
A TIS - Consultora Tecnológica e de Negócios alertou esta semana, em Luanda, para os riscos crescentes que as empresas enfrentam devido à ausência de políticas claras de resiliência digital, governação e recuperação de dados, advertindo que essa fragilidade pode provocar paragens operacionais, perdas financeiras significativas e falhas de conformidade.
De acordo com a empresa, a digitalização e a modernização tecnológica transformaram os dados operacionais em activos tão críticos quanto as infra-estruturas físicas. Apesar dos ganhos de eficiência proporcionados pelos sistemas digitais, a exposição a riscos técnicos e operacionais tornou-se maior, sobretudo quando não existem estratégias consistentes de protecção e gestão da informação.
Nos ambientes industriais, os impactos podem ser ainda mais severos. Problemas no acesso ou na recuperação de dados têm potencial para interromper linhas de produção, paralisar plataformas tecnológicas e comprometer o fornecimento de serviços essenciais.
“A soberania de dados é hoje uma questão de competitividade e de resiliência operacional. Quando uma empresa não controla onde estão os seus dados e como podem ser recuperados, arrisca-se a paragens prolongadas e custos elevados”, afirmou Willian de Oliveira, CEO da TIS.
A consultora chama também atenção para a dependência de fornecedores externos sem garantias contratuais sólidas. Em muitos casos, o tráfego digital precisa sair do país para ser processado no exterior, regressando depois aos utilizadores finais, o que pode aumentar a latência, gerar maior vulnerabilidade a interrupções e criar dependência excessiva de conectividade internacional.
Nos sectores industriais, segundos de atraso podem representar prejuízos relevantes. A latência excessiva e tempos de recuperação mal definidos afectam directamente sistemas de automação e controlo em tempo real. Por isso, a TIS defende que a gestão de dados deve ser tratada como prioridade estratégica ao nível executivo, com impacto directo nos resultados financeiros.
Para reduzir a exposição ao risco, a empresa aponta quatro áreas fundamentais: definição de níveis mínimos de disponibilidade dos sistemas críticos; planos claros e testados de recuperação de dados; monitorização contínua da latência das redes; e avaliação rigorosa do custo total de operação, incluindo o impacto económico de eventuais falhas.
Fundada em 2013 e com sede em Luanda, a TIS tem-se destacado no mercado nacional como referência em consultoria de negócios e tecnologia, promovendo a modernização empresarial e a inovação sustentável através de soluções adaptadas às necessidades de cada organização.
A TIS - Consultora Tecnológica e de Negócios alertou esta semana, em Luanda, para os riscos crescentes que as empresas enfrentam devido à ausência de políticas claras de resiliência digital, governação e recuperação de dados, advertindo que essa fragilidade pode provocar paragens operacionais, perdas financeiras significativas e falhas de conformidade.
De acordo com a empresa, a digitalização e a modernização tecnológica transformaram os dados operacionais em activos tão críticos quanto as infra-estruturas físicas. Apesar dos ganhos de eficiência proporcionados pelos sistemas digitais, a exposição a riscos técnicos e operacionais tornou-se maior, sobretudo quando não existem estratégias consistentes de protecção e gestão da informação.
Nos ambientes industriais, os impactos podem ser ainda mais severos. Problemas no acesso ou na recuperação de dados têm potencial para interromper linhas de produção, paralisar plataformas tecnológicas e comprometer o fornecimento de serviços essenciais.
“A soberania de dados é hoje uma questão de competitividade e de resiliência operacional. Quando uma empresa não controla onde estão os seus dados e como podem ser recuperados, arrisca-se a paragens prolongadas e custos elevados”, afirmou Willian de Oliveira, CEO da TIS.
A consultora chama também atenção para a dependência de fornecedores externos sem garantias contratuais sólidas. Em muitos casos, o tráfego digital precisa sair do país para ser processado no exterior, regressando depois aos utilizadores finais, o que pode aumentar a latência, gerar maior vulnerabilidade a interrupções e criar dependência excessiva de conectividade internacional.
Nos sectores industriais, segundos de atraso podem representar prejuízos relevantes. A latência excessiva e tempos de recuperação mal definidos afectam directamente sistemas de automação e controlo em tempo real. Por isso, a TIS defende que a gestão de dados deve ser tratada como prioridade estratégica ao nível executivo, com impacto directo nos resultados financeiros.
Para reduzir a exposição ao risco, a empresa aponta quatro áreas fundamentais: definição de níveis mínimos de disponibilidade dos sistemas críticos; planos claros e testados de recuperação de dados; monitorização contínua da latência das redes; e avaliação rigorosa do custo total de operação, incluindo o impacto económico de eventuais falhas.
Fundada em 2013 e com sede em Luanda, a TIS tem-se destacado no mercado nacional como referência em consultoria de negócios e tecnologia, promovendo a modernização empresarial e a inovação sustentável através de soluções adaptadas às necessidades de cada organização.