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A Espanha sagrou-se campeã do Mundial, ao vencer a Argentina por 1-0 numa final em que assumiu o controlo do jogo do princípio ao fim. O triunfo permite à selecção espanhola juntar este título ao Mundial Feminino conquistado em 2023, tornando-se a primeira nação a deter, em simultâneo, os títulos mundiais masculino e feminino.
Apesar da diferença mínima no marcador, a superioridade espanhola foi evidente. A equipa criou as primeiras 20 tentativas à baliza, conquistou nove dos primeiros dez pontapés de canto e apenas a exibição inspirada do guarda-redes argentino Emiliano Martínez evitou um resultado mais dilatado. O guardião estabeleceu ainda um recorde de 12 defesas numa final do Mundial.
No final do encontro, o seleccionador espanhol, Luis de la Fuente, elogiou a prestação do guarda-redes adversário. "Dibu foi simplesmente excepcional", afirmou, recorrendo à alcunha de Martínez.
Com este triunfo, a Espanha prolonga para 38 jogos a sua série de invencibilidade, somando 29 vitórias e nove empates. O registo supera a anterior melhor marca de uma selecção masculina europeia, pertencente à Itália, que permaneceu 37 jogos sem perder entre 2018 e 2021.
A Argentina, que ao longo do torneio protagonizou várias reviravoltas, não conseguiu repetir o feito na final. Lionel Scaloni reconheceu a superioridade do adversário e valorizou o percurso da sua equipa. "Perdemos o jogo e aceitamos isso. Não vamos esquecer tudo o que fizemos até aqui", declarou.
Nos minutos finais, Lionel Messi ainda criou um dos momentos de maior tensão ao cobrar um pontapé de canto que acabou por sobrar para Giuliano Simeone, mas o remate saiu por cima da baliza espanhola.
"Quando se tem Messi do outro lado, há sempre nervosismo. Mas mantivemos a nossa identidade e voltámos a mostrar o nosso futebol", afirmou Ferran Torres.
Após o apito final, os jogadores espanhóis formaram uma guarda de honra para a selecção argentina durante a cerimónia de entrega das medalhas de vice-campeã, presidida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino.
O médio Rodri, distinguido com a Bola de Ouro como melhor jogador do torneio, não escondeu a emoção. "Acho que agora estou nas nuvens", disse.
A Argentina terminou o encontro reduzida a dez jogadores, depois da expulsão de Enzo Fernández nos descontos da segunda parte, na sequência da acumulação de cartões amarelos.
A Espanha sagrou-se campeã do Mundial, ao vencer a Argentina por 1-0 numa final em que assumiu o controlo do jogo do princípio ao fim. O triunfo permite à selecção espanhola juntar este título ao Mundial Feminino conquistado em 2023, tornando-se a primeira nação a deter, em simultâneo, os títulos mundiais masculino e feminino.
Apesar da diferença mínima no marcador, a superioridade espanhola foi evidente. A equipa criou as primeiras 20 tentativas à baliza, conquistou nove dos primeiros dez pontapés de canto e apenas a exibição inspirada do guarda-redes argentino Emiliano Martínez evitou um resultado mais dilatado. O guardião estabeleceu ainda um recorde de 12 defesas numa final do Mundial.
No final do encontro, o seleccionador espanhol, Luis de la Fuente, elogiou a prestação do guarda-redes adversário. "Dibu foi simplesmente excepcional", afirmou, recorrendo à alcunha de Martínez.
Com este triunfo, a Espanha prolonga para 38 jogos a sua série de invencibilidade, somando 29 vitórias e nove empates. O registo supera a anterior melhor marca de uma selecção masculina europeia, pertencente à Itália, que permaneceu 37 jogos sem perder entre 2018 e 2021.
A Argentina, que ao longo do torneio protagonizou várias reviravoltas, não conseguiu repetir o feito na final. Lionel Scaloni reconheceu a superioridade do adversário e valorizou o percurso da sua equipa. "Perdemos o jogo e aceitamos isso. Não vamos esquecer tudo o que fizemos até aqui", declarou.
Nos minutos finais, Lionel Messi ainda criou um dos momentos de maior tensão ao cobrar um pontapé de canto que acabou por sobrar para Giuliano Simeone, mas o remate saiu por cima da baliza espanhola.
"Quando se tem Messi do outro lado, há sempre nervosismo. Mas mantivemos a nossa identidade e voltámos a mostrar o nosso futebol", afirmou Ferran Torres.
Após o apito final, os jogadores espanhóis formaram uma guarda de honra para a selecção argentina durante a cerimónia de entrega das medalhas de vice-campeã, presidida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo presidente da FIFA, Gianni Infantino.
O médio Rodri, distinguido com a Bola de Ouro como melhor jogador do torneio, não escondeu a emoção. "Acho que agora estou nas nuvens", disse.
A Argentina terminou o encontro reduzida a dez jogadores, depois da expulsão de Enzo Fernández nos descontos da segunda parte, na sequência da acumulação de cartões amarelos.