
A Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) anunciou o fim progressivo da distribuição de energia eléctrica através de Postos de Transformação (PTS) privados em Luanda e no município de Icolo e Bengo, passando a assumir o controlo directo do fornecimento nos próximos meses. A medida visa eliminar a intermediação na comercialização de energia e melhorar a qualidade do serviço prestado à população.
Segundo a ENDE, mais de 190 PTS privados foram identificados a operar ligados à rede pública, dos quais 158 continuam sob gestão de entidades privadas, comercializando energia a preços considerados exorbitantes. Até ao momento, mais de 40 postos já passaram para a gestão directa da empresa, no âmbito de um processo gradual de integração.
O presidente do Conselho de Administração da ENDE, Pedro Buca, explicou que a eliminação definitiva da comercialização de energia por PTS privados está prevista para ocorrer até 2028, estando o processo actualmente em curso. A implementação de contadores e outros mecanismos técnicos decorre de forma faseada, com conclusão apontada para o próximo ano.
A decisão surge na sequência de várias reclamações de consumidores, relacionadas com custos elevados, práticas burocráticas e baixa qualidade do serviço prestado por operadores privados, sobretudo em zonas periféricas da capital, como o Bita Progresso, em Icolo e Bengo.
Paralelamente, o Governo de Angola, em parceria com a empresa tecnológica Huawei, está a avançar com a modernização da rede eléctrica nos municípios de Cacuaco, Talatona, Belas e Icolo e Bengo, com o objectivo de implementar uma rede inteligente, capaz de garantir maior eficiência, controlo e fiabilidade no fornecimento de energia.
O anúncio foi feito na passada sexta-feira e enquadra-se na estratégia do Executivo de reforçar o papel do Estado na distribuição de electricidade, assegurando maior transparência, preços mais justos e um serviço condigno para os consumidores.
A Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE) anunciou o fim progressivo da distribuição de energia eléctrica através de Postos de Transformação (PTS) privados em Luanda e no município de Icolo e Bengo, passando a assumir o controlo directo do fornecimento nos próximos meses. A medida visa eliminar a intermediação na comercialização de energia e melhorar a qualidade do serviço prestado à população.
Segundo a ENDE, mais de 190 PTS privados foram identificados a operar ligados à rede pública, dos quais 158 continuam sob gestão de entidades privadas, comercializando energia a preços considerados exorbitantes. Até ao momento, mais de 40 postos já passaram para a gestão directa da empresa, no âmbito de um processo gradual de integração.
O presidente do Conselho de Administração da ENDE, Pedro Buca, explicou que a eliminação definitiva da comercialização de energia por PTS privados está prevista para ocorrer até 2028, estando o processo actualmente em curso. A implementação de contadores e outros mecanismos técnicos decorre de forma faseada, com conclusão apontada para o próximo ano.
A decisão surge na sequência de várias reclamações de consumidores, relacionadas com custos elevados, práticas burocráticas e baixa qualidade do serviço prestado por operadores privados, sobretudo em zonas periféricas da capital, como o Bita Progresso, em Icolo e Bengo.
Paralelamente, o Governo de Angola, em parceria com a empresa tecnológica Huawei, está a avançar com a modernização da rede eléctrica nos municípios de Cacuaco, Talatona, Belas e Icolo e Bengo, com o objectivo de implementar uma rede inteligente, capaz de garantir maior eficiência, controlo e fiabilidade no fornecimento de energia.
O anúncio foi feito na passada sexta-feira e enquadra-se na estratégia do Executivo de reforçar o papel do Estado na distribuição de electricidade, assegurando maior transparência, preços mais justos e um serviço condigno para os consumidores.