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SIC detém 11 efectivos por crimes de corrupção, abuso de poder e roubo qualificado

SIC detém 11 efectivos por crimes de corrupção, abuso de poder e roubo qualificado
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O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve, nesta segunda-feira, 16 de Março, onze efectivos nas províncias do Cunene, Luanda e Icolo e Bengo, por alegado envolvimento em crimes de associação criminosa, corrupção passiva, abuso de poder, peculato de uso e roubo qualificado, no âmbito da estratégia de reforço da disciplina interna da corporação.

As detenções foram realizadas mediante mandados emitidos pelo Ministério Público, sendo que nove efectivos pertencem ao SIC Cunene, afectos ao Departamento Municipal de Investigação Criminal do Namacunde, e dois ao SIC Luanda, detidos no município do Sequele, província do Icolo e Bengo.

De acordo com as autoridades, os efectivos do SIC Cunene são suspeitos de envolvimento no desaparecimento de uma viatura Toyota Land Cruiser, pertencente a um cidadão namibiano. A viatura havia sido apreendida num processo de contrabando de produtos petrolíferos, cujo desfecho judicial favoreceu o Estado angolano, mas terá sido indevidamente entregue ao arguido sem autorização das entidades competentes.

Já os efectivos do SIC Luanda foram detidos por alegado envolvimento num crime de roubo qualificado, ocorrido no Sequele, tendo como vítima uma cidadã comerciante de ouro. O caso reforça as suspeitas de actuação criminosa fora dos parâmetros legais por parte dos agentes envolvidos.

Entre os detidos constam sete oficiais subalternos e quatro agentes de investigação criminal, incluindo o chefe do Departamento Municipal do SIC Namacunde e o actual chefe do Departamento do SIC Curoca. Todos serão presentes ao Ministério Público para os devidos trâmites legais, estando igualmente a decorrer processos disciplinares internos.

O SIC reafirma o seu compromisso com a legalidade, verdade e justiça, sublinhando que a conduta dos seus efectivos deve ser exemplar, tanto em serviço como na vida privada. A instituição garante que violações às normas serão punidas com rigor, podendo resultar em sanções severas, incluindo a expulsão.

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Marcelino Vasconcelos

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve, nesta segunda-feira, 16 de Março, onze efectivos nas províncias do Cunene, Luanda e Icolo e Bengo, por alegado envolvimento em crimes de associação criminosa, corrupção passiva, abuso de poder, peculato de uso e roubo qualificado, no âmbito da estratégia de reforço da disciplina interna da corporação.

As detenções foram realizadas mediante mandados emitidos pelo Ministério Público, sendo que nove efectivos pertencem ao SIC Cunene, afectos ao Departamento Municipal de Investigação Criminal do Namacunde, e dois ao SIC Luanda, detidos no município do Sequele, província do Icolo e Bengo.

De acordo com as autoridades, os efectivos do SIC Cunene são suspeitos de envolvimento no desaparecimento de uma viatura Toyota Land Cruiser, pertencente a um cidadão namibiano. A viatura havia sido apreendida num processo de contrabando de produtos petrolíferos, cujo desfecho judicial favoreceu o Estado angolano, mas terá sido indevidamente entregue ao arguido sem autorização das entidades competentes.

Já os efectivos do SIC Luanda foram detidos por alegado envolvimento num crime de roubo qualificado, ocorrido no Sequele, tendo como vítima uma cidadã comerciante de ouro. O caso reforça as suspeitas de actuação criminosa fora dos parâmetros legais por parte dos agentes envolvidos.

Entre os detidos constam sete oficiais subalternos e quatro agentes de investigação criminal, incluindo o chefe do Departamento Municipal do SIC Namacunde e o actual chefe do Departamento do SIC Curoca. Todos serão presentes ao Ministério Público para os devidos trâmites legais, estando igualmente a decorrer processos disciplinares internos.

O SIC reafirma o seu compromisso com a legalidade, verdade e justiça, sublinhando que a conduta dos seus efectivos deve ser exemplar, tanto em serviço como na vida privada. A instituição garante que violações às normas serão punidas com rigor, podendo resultar em sanções severas, incluindo a expulsão.

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