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Fórum debate desafios e oportunidades da Inteligência Artificial em Angola

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O Executivo angolano reafirmou o compromisso com o desenvolvimento de uma Inteligência Artificial (IA) ética, segura, inclusiva e orientada para o interesse público, durante a abertura da 2.ª edição do Fórum Nacional de Inteligência Artificial 2026 (FNIA26), que decorreu em Luanda e reuniu representantes do Governo, empresas, universidades e especialistas para debater o futuro da transformação digital no país.

O compromisso foi reiterado na segunda-feira, 13 de Julho, durante a cerimónia de abertura do evento, realizada no Hotel InterContinental Luanda. A sessão foi presidida por Hecdiantro da Costa Mena, director nacional das Políticas de Cibersegurança e Serviços Digitais, em representação do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Mário Oliveira.

Na ocasião, Hecdiantro da Costa Mena afirmou que Angola encara a Inteligência Artificial como um instrumento estratégico para acelerar a transformação digital, impulsionar a diversificação da economia e aumentar a competitividade nacional. O responsável defendeu que a adopção da tecnologia deve assentar em princípios de ética, segurança, inclusão e responsabilidade.

Segundo o director, a IA deixou de ser uma tecnologia do futuro para se tornar uma realidade com impacto directo na economia, nos serviços públicos e na vida dos cidadãos. Por isso, considerou essencial que a sua implementação seja acompanhada por mecanismos de governação, confiança e responsabilidade.

Entre os avanços destacados esteve a parceria entre o MINTTICS e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para a implementação da Metodologia de Avaliação do Grau de Preparação para a Inteligência Artificial (Readiness Assessment Methodology – RAM). Os resultados da avaliação servirão de base para a futura Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. O Governo trabalha igualmente na criação de um quadro regulatório que incentive a inovação, assegure segurança jurídica e fortaleça a confiança de cidadãos e organizações.

O responsável sublinhou ainda que, em África, a Inteligência Artificial representa uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento baseado no conhecimento, embora exija investimentos em infra-estruturas, competências digitais e fortalecimento institucional.

A programação do FNIA26 incluiu debates sobre liderança na era da IA, governação e ética, soberania digital, computação em nuvem, centros de dados, cibersegurança, produtividade e desenvolvimento de competências, reunindo representantes do Governo, do sector privado, da academia e de organizações internacionais.

Para o coordenador e porta-voz do Fórum, Estevão Zinga, a segunda edição do evento representou um passo importante para consolidar o diálogo nacional sobre Inteligência Artificial e promover um ecossistema digital mais inovador, competitivo e inclusivo. Segundo afirmou, o objectivo é transformar o FNIA26 numa plataforma permanente de cooperação entre Governo, academia, empresas e parceiros internacionais.

O Fórum Nacional de Inteligência Artificial 2026 (FNIA26) decorreu nos dias 13 e 14 de Julho, em Luanda, reforçando o debate sobre o papel da Inteligência Artificial como motor do desenvolvimento económico e social de Angola.

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Marcelino Vasconcelos

O Executivo angolano reafirmou o compromisso com o desenvolvimento de uma Inteligência Artificial (IA) ética, segura, inclusiva e orientada para o interesse público, durante a abertura da 2.ª edição do Fórum Nacional de Inteligência Artificial 2026 (FNIA26), que decorreu em Luanda e reuniu representantes do Governo, empresas, universidades e especialistas para debater o futuro da transformação digital no país.

O compromisso foi reiterado na segunda-feira, 13 de Julho, durante a cerimónia de abertura do evento, realizada no Hotel InterContinental Luanda. A sessão foi presidida por Hecdiantro da Costa Mena, director nacional das Políticas de Cibersegurança e Serviços Digitais, em representação do ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), Mário Oliveira.

Na ocasião, Hecdiantro da Costa Mena afirmou que Angola encara a Inteligência Artificial como um instrumento estratégico para acelerar a transformação digital, impulsionar a diversificação da economia e aumentar a competitividade nacional. O responsável defendeu que a adopção da tecnologia deve assentar em princípios de ética, segurança, inclusão e responsabilidade.

Segundo o director, a IA deixou de ser uma tecnologia do futuro para se tornar uma realidade com impacto directo na economia, nos serviços públicos e na vida dos cidadãos. Por isso, considerou essencial que a sua implementação seja acompanhada por mecanismos de governação, confiança e responsabilidade.

Entre os avanços destacados esteve a parceria entre o MINTTICS e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para a implementação da Metodologia de Avaliação do Grau de Preparação para a Inteligência Artificial (Readiness Assessment Methodology – RAM). Os resultados da avaliação servirão de base para a futura Estratégia Nacional de Inteligência Artificial. O Governo trabalha igualmente na criação de um quadro regulatório que incentive a inovação, assegure segurança jurídica e fortaleça a confiança de cidadãos e organizações.

O responsável sublinhou ainda que, em África, a Inteligência Artificial representa uma oportunidade para acelerar o desenvolvimento baseado no conhecimento, embora exija investimentos em infra-estruturas, competências digitais e fortalecimento institucional.

A programação do FNIA26 incluiu debates sobre liderança na era da IA, governação e ética, soberania digital, computação em nuvem, centros de dados, cibersegurança, produtividade e desenvolvimento de competências, reunindo representantes do Governo, do sector privado, da academia e de organizações internacionais.

Para o coordenador e porta-voz do Fórum, Estevão Zinga, a segunda edição do evento representou um passo importante para consolidar o diálogo nacional sobre Inteligência Artificial e promover um ecossistema digital mais inovador, competitivo e inclusivo. Segundo afirmou, o objectivo é transformar o FNIA26 numa plataforma permanente de cooperação entre Governo, academia, empresas e parceiros internacionais.

O Fórum Nacional de Inteligência Artificial 2026 (FNIA26) decorreu nos dias 13 e 14 de Julho, em Luanda, reforçando o debate sobre o papel da Inteligência Artificial como motor do desenvolvimento económico e social de Angola.

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