
O mundo da música angolana perdeu, na madrugada de terça-feira, 27 de Janeiro, José Ferreira, conhecido como Gegé Ferreira, aos 99 anos, no Bairro de São Paulo, em Luanda, onde residia há mais de meio século.
Reconhecido como um dos pilares do grupo Ngola Ritmos, Gegé Ferreira foi um dos grandes responsáveis por preservar a cultura angolana e fortalecer a identidade nacional através da música.
Ingressou no Ngola Ritmos após a prisão de Liceu Vieira Dias e Amadeu Amorim no Processo 50, e a transferência de outros integrantes da fase inicial do grupo. Com a liderança de Nino Ndongo, Gegé Ferreira tocou ao lado de artistas como Zé Cordeiro, Zé Maria, Xodó, Belita Palma e Lourdes Van-Dúnem, participando de dois discos gravados em Lisboa.
Especialista em makupela, um tambor tradicional de dois tímpanos com caixas de ressonância, Gegé Ferreira destacou-se por manter vivo um instrumento luso-lundense quase extinto em Luanda, cuja origem remonta à região Leste de Angola.
O músico, que completaria 100 anos em 12 de Dezembro, deixa um legado inesquecível de resistência cultural e afirmação da identidade nacional, usando a música como arma de combate e expressão do espírito angolano, noticiou o Jornal de Angola.
O Ngola Ritmos, fundado em 1947 por Liceu Vieira Dias e Nino Ndongo, continua a ser referência da música angolana, e Gegé Ferreira permanecerá na história como um dos seus grandes mestres e guardiões da tradição.
O mundo da música angolana perdeu, na madrugada de terça-feira, 27 de Janeiro, José Ferreira, conhecido como Gegé Ferreira, aos 99 anos, no Bairro de São Paulo, em Luanda, onde residia há mais de meio século.
Reconhecido como um dos pilares do grupo Ngola Ritmos, Gegé Ferreira foi um dos grandes responsáveis por preservar a cultura angolana e fortalecer a identidade nacional através da música.
Ingressou no Ngola Ritmos após a prisão de Liceu Vieira Dias e Amadeu Amorim no Processo 50, e a transferência de outros integrantes da fase inicial do grupo. Com a liderança de Nino Ndongo, Gegé Ferreira tocou ao lado de artistas como Zé Cordeiro, Zé Maria, Xodó, Belita Palma e Lourdes Van-Dúnem, participando de dois discos gravados em Lisboa.
Especialista em makupela, um tambor tradicional de dois tímpanos com caixas de ressonância, Gegé Ferreira destacou-se por manter vivo um instrumento luso-lundense quase extinto em Luanda, cuja origem remonta à região Leste de Angola.
O músico, que completaria 100 anos em 12 de Dezembro, deixa um legado inesquecível de resistência cultural e afirmação da identidade nacional, usando a música como arma de combate e expressão do espírito angolano, noticiou o Jornal de Angola.
O Ngola Ritmos, fundado em 1947 por Liceu Vieira Dias e Nino Ndongo, continua a ser referência da música angolana, e Gegé Ferreira permanecerá na história como um dos seus grandes mestres e guardiões da tradição.