
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, em Washington, D.C. a imposição de novas tarifas temporárias sobre importações provenientes de praticamente todos os países do mundo. A medida, segundo o governo americano, visa proteger a economia nacional e corrigir desequilíbrios comerciais, mas já provocou reacções imediatas nos mercados financeiros internacionais.
De acordo com a Casa Branca, as novas tarifas começam em 10% e poderão subir até 15%, sendo aplicadas por um período inicial de até 150 dias. O Executivo americano justificou a decisão como uma acção necessária para defender a indústria nacional, aumentar a competitividade interna e reduzir o défice comercial com parceiros estrangeiros.
A decisão surge poucos dias após o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ter limitado a autoridade presidencial para impor tarifas amplas sem aprovação do Congresso. Em resposta ao revés judicial, Trump recorreu a uma legislação alternativa que permite a aplicação temporária de taxas sobre importações em situações consideradas de emergência económica ou desequilíbrio comercial.
O anúncio provocou forte volatilidade nos mercados internacionais, com investidores preocupados com possíveis impactos nas cadeias globais de fornecimento e no crescimento económico mundial. Analistas alertam que a medida pode levar a tensões comerciais com aliados históricos e parceiros estratégicos dos Estados Unidos.
Especialistas em comércio internacional afirmam que países exportadores poderão sofrer perdas significativas, especialmente aqueles que dependem fortemente do mercado americano. Além disso, existe o risco de retaliações comerciais, com outras nações a imporem tarifas semelhantes sobre produtos americanos, agravando ainda mais as tensões económicas globais.
Apesar das críticas, o presidente Trump defendeu a decisão, afirmando que a prioridade é proteger os trabalhadores e as empresas americanas. A medida reforça a sua política económica centrada no proteccionismo e poderá redefinir as relações comerciais internacionais nos próximos meses, com impactos que deverão ser sentidos em vários continentes, incluindo África.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, em Washington, D.C. a imposição de novas tarifas temporárias sobre importações provenientes de praticamente todos os países do mundo. A medida, segundo o governo americano, visa proteger a economia nacional e corrigir desequilíbrios comerciais, mas já provocou reacções imediatas nos mercados financeiros internacionais.
De acordo com a Casa Branca, as novas tarifas começam em 10% e poderão subir até 15%, sendo aplicadas por um período inicial de até 150 dias. O Executivo americano justificou a decisão como uma acção necessária para defender a indústria nacional, aumentar a competitividade interna e reduzir o défice comercial com parceiros estrangeiros.
A decisão surge poucos dias após o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ter limitado a autoridade presidencial para impor tarifas amplas sem aprovação do Congresso. Em resposta ao revés judicial, Trump recorreu a uma legislação alternativa que permite a aplicação temporária de taxas sobre importações em situações consideradas de emergência económica ou desequilíbrio comercial.
O anúncio provocou forte volatilidade nos mercados internacionais, com investidores preocupados com possíveis impactos nas cadeias globais de fornecimento e no crescimento económico mundial. Analistas alertam que a medida pode levar a tensões comerciais com aliados históricos e parceiros estratégicos dos Estados Unidos.
Especialistas em comércio internacional afirmam que países exportadores poderão sofrer perdas significativas, especialmente aqueles que dependem fortemente do mercado americano. Além disso, existe o risco de retaliações comerciais, com outras nações a imporem tarifas semelhantes sobre produtos americanos, agravando ainda mais as tensões económicas globais.
Apesar das críticas, o presidente Trump defendeu a decisão, afirmando que a prioridade é proteger os trabalhadores e as empresas americanas. A medida reforça a sua política económica centrada no proteccionismo e poderá redefinir as relações comerciais internacionais nos próximos meses, com impactos que deverão ser sentidos em vários continentes, incluindo África.