
O Governo do Luxemburgo tornou-se o primeiro país do mundo a oferecer transporte público gratuito em todo o seu território nacional, abrangendo autocarros, comboios e eléctricos (transvias) para viagens em segunda classe, tanto para residentes como para turistas. A medida tem como objectivo reduzir o congestionamento rodoviário, diminuir a poluição e aliviar os encargos financeiros das famílias.
A medida pioneira entrou em vigor a 1 de Março de 2020 e marcou o Luxemburgo como o primeiro país do mundo a garantir transporte público gratuito em todo o território nacional. Segundo a Euronews, a eliminação das tarifas foi concebida pelo Governo do Grão-Ducado como parte de uma estratégia para enfrentar problemas persistentes de congestionamento rodoviário e poluição nas principais cidades, além de apoiar economicamente as famílias de menores rendimentos, reduzindo os custos diários com deslocações.
A política de mobilidade gratuita tem sido vista por muitos moradores como um direito fundamental, facilitando o acesso ao transporte e potenciando maior mobilidade pela população. Moradores entrevistados destacam que agora “é mais fácil decidir entre usar o transporte público ou o carro”, contribuindo para a redução do custo diário das deslocações.
Contudo, a medida enfrenta também críticas e desafios. De acordo com relatórios de análise, apesar da gratuidade, muitos luxemburgueses ainda preferem usar o automóvel nas deslocações diárias, e a cultura dominada pelo carro permanece firme. Especialistas sublinham que atrair utilizadores permanentes para o transporte público continua a ser uma meta difícil de atingir.
Além disso, os custos operacionais do sistema têm vindo a aumentar significativamente desde a introdução da gratuidade. Dados oficiais mostram que o orçamento anual do transporte público passou de cerca de 590 milhões de euros em 2020 para mais de 905 milhões de euros em 2024, e está previsto ultrapassar 1 milhão de euros em 2025, reflectindo investimentos contínuos em infra-estruturas e serviço.
Apesar desses desafios, o Governo mantém que a mobilidade gratuita combinada com melhorias na rede e em serviços multimodais é essencial para promover um transporte mais sustentável e acessível.
Projectos de expansão incluem reforço da capacidade ferroviária, extensão de linhas de eléctricos e melhoria de intermodalidade, com o objectivo de incentivar uma mudança gradual do uso do automóvel para opções colectivas de transporte.
O Governo do Luxemburgo tornou-se o primeiro país do mundo a oferecer transporte público gratuito em todo o seu território nacional, abrangendo autocarros, comboios e eléctricos (transvias) para viagens em segunda classe, tanto para residentes como para turistas. A medida tem como objectivo reduzir o congestionamento rodoviário, diminuir a poluição e aliviar os encargos financeiros das famílias.
A medida pioneira entrou em vigor a 1 de Março de 2020 e marcou o Luxemburgo como o primeiro país do mundo a garantir transporte público gratuito em todo o território nacional. Segundo a Euronews, a eliminação das tarifas foi concebida pelo Governo do Grão-Ducado como parte de uma estratégia para enfrentar problemas persistentes de congestionamento rodoviário e poluição nas principais cidades, além de apoiar economicamente as famílias de menores rendimentos, reduzindo os custos diários com deslocações.
A política de mobilidade gratuita tem sido vista por muitos moradores como um direito fundamental, facilitando o acesso ao transporte e potenciando maior mobilidade pela população. Moradores entrevistados destacam que agora “é mais fácil decidir entre usar o transporte público ou o carro”, contribuindo para a redução do custo diário das deslocações.
Contudo, a medida enfrenta também críticas e desafios. De acordo com relatórios de análise, apesar da gratuidade, muitos luxemburgueses ainda preferem usar o automóvel nas deslocações diárias, e a cultura dominada pelo carro permanece firme. Especialistas sublinham que atrair utilizadores permanentes para o transporte público continua a ser uma meta difícil de atingir.
Além disso, os custos operacionais do sistema têm vindo a aumentar significativamente desde a introdução da gratuidade. Dados oficiais mostram que o orçamento anual do transporte público passou de cerca de 590 milhões de euros em 2020 para mais de 905 milhões de euros em 2024, e está previsto ultrapassar 1 milhão de euros em 2025, reflectindo investimentos contínuos em infra-estruturas e serviço.
Apesar desses desafios, o Governo mantém que a mobilidade gratuita combinada com melhorias na rede e em serviços multimodais é essencial para promover um transporte mais sustentável e acessível.
Projectos de expansão incluem reforço da capacidade ferroviária, extensão de linhas de eléctricos e melhoria de intermodalidade, com o objectivo de incentivar uma mudança gradual do uso do automóvel para opções colectivas de transporte.