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A pesca do carapau está proibida em todo o país desde 1 de Julho e vai manter-se suspensa até 31 de Agosto, no âmbito da medida anual definida pelo Ministério das Pescas e Recursos Marinhos. A decisão visa proteger a espécie durante o seu período de reprodução e garantir a sua recuperação no mar.
Segundo o Ministério, esta pausa na actividade pesqueira é essencial para permitir o ciclo natural do carapau. Ao evitar a sua captura nesta fase, pretende-se assegurar a renovação dos cardumes e a preservação dos recursos marinhos, fundamentais para o futuro da pesca em Angola.
Apesar da suspensão, as autoridades garantem que o mercado não será afectado. A directora nacional das Pescas e do Sal, Fátima Delicado, afirmou à Rádio Nacional de Angola que existem reservas suficientes para abastecer a população durante todo o período da medida.
Esta proibição faz parte das regras anuais de gestão das pescas no país. Além de proteger o carapau, estas medidas ajudam a reduzir a pressão sobre os recursos do mar e promovem uma exploração mais equilibrada e sustentável.
As autoridades alertam que haverá fiscalização ao longo da costa para garantir o cumprimento da medida e evitar a pesca ilegal. O respeito por esta pausa é considerado importante para a recuperação da espécie e para a estabilidade do sector.
A captura do carapau será retomada a 1 de Setembro, depois de dois meses de suspensão. O Ministério acredita que esta medida contribui para aumentar a disponibilidade do peixe no futuro e reforçar a sustentabilidade da actividade pesqueira.
A pesca do carapau está proibida em todo o país desde 1 de Julho e vai manter-se suspensa até 31 de Agosto, no âmbito da medida anual definida pelo Ministério das Pescas e Recursos Marinhos. A decisão visa proteger a espécie durante o seu período de reprodução e garantir a sua recuperação no mar.
Segundo o Ministério, esta pausa na actividade pesqueira é essencial para permitir o ciclo natural do carapau. Ao evitar a sua captura nesta fase, pretende-se assegurar a renovação dos cardumes e a preservação dos recursos marinhos, fundamentais para o futuro da pesca em Angola.
Apesar da suspensão, as autoridades garantem que o mercado não será afectado. A directora nacional das Pescas e do Sal, Fátima Delicado, afirmou à Rádio Nacional de Angola que existem reservas suficientes para abastecer a população durante todo o período da medida.
Esta proibição faz parte das regras anuais de gestão das pescas no país. Além de proteger o carapau, estas medidas ajudam a reduzir a pressão sobre os recursos do mar e promovem uma exploração mais equilibrada e sustentável.
As autoridades alertam que haverá fiscalização ao longo da costa para garantir o cumprimento da medida e evitar a pesca ilegal. O respeito por esta pausa é considerado importante para a recuperação da espécie e para a estabilidade do sector.
A captura do carapau será retomada a 1 de Setembro, depois de dois meses de suspensão. O Ministério acredita que esta medida contribui para aumentar a disponibilidade do peixe no futuro e reforçar a sustentabilidade da actividade pesqueira.