
O mundo despede-se de uma das figuras mais emblemáticas da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. O reverendo Jesse Jackson morreu esta terça-feira, 17 de fevereiro, conforme informou a família em comunicado.
Ao longo de várias décadas, Jackson destacou-se como uma voz firme contra a discriminação racial e as desigualdades sociais. A família recorda-o como um homem movido por um “compromisso inabalável com a justiça, a igualdade e os direitos humanos”, sublinhando que a sua acção ajudou a impulsionar um movimento global em defesa da liberdade e da dignidade humana.
Figura central do activismo afro-americano, foi também protagonista na arena política, com campanhas presidenciais marcantes na década de 1980, que abriram caminho a uma maior representação política das minorias. Paralelamente, liderou iniciativas que mobilizaram milhões de cidadãos para o recenseamento eleitoral, reforçando a participação democrática.
Segundo a nota, citada pela Euronews, o histórico activista faleceu serenamente, rodeado pelos seus entes queridos.
No comunicado, os familiares salientam o lado humano do líder: “O nosso pai foi um líder ao serviço dos outros, não apenas da nossa família, mas também dos oprimidos e esquecidos em todo o mundo. Partilhámo-lo com o mundo e, em troca, o mundo tornou-se parte da nossa família.”
Com a sua morte, encerra-se um capítulo determinante da história contemporânea dos direitos civis, mas permanece um legado de coragem, resistência e compromisso com a justiça social.
O mundo despede-se de uma das figuras mais emblemáticas da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. O reverendo Jesse Jackson morreu esta terça-feira, 17 de fevereiro, conforme informou a família em comunicado.
Ao longo de várias décadas, Jackson destacou-se como uma voz firme contra a discriminação racial e as desigualdades sociais. A família recorda-o como um homem movido por um “compromisso inabalável com a justiça, a igualdade e os direitos humanos”, sublinhando que a sua acção ajudou a impulsionar um movimento global em defesa da liberdade e da dignidade humana.
Figura central do activismo afro-americano, foi também protagonista na arena política, com campanhas presidenciais marcantes na década de 1980, que abriram caminho a uma maior representação política das minorias. Paralelamente, liderou iniciativas que mobilizaram milhões de cidadãos para o recenseamento eleitoral, reforçando a participação democrática.
Segundo a nota, citada pela Euronews, o histórico activista faleceu serenamente, rodeado pelos seus entes queridos.
No comunicado, os familiares salientam o lado humano do líder: “O nosso pai foi um líder ao serviço dos outros, não apenas da nossa família, mas também dos oprimidos e esquecidos em todo o mundo. Partilhámo-lo com o mundo e, em troca, o mundo tornou-se parte da nossa família.”
Com a sua morte, encerra-se um capítulo determinante da história contemporânea dos direitos civis, mas permanece um legado de coragem, resistência e compromisso com a justiça social.