
Dez anos depois da sua morte, Muhammad Ali continua a encontrar novas formas de permanecer vivo na memória colectiva. Desta vez, o lendário pugilista e ícone cultural passa a figurar, pela primeira vez, num selo postal comemorativo dos Estados Unidos, noticiou a Africanews.
Foram impressos 22 milhões de selos, todos com uma fotografia de Ali captada pela Associated Press em 1974, numa das suas poses mais emblemáticas dentro do ringue. Cada folha, composta por 20 unidades, inclui ainda uma segunda imagem do campeão trajado de fato risca de giz, uma referência directa ao seu papel como activista, humanista e voz influente para além do boxe.

Visivelmente emocionada, Lonnie Ali, viúva do ex-campeão mundial, afirmou sentir-se honrada por ver o legado do marido eternizado desta forma. Para ela, cada selo será um convite à lembrança: um pequeno retrato capaz de manter Muhammad Ali presente no quotidiano das pessoas.
O Serviço Postal dos Estados Unidos informou que os selos não serão reimpressos após o esgotamento, o que deverá despertar grande interesse entre coleccionadores e admiradores do desportista.
Com o humor que sempre o caracterizou, Lonnie recordou uma frase que Ali costumava dizer: a única forma de ser derrotado seria transformar-se num selo postal, uma previsão que, ironicamente, acaba agora por se cumprir como homenagem.
Falecido em 2016, aos 74 anos, Muhammad Ali conquistou três títulos mundiais dos pesos pesados e ganhou reconhecimento global não apenas pelos feitos nos ringues, mas também pela sua postura firme em defesa de causas sociais, da paz e da dignidade humana.
A cerimónia oficial de lançamento do selo está marcada para esta quinta-feira, em Louisville, no Kentucky, cidade natal do pugilista e sede do Centro Muhammad Ali, espaço dedicado à preservação da sua história e valores.
Ao longo da vida, Ali foi distinguido com vários prémios, entre eles o título de Mensageiro da Paz das Nações Unidas, em 1998, e a Medalha Presidencial da Liberdade, em 2005.
Para Lonnie Ali, mais do que uma homenagem simbólica, o selo representa um estímulo à continuidade da missão humanitária do marido. Um pequeno objecto que carrega um grande legado, e que promete ser um dos marcos mais luminosos da memória de “O Maior”.
Dez anos depois da sua morte, Muhammad Ali continua a encontrar novas formas de permanecer vivo na memória colectiva. Desta vez, o lendário pugilista e ícone cultural passa a figurar, pela primeira vez, num selo postal comemorativo dos Estados Unidos, noticiou a Africanews.
Foram impressos 22 milhões de selos, todos com uma fotografia de Ali captada pela Associated Press em 1974, numa das suas poses mais emblemáticas dentro do ringue. Cada folha, composta por 20 unidades, inclui ainda uma segunda imagem do campeão trajado de fato risca de giz, uma referência directa ao seu papel como activista, humanista e voz influente para além do boxe.

Visivelmente emocionada, Lonnie Ali, viúva do ex-campeão mundial, afirmou sentir-se honrada por ver o legado do marido eternizado desta forma. Para ela, cada selo será um convite à lembrança: um pequeno retrato capaz de manter Muhammad Ali presente no quotidiano das pessoas.
O Serviço Postal dos Estados Unidos informou que os selos não serão reimpressos após o esgotamento, o que deverá despertar grande interesse entre coleccionadores e admiradores do desportista.
Com o humor que sempre o caracterizou, Lonnie recordou uma frase que Ali costumava dizer: a única forma de ser derrotado seria transformar-se num selo postal, uma previsão que, ironicamente, acaba agora por se cumprir como homenagem.
Falecido em 2016, aos 74 anos, Muhammad Ali conquistou três títulos mundiais dos pesos pesados e ganhou reconhecimento global não apenas pelos feitos nos ringues, mas também pela sua postura firme em defesa de causas sociais, da paz e da dignidade humana.
A cerimónia oficial de lançamento do selo está marcada para esta quinta-feira, em Louisville, no Kentucky, cidade natal do pugilista e sede do Centro Muhammad Ali, espaço dedicado à preservação da sua história e valores.
Ao longo da vida, Ali foi distinguido com vários prémios, entre eles o título de Mensageiro da Paz das Nações Unidas, em 1998, e a Medalha Presidencial da Liberdade, em 2005.
Para Lonnie Ali, mais do que uma homenagem simbólica, o selo representa um estímulo à continuidade da missão humanitária do marido. Um pequeno objecto que carrega um grande legado, e que promete ser um dos marcos mais luminosos da memória de “O Maior”.