos, paralímpicos e não olímpicos reuniram-se na Piscina do Alvalade para assinalar o 17.º aniversário da Associação de Atletas Olímpicos e Paralímpicos de Angola (AAOPA), numa jornada marcada por convívio, reflexão e reconhecimento.
A iniciativa foi dedicada aos atletas paralímpicos e ao papel do associativismo desportivo no país. O programa incluiu momentos interactivos, jogos de luta, xadrez e uma palestra sobre saúde e bem-estar, orientada por Danércia da Taborda e Félix Chissola.
Entre os presentes esteve Pedro Godinho, presidente do Comité Olímpico Angolano, que destacou os 45 anos de presença de Angola nos Jogos Olímpicos. “Hoje é um dia que nos faz reflectir. Se calhar somos poucos para o muito que há para se fazer, mas reafirmo o compromisso da actual comissão executiva de, lado-a-lado com a AAOPA, promover o olimpismo com foco no atleta e no período pós-carreira”, afirmou.
O primeiro vice-presidente da AAOPA, Joaquim Gomes, sublinhou o simbolismo do encontro. “Fazer parte desta Associação é amizade, fair play e irmandade”, declarou.
Já Esperança Gicasso, segunda vice-presidente da associação, partilhou a sua experiência internacional, que inclui um oitavo lugar nos Jogos Paralímpicos de 2016, bronze no Mundial de Atletismo Paralímpico de Lyon (2013) e medalhas de prata e bronze no Mundial de Londres (2017). “Não é fácil, mas é possível. Com dedicação, resiliência e coragem, o atleta paralímpico pode atingir os seus objectivos”, resumiu.
A AAOPA é uma organização desportiva não governamental que integra 12 modalidades e 222 atletas inscritos, assumindo-se como uma das principais plataformas de união e valorização dos antigos e actuais representantes do desporto angolano.
Atletas olímpicos, paralímpicos e não olímpicos reuniram-se na Piscina do Alvalade para assinalar o 17.º aniversário da Associação de Atletas Olímpicos e Paralímpicos de Angola (AAOPA), numa jornada marcada por convívio, reflexão e reconhecimento.
A iniciativa foi dedicada aos atletas paralímpicos e ao papel do associativismo desportivo no país. O programa incluiu momentos interactivos, jogos de luta, xadrez e uma palestra sobre saúde e bem-estar, orientada por Danércia da Taborda e Félix Chissola.
Entre os presentes esteve Pedro Godinho, presidente do Comité Olímpico Angolano, que destacou os 45 anos de presença de Angola nos Jogos Olímpicos. “Hoje é um dia que nos faz reflectir. Se calhar somos poucos para o muito que há para se fazer, mas reafirmo o compromisso da actual comissão executiva de, lado-a-lado com a AAOPA, promover o olimpismo com foco no atleta e no período pós-carreira”, afirmou.
O primeiro vice-presidente da AAOPA, Joaquim Gomes, sublinhou o simbolismo do encontro. “Fazer parte desta Associação é amizade, fair play e irmandade”, declarou.
Já Esperança Gicasso, segunda vice-presidente da associação, partilhou a sua experiência internacional, que inclui um oitavo lugar nos Jogos Paralímpicos de 2016, bronze no Mundial de Atletismo Paralímpico de Lyon (2013) e medalhas de prata e bronze no Mundial de Londres (2017). “Não é fácil, mas é possível. Com dedicação, resiliência e coragem, o atleta paralímpico pode atingir os seus objectivos”, resumiu.
A AAOPA é uma organização desportiva não governamental que integra 12 modalidades e 222 atletas inscritos, assumindo-se como uma das principais plataformas de união e valorização dos antigos e actuais representantes do desporto angolano.