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A arte contemporânea ganhou um novo palco em Luanda com a realização de mais uma edição da exposição Afro Renaissance, promovida pela Afrikanizm Art e pela Face Studio. O evento reuniu 45 obras de 19 artistas de Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e Líbano, transformando o Embarcadouro num espaço de encontro entre diferentes visões, experiências e narrativas culturais.
Sob o tema From Where I Stand (“Do Lugar Onde Estou”), a exposição convidou os artistas a reflectirem sobre a forma como observam e interpretam o mundo contemporâneo. O resultado foi um conjunto diversificado de obras que exploram questões sociais, culturais, afectivas e identitárias, sem procurar impor uma única leitura da realidade.
A edição deste ano marcou um momento especial para a organização, que levou pela primeira vez a sua proposta expositiva para um espaço ao ar livre. A iniciativa permitiu aproximar o público da criação artística contemporânea e criar uma relação mais directa entre as obras e o ambiente urbano da capital.
Entre os participantes estiveram os artistas angolanos Adilson Vieira, Alcides Malaika, Álvaro Macieira, Adriano Chandama, Agostinho Ngola, Badiatu, Catarina Neto, Edilson Peregrino, Emília Morais, Joana Solla, Jorge William, Josué Dombele, Joyce Jazz, Osvaldo Ferreira e Tata Bernardo. A exposição contou ainda com a presença de Amadeo Carvalho, de Cabo Verde, Chris Tó Inácio, de Moçambique, Pedro Pires, de Portugal, e Shereen, do Líbano.
Segundo João Boavida, CEO da Afrikanizm Art, a exposição procura ir além da simples apresentação de obras, promovendo o diálogo entre artistas, públicos e diferentes realidades culturais. O responsável considera que a arte contemporânea africana desempenha actualmente um papel importante na construção de novas narrativas e na valorização de perspectivas historicamente pouco representadas nos circuitos internacionais.
A curadora Alexandra Martins destacou que a memória atravessa a exposição de forma dinâmica, surgindo nos materiais, nos gestos e nas narrativas visuais apresentadas. De acordo com a especialista, património e contemporaneidade coexistem nas obras, revelando continuidades e transformações próprias da realidade angolana.
Para Ilya Machado, CEO da Face Studio, a realização da exposição no Embarcadouro permitiu criar uma experiência diferenciadora, reforçando o potencial de Luanda como um centro cada vez mais relevante para a produção e promoção da cultura africana.
Ao reunir artistas de diferentes origens e percursos, a Afro Renaissance consolidou a sua dimensão internacional e reafirmou-se como uma plataforma dedicada à circulação, valorização e visibilidade da arte africana contemporânea.
A arte contemporânea ganhou um novo palco em Luanda com a realização de mais uma edição da exposição Afro Renaissance, promovida pela Afrikanizm Art e pela Face Studio. O evento reuniu 45 obras de 19 artistas de Angola, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e Líbano, transformando o Embarcadouro num espaço de encontro entre diferentes visões, experiências e narrativas culturais.
Sob o tema From Where I Stand (“Do Lugar Onde Estou”), a exposição convidou os artistas a reflectirem sobre a forma como observam e interpretam o mundo contemporâneo. O resultado foi um conjunto diversificado de obras que exploram questões sociais, culturais, afectivas e identitárias, sem procurar impor uma única leitura da realidade.
A edição deste ano marcou um momento especial para a organização, que levou pela primeira vez a sua proposta expositiva para um espaço ao ar livre. A iniciativa permitiu aproximar o público da criação artística contemporânea e criar uma relação mais directa entre as obras e o ambiente urbano da capital.
Entre os participantes estiveram os artistas angolanos Adilson Vieira, Alcides Malaika, Álvaro Macieira, Adriano Chandama, Agostinho Ngola, Badiatu, Catarina Neto, Edilson Peregrino, Emília Morais, Joana Solla, Jorge William, Josué Dombele, Joyce Jazz, Osvaldo Ferreira e Tata Bernardo. A exposição contou ainda com a presença de Amadeo Carvalho, de Cabo Verde, Chris Tó Inácio, de Moçambique, Pedro Pires, de Portugal, e Shereen, do Líbano.
Segundo João Boavida, CEO da Afrikanizm Art, a exposição procura ir além da simples apresentação de obras, promovendo o diálogo entre artistas, públicos e diferentes realidades culturais. O responsável considera que a arte contemporânea africana desempenha actualmente um papel importante na construção de novas narrativas e na valorização de perspectivas historicamente pouco representadas nos circuitos internacionais.
A curadora Alexandra Martins destacou que a memória atravessa a exposição de forma dinâmica, surgindo nos materiais, nos gestos e nas narrativas visuais apresentadas. De acordo com a especialista, património e contemporaneidade coexistem nas obras, revelando continuidades e transformações próprias da realidade angolana.
Para Ilya Machado, CEO da Face Studio, a realização da exposição no Embarcadouro permitiu criar uma experiência diferenciadora, reforçando o potencial de Luanda como um centro cada vez mais relevante para a produção e promoção da cultura africana.
Ao reunir artistas de diferentes origens e percursos, a Afro Renaissance consolidou a sua dimensão internacional e reafirmou-se como uma plataforma dedicada à circulação, valorização e visibilidade da arte africana contemporânea.