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O Grand Stade Hassan II, considerado o projecto para o maior estádio do mundo, está a ser construído nos arredores de Casablanca, em Marrocos, com capacidade prevista para 115 mil espectadores, numa aposta estratégica do país para disputar o direito de receber a final do Mundial de 2030.
A nova arena integra um plano nacional de preparação para o Mundial que ultrapassa o futebol e inclui investimentos em infra-estruturas, turismo, transportes, aeroportos e hotelaria. Avaliado em cerca de 500 milhões de dólares norte-americanos, o estádio pretende tornar-se um dos principais símbolos da ambição marroquina no cenário internacional.
Segundo informações divulgadas pela revista Exame, Marrocos prevê investir aproximadamente 6 mil milhões de dólares na preparação para o Mundial de 2030. O embaixador do Brasil no país, Alexandre Guido Lopes Parola, destacou que os investimentos fazem parte de uma estratégia para acelerar o desenvolvimento económico e modernizar sectores essenciais.
“O país africano investirá cerca de US$ 6 mil milhões no Mundial de 2030”, afirmou o diplomata, citado na reportagem, sublinhando a dimensão económica do evento para Marrocos.
A FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado) ainda não confirmou oficialmente o estádio que receberá a final do Mundial de 2030, mas o Grand Stade Hassan II foi projectado para colocar Marrocos na disputa por um dos jogos mais importantes da competição. O Mundial será organizado por Marrocos, Espanha e Portugal, com partidas comemorativas na Argentina, Paraguai e Uruguai.
Mais do que uma estrutura desportiva, o estádio representa a estratégia de Marrocos para transformar o Mundial de 2030 numa plataforma de crescimento. O país aposta no evento para impulsionar o turismo, atrair investimentos e reforçar a sua posição como uma das principais portas de entrada para África no cenário económico global.
O Grand Stade Hassan II, considerado o projecto para o maior estádio do mundo, está a ser construído nos arredores de Casablanca, em Marrocos, com capacidade prevista para 115 mil espectadores, numa aposta estratégica do país para disputar o direito de receber a final do Mundial de 2030.
A nova arena integra um plano nacional de preparação para o Mundial que ultrapassa o futebol e inclui investimentos em infra-estruturas, turismo, transportes, aeroportos e hotelaria. Avaliado em cerca de 500 milhões de dólares norte-americanos, o estádio pretende tornar-se um dos principais símbolos da ambição marroquina no cenário internacional.
Segundo informações divulgadas pela revista Exame, Marrocos prevê investir aproximadamente 6 mil milhões de dólares na preparação para o Mundial de 2030. O embaixador do Brasil no país, Alexandre Guido Lopes Parola, destacou que os investimentos fazem parte de uma estratégia para acelerar o desenvolvimento económico e modernizar sectores essenciais.
“O país africano investirá cerca de US$ 6 mil milhões no Mundial de 2030”, afirmou o diplomata, citado na reportagem, sublinhando a dimensão económica do evento para Marrocos.
A FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado) ainda não confirmou oficialmente o estádio que receberá a final do Mundial de 2030, mas o Grand Stade Hassan II foi projectado para colocar Marrocos na disputa por um dos jogos mais importantes da competição. O Mundial será organizado por Marrocos, Espanha e Portugal, com partidas comemorativas na Argentina, Paraguai e Uruguai.
Mais do que uma estrutura desportiva, o estádio representa a estratégia de Marrocos para transformar o Mundial de 2030 numa plataforma de crescimento. O país aposta no evento para impulsionar o turismo, atrair investimentos e reforçar a sua posição como uma das principais portas de entrada para África no cenário económico global.