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Reino Unido desenvolve peixe‑robô que “come” plástico para ajudar a limpar os oceanos

Reino Unido desenvolve peixe‑robô que “come” plástico para ajudar a limpar os oceanos
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Pesquisadores do University of Surrey (Universidade de Surrey), no Reino Unido, anunciaram o desenvolvimento de um peixe‑robô inovador capaz de ingerir plástico presente nas águas e converter essa poluição em energia para se alimentar e operar de forma autónoma, numa tecnologia que pode marcar um avanço na luta contra a poluição por microplásticos nos oceanos e cursos de água.

O protótipo, inspirado na forma e movimento de um peixe real, foi concebido para nadar em ambientes aquáticos e “alimentar‑se” de pequenas partículas de plástico que obstrúem ecossistemas marinhos e provocam danos ambientais e à vida selvagem. Ao eliminar parte do plástico que flutua na água, o peixe‑robô pode ajudar a enfrentar um dos maiores desafios ambientais da actualidade, a limpeza dos resíduos plásticos nos oceanos.

Segundo informações divulgadas em meios internacionais, como a Weather.com, o robô utiliza uma tecnologia inovadora que lhe permite transformar os microplásticos ingeridos em energia, tornando-o capaz de operar sem depender de baterias externas ou carregamento frequente. Esta característica torna o dispositivo mais sustentável e eficiente, especialmente em operações de longo prazo em ambientes marinhos.

O desenvolvimento fez‑se no contexto de crescentes preocupações globais sobre o impacto dos resíduos plásticos no ambiente. Estima‑se que milhões de toneladas de plástico entrem todos anos nos oceanos, acumulando‑se e fragmentando‑se em microplásticos que são extremamente difíceis de remover com métodos tradicionais de limpeza.

Projectos como este peixe‑robô representam uma abordagem inovadora para combater a poluição marinha a níveis micro e macro, complementando outras tecnologias já em uso, como redes de recolha e robots que varrem superfícies aquácticas. Enquanto ainda está em fase de desenvolvimento e testes, a tecnologia atrai entusiasmo de ambientalistas e engenheiros como uma possível ferramenta de grande escala no futuro.

Especialistas afirmam que, embora soluções tecnológicas não substituam a redução do uso de plástico e a melhoria da reciclagem, iniciativas tecnológicas como esse peixe‑robô podem acelerar o processo de recuperação de ecossistemas marinhos degradados pela poluição plástica, contribuindo para oceanos mais limpos e saudáveis.

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Marcelino Vasconcelos

Pesquisadores do University of Surrey (Universidade de Surrey), no Reino Unido, anunciaram o desenvolvimento de um peixe‑robô inovador capaz de ingerir plástico presente nas águas e converter essa poluição em energia para se alimentar e operar de forma autónoma, numa tecnologia que pode marcar um avanço na luta contra a poluição por microplásticos nos oceanos e cursos de água.

O protótipo, inspirado na forma e movimento de um peixe real, foi concebido para nadar em ambientes aquáticos e “alimentar‑se” de pequenas partículas de plástico que obstrúem ecossistemas marinhos e provocam danos ambientais e à vida selvagem. Ao eliminar parte do plástico que flutua na água, o peixe‑robô pode ajudar a enfrentar um dos maiores desafios ambientais da actualidade, a limpeza dos resíduos plásticos nos oceanos.

Segundo informações divulgadas em meios internacionais, como a Weather.com, o robô utiliza uma tecnologia inovadora que lhe permite transformar os microplásticos ingeridos em energia, tornando-o capaz de operar sem depender de baterias externas ou carregamento frequente. Esta característica torna o dispositivo mais sustentável e eficiente, especialmente em operações de longo prazo em ambientes marinhos.

O desenvolvimento fez‑se no contexto de crescentes preocupações globais sobre o impacto dos resíduos plásticos no ambiente. Estima‑se que milhões de toneladas de plástico entrem todos anos nos oceanos, acumulando‑se e fragmentando‑se em microplásticos que são extremamente difíceis de remover com métodos tradicionais de limpeza.

Projectos como este peixe‑robô representam uma abordagem inovadora para combater a poluição marinha a níveis micro e macro, complementando outras tecnologias já em uso, como redes de recolha e robots que varrem superfícies aquácticas. Enquanto ainda está em fase de desenvolvimento e testes, a tecnologia atrai entusiasmo de ambientalistas e engenheiros como uma possível ferramenta de grande escala no futuro.

Especialistas afirmam que, embora soluções tecnológicas não substituam a redução do uso de plástico e a melhoria da reciclagem, iniciativas tecnológicas como esse peixe‑robô podem acelerar o processo de recuperação de ecossistemas marinhos degradados pela poluição plástica, contribuindo para oceanos mais limpos e saudáveis.

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