
Os Estados Unidos reactivaram o acordo comercial preferencial com Angola, permitindo a exportação de milhares de produtos para o mercado norte-americano sem impostos. A medida, prevista na Lei de Crescimento e Oportunidades para África (AGOA), está condicionada ao cumprimento de critérios como pluralismo político, respeito pelos direitos humanos e implementação de medidas anticorrupção.
O acordo, em vigor até 31 de Dezembro de 2026, permitirá que Angola e outros 29 países africanos, incluindo Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, exportem mais de sete mil produtos para os Estados Unidos em condições preferenciais.
Criada em 2000, durante a presidência de Bill Clinton, a AGOA é considerada um dos principais instrumentos das relações económicas entre os EUA e os países da África subsaariana, facilitando o acesso de produtos africanos ao mercado norte-americano.
Para Angola, a renovação do benefício representa uma oportunidade estratégica para ampliar as exportações, atrair investimento estrangeiro e fortalecer a presença no comércio internacional. A medida surge num momento em que a diversificação económica continua a ser prioridade para várias economias africanas.
Nos últimos anos, Angola tem trabalhado para expandir a sua base exportadora, com destaque para produtos como petróleo refinado, minerais, diamantes e produtos agrícolas. O acesso preferencial ao mercado norte-americano pode impulsionar ainda mais estes sectores, contribuindo para a criação de emprego e o aumento das receitas em divisas.
Especialistas sublinham que a continuidade da AGOA reforça a importância do compromisso político e económico de Angola com práticas de transparência, boa governança e responsabilidade social, factores cada vez mais valorizados pelo mercado internacional.
Os Estados Unidos reactivaram o acordo comercial preferencial com Angola, permitindo a exportação de milhares de produtos para o mercado norte-americano sem impostos. A medida, prevista na Lei de Crescimento e Oportunidades para África (AGOA), está condicionada ao cumprimento de critérios como pluralismo político, respeito pelos direitos humanos e implementação de medidas anticorrupção.
O acordo, em vigor até 31 de Dezembro de 2026, permitirá que Angola e outros 29 países africanos, incluindo Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, exportem mais de sete mil produtos para os Estados Unidos em condições preferenciais.
Criada em 2000, durante a presidência de Bill Clinton, a AGOA é considerada um dos principais instrumentos das relações económicas entre os EUA e os países da África subsaariana, facilitando o acesso de produtos africanos ao mercado norte-americano.
Para Angola, a renovação do benefício representa uma oportunidade estratégica para ampliar as exportações, atrair investimento estrangeiro e fortalecer a presença no comércio internacional. A medida surge num momento em que a diversificação económica continua a ser prioridade para várias economias africanas.
Nos últimos anos, Angola tem trabalhado para expandir a sua base exportadora, com destaque para produtos como petróleo refinado, minerais, diamantes e produtos agrícolas. O acesso preferencial ao mercado norte-americano pode impulsionar ainda mais estes sectores, contribuindo para a criação de emprego e o aumento das receitas em divisas.
Especialistas sublinham que a continuidade da AGOA reforça a importância do compromisso político e económico de Angola com práticas de transparência, boa governança e responsabilidade social, factores cada vez mais valorizados pelo mercado internacional.