
Bangão, nome artístico de Bernardo Jorge Martins Correia, foi um dos maiores cantores e compositores angolanos, conhecido por ser uma referência do semba, um dos estilos mais tradicionais de Angola. Nascido em 27 de setembro de 1962, no bairro Brás, em Luanda, Bangão marcou gerações com a sua voz, o seu carisma e a capacidade de contar histórias através da música popular angolana.
Desde jovem, Bangão mostrou interesse pela música, começando a cantar ainda na adolescência e integrando grupos musicais como Tradição e Processo de África. Em 1978, subiu pela primeira vez ao palco com o grupo Gingas Kakulo Kalunga, dando início a uma carreira que duraria mais de três décadas.
Ao longo da sua trajectória, destacou-se por fundir ritmos tradicionais com sonoridades contemporâneas, sempre mantendo a identidade angolana no seu repertório. Entre os principais marcos da carreira de Bangão estão: Vencer o Prémio Liceu Vieira Dias em 1996 com a música “Kibuikila (Peste)”; Integrar a Banda Movimento e ganhar o concurso Semba de Ouro em 1999 e Receber prémios como “Voz Masculina do Ano” e Top dos Mais Queridos em 2003 e 2005.
Bangão também representou Angola em palcos internacionais, incluindo Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, tornando-se uma referência para músicos nacionais e uma inspiração para novas gerações.
Bangão faleceu na madrugada de 17 de maio de 2015, na África do Sul, vítima de doença hepática. Apesar da sua morte, o seu legado permanece vivo: a sua obra continua a influenciar músicos angolanos e o sembra é lembrado como um ícone cultural do país.
Em homenagem à sua contribuição, o seu nome foi atribuído a uma escola primária no Sambizanga, garantindo que o exemplo e a memória do artista continuem a inspirar jovens e amantes da música angolana.
Além de intérprete, Bangão era reconhecido como um estudioso do semba, preocupando-se em preservar as tradições musicais de Angola. A sua música retratava temas do dia-a-dia, das alegrias e dores do povo, tornando o seu repertório não apenas artístico, mas também um documento cultural que preserva a memória colectiva. Muitos artistas angolanos contemporâneos citam Bangão como uma referência obrigatória, tanto pelo domínio técnico da voz como pela profundidade emocional das suas composições.
Bangão soube combinar a musicalidade tradicional com arranjos modernos, criando um estilo único que agradava a diferentes gerações. A sua capacidade de adaptar o semba a novas sonoridades, sem perder a essência cultural, fez dele um pioneiro na fusão de ritmos urbanos e tradicionais. Músicas como “Kangila” e “Fofucho” mostram a sua habilidade de contar histórias com humor, crítica social e emoção, tornando-o um artista completo e inovador.
A influência de Bangão ultrapassou as fronteiras de Angola, levando a música angolana a públicos internacionais e contribuindo para a projecção do semba no mundo. Até hoje, escolas, rádios e festivais homenageiam o seu nome, reforçando o seu papel como embaixador da cultura angolana. A sua carreira serve de inspiração para jovens músicos que desejam unir autenticidade, técnica e compromisso cultural, mostrando que a música pode ser uma ferramenta poderosa.
Bangão, nome artístico de Bernardo Jorge Martins Correia, foi um dos maiores cantores e compositores angolanos, conhecido por ser uma referência do semba, um dos estilos mais tradicionais de Angola. Nascido em 27 de setembro de 1962, no bairro Brás, em Luanda, Bangão marcou gerações com a sua voz, o seu carisma e a capacidade de contar histórias através da música popular angolana.
Desde jovem, Bangão mostrou interesse pela música, começando a cantar ainda na adolescência e integrando grupos musicais como Tradição e Processo de África. Em 1978, subiu pela primeira vez ao palco com o grupo Gingas Kakulo Kalunga, dando início a uma carreira que duraria mais de três décadas.
Ao longo da sua trajectória, destacou-se por fundir ritmos tradicionais com sonoridades contemporâneas, sempre mantendo a identidade angolana no seu repertório. Entre os principais marcos da carreira de Bangão estão: Vencer o Prémio Liceu Vieira Dias em 1996 com a música “Kibuikila (Peste)”; Integrar a Banda Movimento e ganhar o concurso Semba de Ouro em 1999 e Receber prémios como “Voz Masculina do Ano” e Top dos Mais Queridos em 2003 e 2005.
Bangão também representou Angola em palcos internacionais, incluindo Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, tornando-se uma referência para músicos nacionais e uma inspiração para novas gerações.
Bangão faleceu na madrugada de 17 de maio de 2015, na África do Sul, vítima de doença hepática. Apesar da sua morte, o seu legado permanece vivo: a sua obra continua a influenciar músicos angolanos e o sembra é lembrado como um ícone cultural do país.
Em homenagem à sua contribuição, o seu nome foi atribuído a uma escola primária no Sambizanga, garantindo que o exemplo e a memória do artista continuem a inspirar jovens e amantes da música angolana.
Além de intérprete, Bangão era reconhecido como um estudioso do semba, preocupando-se em preservar as tradições musicais de Angola. A sua música retratava temas do dia-a-dia, das alegrias e dores do povo, tornando o seu repertório não apenas artístico, mas também um documento cultural que preserva a memória colectiva. Muitos artistas angolanos contemporâneos citam Bangão como uma referência obrigatória, tanto pelo domínio técnico da voz como pela profundidade emocional das suas composições.
Bangão soube combinar a musicalidade tradicional com arranjos modernos, criando um estilo único que agradava a diferentes gerações. A sua capacidade de adaptar o semba a novas sonoridades, sem perder a essência cultural, fez dele um pioneiro na fusão de ritmos urbanos e tradicionais. Músicas como “Kangila” e “Fofucho” mostram a sua habilidade de contar histórias com humor, crítica social e emoção, tornando-o um artista completo e inovador.
A influência de Bangão ultrapassou as fronteiras de Angola, levando a música angolana a públicos internacionais e contribuindo para a projecção do semba no mundo. Até hoje, escolas, rádios e festivais homenageiam o seu nome, reforçando o seu papel como embaixador da cultura angolana. A sua carreira serve de inspiração para jovens músicos que desejam unir autenticidade, técnica e compromisso cultural, mostrando que a música pode ser uma ferramenta poderosa.