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Clínica Sagrada Esperança reforça governação com nova estrutura de gestão

Clínica Sagrada Esperança reforça governação com nova estrutura de gestão
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A Clínica Sagrada Esperança (CSE) entrou numa nova fase da sua história com a tomada de posse dos novos órgãos sociais, na sequência da transformação da instituição em Sociedade Anónima (S.A.), uma alteração que visa reforçar o modelo de governação e aumentar a eficiência da gestão.

A cerimónia decorreu na passada quarta-feira, no Anfiteatro da Clínica Sagrada Esperança, na Ilha de Luanda, e reuniu os novos administradores, membros do Conselho de Direcção, representantes da ENDIAMA e outras entidades convidadas.

A mudança da antiga Clínica Sagrada Esperança, Lda. para Sociedade Anónima, formalizada a 19 de Maio de 2026, assinala uma nova etapa na evolução da instituição, que pretende consolidar uma estrutura de gestão mais transparente, organizada e preparada para responder aos desafios do sector da saúde em Angola.

O novo modelo distingue de forma mais clara as funções de orientação estratégica, supervisão institucional e gestão executiva, procurando reforçar o rigor na tomada de decisões, garantir maior estabilidade na administração e melhorar a capacidade de resposta aos utentes.

Segundo o presidente do Conselho de Administração não executivo da Clínica Sagrada Esperança, Dr. Rui José Veiga Pinto, esta reorganização representa um passo importante na consolidação da instituição.

«"Esta nova etapa ajuda a consolidar uma Clínica mais organizada, mais transparente e mais preparada para responder às exigências actuais do sector da saúde. A separação entre supervisão estratégica e gestão executiva reforça a responsabilidade de cada órgão e cria melhores condições para servirmos os utentes com rigor e sentido de futuro."»

O Conselho de Administração não executivo é presidido por Rui José Veiga Pinto e integra João Domingos Martins, Maria da Conceição Pitra e Francisco José Santos Duarte Ramalho, responsáveis pelo acompanhamento de áreas como remunerações, especialidades médicas, auditoria, compliance e controlo interno.

A Comissão Executiva, responsável pela gestão operacional da Clínica, passa a ser liderada por Esmael Francisco Tomás, acompanhado por Pedro Miguel Arcanjo Essaca, como Administrador Clínico, e Ana Isamara Ângelo Chivia, como Administradora para Administração e Finanças.

Para Esmael Francisco Tomás, a nova estrutura deverá traduzir-se em benefícios concretos para os utentes e para as equipas da instituição.

«"Assumimos esta responsabilidade com sentido de missão e com foco nos utentes, nos profissionais da Clínica e nos parceiros que confiam na CSE. Queremos que esta nova estrutura se traduza numa gestão mais eficiente, em melhores condições de trabalho para as equipas e numa resposta cada vez mais qualificada a quem procura os nossos serviços."»

A Clínica Sagrada Esperança sublinha que a mudança preserva a missão e a identidade da instituição, ao mesmo tempo que cria condições para uma gestão mais estruturada e sustentável. A transformação em Sociedade Anónima representa, assim, mais do que uma alteração jurídica: reflecte a intenção de reforçar a capacidade institucional para responder às crescentes exigências do sistema de saúde e continuar a prestar cuidados com qualidade aos seus utentes.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

A Clínica Sagrada Esperança (CSE) entrou numa nova fase da sua história com a tomada de posse dos novos órgãos sociais, na sequência da transformação da instituição em Sociedade Anónima (S.A.), uma alteração que visa reforçar o modelo de governação e aumentar a eficiência da gestão.

A cerimónia decorreu na passada quarta-feira, no Anfiteatro da Clínica Sagrada Esperança, na Ilha de Luanda, e reuniu os novos administradores, membros do Conselho de Direcção, representantes da ENDIAMA e outras entidades convidadas.

A mudança da antiga Clínica Sagrada Esperança, Lda. para Sociedade Anónima, formalizada a 19 de Maio de 2026, assinala uma nova etapa na evolução da instituição, que pretende consolidar uma estrutura de gestão mais transparente, organizada e preparada para responder aos desafios do sector da saúde em Angola.

O novo modelo distingue de forma mais clara as funções de orientação estratégica, supervisão institucional e gestão executiva, procurando reforçar o rigor na tomada de decisões, garantir maior estabilidade na administração e melhorar a capacidade de resposta aos utentes.

Segundo o presidente do Conselho de Administração não executivo da Clínica Sagrada Esperança, Dr. Rui José Veiga Pinto, esta reorganização representa um passo importante na consolidação da instituição.

«"Esta nova etapa ajuda a consolidar uma Clínica mais organizada, mais transparente e mais preparada para responder às exigências actuais do sector da saúde. A separação entre supervisão estratégica e gestão executiva reforça a responsabilidade de cada órgão e cria melhores condições para servirmos os utentes com rigor e sentido de futuro."»

O Conselho de Administração não executivo é presidido por Rui José Veiga Pinto e integra João Domingos Martins, Maria da Conceição Pitra e Francisco José Santos Duarte Ramalho, responsáveis pelo acompanhamento de áreas como remunerações, especialidades médicas, auditoria, compliance e controlo interno.

A Comissão Executiva, responsável pela gestão operacional da Clínica, passa a ser liderada por Esmael Francisco Tomás, acompanhado por Pedro Miguel Arcanjo Essaca, como Administrador Clínico, e Ana Isamara Ângelo Chivia, como Administradora para Administração e Finanças.

Para Esmael Francisco Tomás, a nova estrutura deverá traduzir-se em benefícios concretos para os utentes e para as equipas da instituição.

«"Assumimos esta responsabilidade com sentido de missão e com foco nos utentes, nos profissionais da Clínica e nos parceiros que confiam na CSE. Queremos que esta nova estrutura se traduza numa gestão mais eficiente, em melhores condições de trabalho para as equipas e numa resposta cada vez mais qualificada a quem procura os nossos serviços."»

A Clínica Sagrada Esperança sublinha que a mudança preserva a missão e a identidade da instituição, ao mesmo tempo que cria condições para uma gestão mais estruturada e sustentável. A transformação em Sociedade Anónima representa, assim, mais do que uma alteração jurídica: reflecte a intenção de reforçar a capacidade institucional para responder às crescentes exigências do sistema de saúde e continuar a prestar cuidados com qualidade aos seus utentes.

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