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A Colômbia prepara-se para um momento inédito na sua história política: uma candidata gerada por Inteligência Artificial concorre às eleições legislativas marcadas para 8 de Março. Apresentada como “Gaitana IA”, a figura digital disputa uma vaga ao Congresso pela circunscrição especial indígena.
Nas redes sociais, “Gaitana” surge em vídeos curtos produzidos com recurso a IA. É retratada como uma mulher de pele azul, voz metálica e discurso focado na defesa do ambiente, dos direitos dos animais e da participação cidadã. Na cédula eleitoral, a candidatura deverá aparecer identificada pela sigla “IA”, em azul.
O perfil define-se como uma plataforma comunitária criada pelo engenheiro mecatrónico Carlos Redondo e pela estudante de psicologia Natalia Aase. A proposta central não é apenas simbólica: os responsáveis defendem o uso da tecnologia como instrumento directo de decisão popular.
Num dos vídeos divulgados, a candidata virtual propõe um modelo de mandato partilhado. Antes de votar qualquer projecto de lei, o conteúdo seria enviado aos cidadãos, que analisariam, debateriam e decidiriam colectivamente. Cada voto seria registado em blockchain — sistema público, transparente e imutável.
A própria elaboração legislativa também poderia passar por ferramentas digitais. Segundo o projecto, os cidadãos explicariam a proposta à Inteligência Artificial, que organizaria o texto e o partilharia com a comunidade. Havendo consenso, o documento seria formalmente apresentado ao Congresso. A promessa é simples: transformar cada eleitor num potencial legislador.
Os conteúdos publicados abordam ainda temas sensíveis da campanha, como corrupção, exploração laboral e salário mínimo, questões centrais no debate eleitoral.
De acordo com a CNN Brasil, os colombianos vão às urnas a 8 de Março para renovar o Congresso. Já a 31 de Maio realiza-se a primeira volta das eleições presidenciais, que escolherão o sucessor de Gustavo Petro, impedido por lei de disputar a reeleição.
A Colômbia prepara-se para um momento inédito na sua história política: uma candidata gerada por Inteligência Artificial concorre às eleições legislativas marcadas para 8 de Março. Apresentada como “Gaitana IA”, a figura digital disputa uma vaga ao Congresso pela circunscrição especial indígena.
Nas redes sociais, “Gaitana” surge em vídeos curtos produzidos com recurso a IA. É retratada como uma mulher de pele azul, voz metálica e discurso focado na defesa do ambiente, dos direitos dos animais e da participação cidadã. Na cédula eleitoral, a candidatura deverá aparecer identificada pela sigla “IA”, em azul.
O perfil define-se como uma plataforma comunitária criada pelo engenheiro mecatrónico Carlos Redondo e pela estudante de psicologia Natalia Aase. A proposta central não é apenas simbólica: os responsáveis defendem o uso da tecnologia como instrumento directo de decisão popular.
Num dos vídeos divulgados, a candidata virtual propõe um modelo de mandato partilhado. Antes de votar qualquer projecto de lei, o conteúdo seria enviado aos cidadãos, que analisariam, debateriam e decidiriam colectivamente. Cada voto seria registado em blockchain — sistema público, transparente e imutável.
A própria elaboração legislativa também poderia passar por ferramentas digitais. Segundo o projecto, os cidadãos explicariam a proposta à Inteligência Artificial, que organizaria o texto e o partilharia com a comunidade. Havendo consenso, o documento seria formalmente apresentado ao Congresso. A promessa é simples: transformar cada eleitor num potencial legislador.
Os conteúdos publicados abordam ainda temas sensíveis da campanha, como corrupção, exploração laboral e salário mínimo, questões centrais no debate eleitoral.
De acordo com a CNN Brasil, os colombianos vão às urnas a 8 de Março para renovar o Congresso. Já a 31 de Maio realiza-se a primeira volta das eleições presidenciais, que escolherão o sucessor de Gustavo Petro, impedido por lei de disputar a reeleição.