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Filme angolano "Meu Semba" estreia mundialmente no Festival de Roterdão

Filme angolano "Meu Semba" estreia mundialmente no Festival de Roterdão
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O filme angolano “Meu Semba”, escrito e realizado por Hugo Salvaterra, vai estrear-se mundialmente em Fevereiro, ao integrar a Competição Tiger do Festival Internacional de Cinema de Roterdão (IFFR) 2026, a secção mais prestigiada do evento.

Considerado um dos cinco maiores festivais de cinema da Europa, o IFFR é reconhecido pela sua aposta em obras autorais e propostas cinematográficas ousadas. A Competição Tiger, em particular, funciona como uma plataforma de lançamento internacional para novos realizadores, tendo acolhido, no passado, nomes que mais tarde se afirmaram no cinema mundial.

Descrito como um drama musical, “Meu Semba” apresenta-se como uma obra híbrida que cruza cinema, música e intervenção social. A longa-metragem acompanha o percurso de X e dos seus irmãos, Lelé e Maria, numa narrativa que mistura documentário, manifesto e expressão musical, tendo como pano de fundo o quotidiano das classes trabalhadoras angolanas.

Com 90 minutos de duração, o filme constrói-se como uma “sinfonia de rap”, ancorada na batida angolana e em letras de forte carga social, dando voz a realidades frequentemente invisibilizadas. A obra propõe um olhar sobre aqueles que, apesar da opressão, mantêm a dignidade e a capacidade de resistir.

A selecção de “Meu Semba” para a Competição Tiger representa um momento de afirmação para o realizador Hugo Salvaterra, para a produtora Geração 80 e para o cinema angolano, que passa a marcar presença num dos palcos mais exigentes e influentes do cinema contemporâneo. Em Roterdão, o filme leva ao público internacional uma narrativa onde música, emoção e identidade cultural caminham lado a lado.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

O filme angolano “Meu Semba”, escrito e realizado por Hugo Salvaterra, vai estrear-se mundialmente em Fevereiro, ao integrar a Competição Tiger do Festival Internacional de Cinema de Roterdão (IFFR) 2026, a secção mais prestigiada do evento.

Considerado um dos cinco maiores festivais de cinema da Europa, o IFFR é reconhecido pela sua aposta em obras autorais e propostas cinematográficas ousadas. A Competição Tiger, em particular, funciona como uma plataforma de lançamento internacional para novos realizadores, tendo acolhido, no passado, nomes que mais tarde se afirmaram no cinema mundial.

Descrito como um drama musical, “Meu Semba” apresenta-se como uma obra híbrida que cruza cinema, música e intervenção social. A longa-metragem acompanha o percurso de X e dos seus irmãos, Lelé e Maria, numa narrativa que mistura documentário, manifesto e expressão musical, tendo como pano de fundo o quotidiano das classes trabalhadoras angolanas.

Com 90 minutos de duração, o filme constrói-se como uma “sinfonia de rap”, ancorada na batida angolana e em letras de forte carga social, dando voz a realidades frequentemente invisibilizadas. A obra propõe um olhar sobre aqueles que, apesar da opressão, mantêm a dignidade e a capacidade de resistir.

A selecção de “Meu Semba” para a Competição Tiger representa um momento de afirmação para o realizador Hugo Salvaterra, para a produtora Geração 80 e para o cinema angolano, que passa a marcar presença num dos palcos mais exigentes e influentes do cinema contemporâneo. Em Roterdão, o filme leva ao público internacional uma narrativa onde música, emoção e identidade cultural caminham lado a lado.

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