
Foi oficialmente lançado, nesta terça-feira, 03 de Março, em Luanda, o Projecto Readiness Assessment Methodology (RAM) sobre Ética da Inteligência Artificial (IA), uma ferramenta internacional que visa medir o grau de prontidão de Angola para implementar esta tecnologia de forma responsável e alinhada aos padrões globais.
O evento marcou a apresentação do consultor nacional encarregado de conduzir o estudo técnico que avaliará o nível de prontidão do país. Os resultados do diagnóstico servirão de base para orientar políticas públicas e estratégias nacionais, garantindo um desenvolvimento responsável da IA.
A metodologia RAM permitirá um diagnóstico abrangente do ecossistema de Inteligência Artificial em Angola, analisando infra-estrutura tecnológica, quadro legal e institucional, preparação ética e social, bem como a capacidade técnica existente. O objectivo é identificar desafios, oportunidades e prioridades estratégicas para uma implementação sustentável da tecnologia.
Durante a cerimónia, o secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Ângelo Buta, destacou que o projecto constitui um passo estratégico para o fortalecimento da governação digital no país. Segundo o responsável, a iniciativa está alinhada ao Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027 e contribuirá para consolidar bases normativas e técnicas que assegurem o uso ético e inclusivo da IA.
A coordenadora residente das Nações Unidas em Angola, Amanda Mukwashi, sublinhou que a IA representa uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento sustentável, com impacto particular na juventude. Alertou, no entanto, que a adoção da tecnologia deve respeitar os direitos humanos e estar acompanhada de mecanismos eficazes de regulação e governação transparente.
A iniciativa foi promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através da Direcção Nacional de Políticas de Cibersegurança e Serviços Digitais, com a participação da Comissão Nacional de Angola para a UNESCO, no quadro das directrizes internacionais da UNESCO sobre Ética da Inteligência Artificial.
Foi oficialmente lançado, nesta terça-feira, 03 de Março, em Luanda, o Projecto Readiness Assessment Methodology (RAM) sobre Ética da Inteligência Artificial (IA), uma ferramenta internacional que visa medir o grau de prontidão de Angola para implementar esta tecnologia de forma responsável e alinhada aos padrões globais.
O evento marcou a apresentação do consultor nacional encarregado de conduzir o estudo técnico que avaliará o nível de prontidão do país. Os resultados do diagnóstico servirão de base para orientar políticas públicas e estratégias nacionais, garantindo um desenvolvimento responsável da IA.
A metodologia RAM permitirá um diagnóstico abrangente do ecossistema de Inteligência Artificial em Angola, analisando infra-estrutura tecnológica, quadro legal e institucional, preparação ética e social, bem como a capacidade técnica existente. O objectivo é identificar desafios, oportunidades e prioridades estratégicas para uma implementação sustentável da tecnologia.
Durante a cerimónia, o secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Ângelo Buta, destacou que o projecto constitui um passo estratégico para o fortalecimento da governação digital no país. Segundo o responsável, a iniciativa está alinhada ao Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027 e contribuirá para consolidar bases normativas e técnicas que assegurem o uso ético e inclusivo da IA.
A coordenadora residente das Nações Unidas em Angola, Amanda Mukwashi, sublinhou que a IA representa uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento sustentável, com impacto particular na juventude. Alertou, no entanto, que a adoção da tecnologia deve respeitar os direitos humanos e estar acompanhada de mecanismos eficazes de regulação e governação transparente.
A iniciativa foi promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através da Direcção Nacional de Políticas de Cibersegurança e Serviços Digitais, com a participação da Comissão Nacional de Angola para a UNESCO, no quadro das directrizes internacionais da UNESCO sobre Ética da Inteligência Artificial.