
Angola deu um novo passo rumo à modernização do seu sistema de saúde ao assinar um acordo estratégico com a tecnológica chinesa Huawei, que prevê a formação de cerca de 38 mil profissionais e a realização de mais de 500 mil consultas médicas remotas ao longo dos próximos quatro anos.
O memorando de entendimento foi rubricado em Shenzhen, na China, no final da visita oficial da ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e estabelece um quadro de cooperação voltado para a digitalização progressiva de hospitais e unidades sanitárias em todo o território nacional.
Segundo informações do Ministério da Saúde (MINSA), o acordo inclui a implementação de soluções de telemedicina, tele-enfermagem, imagiologia digital e inteligência artificial aplicada à saúde, com o objectivo de melhorar o diagnóstico, alargar o acesso aos cuidados médicos e reduzir as assimetrias entre zonas urbanas e rurais.
Um dos pilares centrais da parceria é a capacitação de recursos humanos, com apoio à formação técnica e tecnológica de milhares de profissionais do sector, bem como o desenvolvimento de talentos nacionais nas áreas das tecnologias de informação e comunicação aplicadas à saúde.
Sílvia Lutucuta sublinhou que a iniciativa se enquadra no processo de construção e apetrechamento do novo hospital terciário de referência, além de reforçar programas estruturantes do sector, como o Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde, que já utiliza o ensino à distância para a formação em enfermagem em 12 províncias.
Para a governante, a adopção de soluções digitais representa um passo estratégico para acelerar a modernização do sistema nacional de saúde, tornando-o mais eficiente, acessível e alinhado com os desafios actuais do país.
Angola deu um novo passo rumo à modernização do seu sistema de saúde ao assinar um acordo estratégico com a tecnológica chinesa Huawei, que prevê a formação de cerca de 38 mil profissionais e a realização de mais de 500 mil consultas médicas remotas ao longo dos próximos quatro anos.
O memorando de entendimento foi rubricado em Shenzhen, na China, no final da visita oficial da ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e estabelece um quadro de cooperação voltado para a digitalização progressiva de hospitais e unidades sanitárias em todo o território nacional.
Segundo informações do Ministério da Saúde (MINSA), o acordo inclui a implementação de soluções de telemedicina, tele-enfermagem, imagiologia digital e inteligência artificial aplicada à saúde, com o objectivo de melhorar o diagnóstico, alargar o acesso aos cuidados médicos e reduzir as assimetrias entre zonas urbanas e rurais.
Um dos pilares centrais da parceria é a capacitação de recursos humanos, com apoio à formação técnica e tecnológica de milhares de profissionais do sector, bem como o desenvolvimento de talentos nacionais nas áreas das tecnologias de informação e comunicação aplicadas à saúde.
Sílvia Lutucuta sublinhou que a iniciativa se enquadra no processo de construção e apetrechamento do novo hospital terciário de referência, além de reforçar programas estruturantes do sector, como o Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde, que já utiliza o ensino à distância para a formação em enfermagem em 12 províncias.
Para a governante, a adopção de soluções digitais representa um passo estratégico para acelerar a modernização do sistema nacional de saúde, tornando-o mais eficiente, acessível e alinhado com os desafios actuais do país.