
A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a Azule Energy anunciaram recentemente o arranque bem-sucedido do fornecimento de gás proveniente do campo Quiluma, do Novo Consórcio de Gás (NGC). A exportação inicial está prevista em 150 milhões de pés cúbicos de gás por dia (MMSCF/dia), devendo subir para 314 MMSCF/dia até ao final de 2026.
A plataforma Quiluma, principal estrutura de produção offshore, é a maior alguma vez erguida na região do Ambriz, província do Bengo, com um jacket de 2.500 toneladas e topsides de 2.700 toneladas. Já a Unidade de Processamento Onshore, construída integralmente no município do Soyo, província do Zaire, possui capacidade de 400 MMSCF/dia de gás e 20 mil barris de condensados por dia.
Durante o pico das actividades, mais de 5.000 trabalhadores angolanos foram mobilizados nos diferentes estaleiros de construção. Com o início da produção, o projecto continua a gerar emprego directo e indirecto, contribuindo para o crescimento económico sustentável e o fortalecimento do setor energético nacional.
O Presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo, considerou o primeiro gás do campo Quiluma um feito notável, afirmando: “Esta nova capacidade reforça a diversificação energética nacional, sustenta as necessidades de consumo interno e possibilita uma geração de energia mais eficiente e limpa. Está de parabéns o Grupo Empreiteiro e todos os envolvidos para que este projecto se tornasse realidade”.
Para o CEO da Azule Energy, Joseph Murphy, “esta conquista reflecte o espírito de colaboração e o compromisso partilhado entre o MIREMPET, a ANPG, a Azule Energy e os parceiros do NGC, visando a estabilidade energética de longo prazo, o progresso industrial e a responsabilidade ambiental”.
O NGC posiciona Angola na linha da frente das soluções energéticas modernas e de menor intensidade carbónica, assinalando um novo capítulo no sector energético nacional. A infra-estrutura interliga recursos offshore em águas rasas a uma unidade onshore de processamento de última geração, destacando-se especialmente no âmbito de Conteúdo Local e segurança, com mais de 20 milhões de horas trabalhadas sem incidentes.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a Azule Energy anunciaram recentemente o arranque bem-sucedido do fornecimento de gás proveniente do campo Quiluma, do Novo Consórcio de Gás (NGC). A exportação inicial está prevista em 150 milhões de pés cúbicos de gás por dia (MMSCF/dia), devendo subir para 314 MMSCF/dia até ao final de 2026.
A plataforma Quiluma, principal estrutura de produção offshore, é a maior alguma vez erguida na região do Ambriz, província do Bengo, com um jacket de 2.500 toneladas e topsides de 2.700 toneladas. Já a Unidade de Processamento Onshore, construída integralmente no município do Soyo, província do Zaire, possui capacidade de 400 MMSCF/dia de gás e 20 mil barris de condensados por dia.
Durante o pico das actividades, mais de 5.000 trabalhadores angolanos foram mobilizados nos diferentes estaleiros de construção. Com o início da produção, o projecto continua a gerar emprego directo e indirecto, contribuindo para o crescimento económico sustentável e o fortalecimento do setor energético nacional.
O Presidente do Conselho de Administração da ANPG, Paulino Jerónimo, considerou o primeiro gás do campo Quiluma um feito notável, afirmando: “Esta nova capacidade reforça a diversificação energética nacional, sustenta as necessidades de consumo interno e possibilita uma geração de energia mais eficiente e limpa. Está de parabéns o Grupo Empreiteiro e todos os envolvidos para que este projecto se tornasse realidade”.
Para o CEO da Azule Energy, Joseph Murphy, “esta conquista reflecte o espírito de colaboração e o compromisso partilhado entre o MIREMPET, a ANPG, a Azule Energy e os parceiros do NGC, visando a estabilidade energética de longo prazo, o progresso industrial e a responsabilidade ambiental”.
O NGC posiciona Angola na linha da frente das soluções energéticas modernas e de menor intensidade carbónica, assinalando um novo capítulo no sector energético nacional. A infra-estrutura interliga recursos offshore em águas rasas a uma unidade onshore de processamento de última geração, destacando-se especialmente no âmbito de Conteúdo Local e segurança, com mais de 20 milhões de horas trabalhadas sem incidentes.