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A riqueza e a autenticidade dos vinhos da Península de Setúbal estiveram em destaque na Grande Prova dos Vinhos de Portugal – Luanda 2026. Durante o evento, o director de exportação da Sociedade Vinícola de Palmela, Luís Araújo, destacou o crescente interesse do mercado angolano pelos vinhos da região e reforçou a importância de aproximar os consumidores das diferentes referências produzidas em Setúbal.
Segundo Luís Araújo, regressar a Angola representa sempre um momento especial, não apenas pela ligação afectiva que mantém com o país, mas também pela oportunidade de divulgar os vinhos da sua terra. O responsável afirmou que trabalhar com a promoção dos vinhos da Península de Setúbal é motivo de orgulho e que considera um privilégio apresentar ao público angolano a qualidade produzida tanto pela Sociedade Vinícola de Palmela como por outras adegas da região.
O director de exportação salientou que o consumidor angolano está cada vez mais jovem, mais informado e disposto a explorar novas regiões vitivinícolas portuguesas. Na sua visão, o mercado deixou de concentrar as preferências apenas em vinhos tradicionalmente mais conhecidos, abrindo espaço para que os rótulos da Península de Setúbal conquistem maior reconhecimento.
Durante a prova, Luís Araújo revelou que a receção do público superou as expectativas. Os visitantes demonstraram interesse tanto pelos vinhos brancos como pelos tintos, mas foi o Moscatel de Setúbal que mais despertou curiosidade. De acordo com o responsável, muitos participantes afirmavam inicialmente não apreciar este tipo de vinho, mas mudavam de opinião após a degustação, reconhecendo a sua qualidade e características únicas.
Entre as novidades apresentadas na edição deste ano da prova, a Sociedade Vinícola de Palmela levou ao mercado angolano uma gama superior de Moscatéis de Setúbal, incluindo exemplares com cinco e dez anos de envelhecimento. A produtora apresentou ainda a linha gourmet Serra Mãe Grande Reserva, desenvolvida especialmente para harmonização gastronómica e direcionada ao sector da restauração.
Para Luís Araújo, a combinação entre a tradição vitivinícola da Península de Setúbal, a influência do Oceano Atlântico nas vinhas e a aposta contínua na inovação permite oferecer produtos diferenciados ao mercado. O responsável acredita que Angola continuará a representar uma oportunidade estratégica para fortalecer a presença dos vinhos portugueses e consolidar o crescimento do consumo no país.
A riqueza e a autenticidade dos vinhos da Península de Setúbal estiveram em destaque na Grande Prova dos Vinhos de Portugal – Luanda 2026. Durante o evento, o director de exportação da Sociedade Vinícola de Palmela, Luís Araújo, destacou o crescente interesse do mercado angolano pelos vinhos da região e reforçou a importância de aproximar os consumidores das diferentes referências produzidas em Setúbal.
Segundo Luís Araújo, regressar a Angola representa sempre um momento especial, não apenas pela ligação afectiva que mantém com o país, mas também pela oportunidade de divulgar os vinhos da sua terra. O responsável afirmou que trabalhar com a promoção dos vinhos da Península de Setúbal é motivo de orgulho e que considera um privilégio apresentar ao público angolano a qualidade produzida tanto pela Sociedade Vinícola de Palmela como por outras adegas da região.
O director de exportação salientou que o consumidor angolano está cada vez mais jovem, mais informado e disposto a explorar novas regiões vitivinícolas portuguesas. Na sua visão, o mercado deixou de concentrar as preferências apenas em vinhos tradicionalmente mais conhecidos, abrindo espaço para que os rótulos da Península de Setúbal conquistem maior reconhecimento.
Durante a prova, Luís Araújo revelou que a receção do público superou as expectativas. Os visitantes demonstraram interesse tanto pelos vinhos brancos como pelos tintos, mas foi o Moscatel de Setúbal que mais despertou curiosidade. De acordo com o responsável, muitos participantes afirmavam inicialmente não apreciar este tipo de vinho, mas mudavam de opinião após a degustação, reconhecendo a sua qualidade e características únicas.
Entre as novidades apresentadas na edição deste ano da prova, a Sociedade Vinícola de Palmela levou ao mercado angolano uma gama superior de Moscatéis de Setúbal, incluindo exemplares com cinco e dez anos de envelhecimento. A produtora apresentou ainda a linha gourmet Serra Mãe Grande Reserva, desenvolvida especialmente para harmonização gastronómica e direcionada ao sector da restauração.
Para Luís Araújo, a combinação entre a tradição vitivinícola da Península de Setúbal, a influência do Oceano Atlântico nas vinhas e a aposta contínua na inovação permite oferecer produtos diferenciados ao mercado. O responsável acredita que Angola continuará a representar uma oportunidade estratégica para fortalecer a presença dos vinhos portugueses e consolidar o crescimento do consumo no país.