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Quatro médicos angolanos concluem especialização no Brasil e reforçam sector da saúde

Quatro médicos angolanos concluem especialização no Brasil e reforçam sector da saúde
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Nesta segunda-feira, 23 de Fevereiro, quatro médicos bolseiros angolanos concluíram formações especializadas em anestesia cardiovascular, cirurgia cardíaca e endoscopia respiratória na Universidade de São Paulo (USP), no Brasil, após um ano e seis meses de capacitação intensiva no âmbito do Programa de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal da Saúde em Angola (PFRHS), iniciativa financiada pelo Banco Mundial que visa reforçar a capacidade técnica e científica das unidades hospitalares angolanas.

Os profissionais Adelma Ariane Cabral, formada em anestesia cardiovascular, Joaquim Gonga, especializado em cirurgia cardíaca, e Sónia Jungo e Avelina Catone, ambas em endoscopia respiratória, reforçam agora o leque de especialistas nacionais em domínios de elevada complexidade técnica e científica, considerados fundamentais para a melhoria da assistência hospitalar no país.

A formação decorreu em instituições de referência, incluindo o Hospital das Clínicas da FMUSP, onde os médicos participaram em programas com forte componente prática, tecnológica e de investigação clínica. O objectivo central é reduzir a necessidade de evacuações médicas para o exterior e aumentar a capacidade de resposta interna em casos cardiovasculares e respiratórios complexos.

Segundo dados do PFRHS, o projecto já alcançou 32,8% de execução, com 12.471 profissionais formados até à data. Dos mais de mil bolseiros enviados para o exterior, cerca de 700 realizaram formação no Brasil, sendo 27 acolhidos pelo Hospital das Clínicas da FMUSP em especialidades prioritárias.

Até Fevereiro de 2026, 521 profissionais concluíram formação internacional, contribuindo directamente para o reforço do capital humano no sector da saúde. O programa é financiado pelo Banco Mundial, com um investimento global de 200 milhões de dólares, e prevê especializar cerca de 38 mil profissionais até 2028.

A iniciativa enquadra-se na estratégia nacional de fortalecimento do sistema de saúde angolano, com foco na cobertura universal, na melhoria da qualidade dos serviços e na consolidação de quadros altamente qualificados capazes de responder aos desafios crescentes do sector.

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Marcelino Vasconcelos

Nesta segunda-feira, 23 de Fevereiro, quatro médicos bolseiros angolanos concluíram formações especializadas em anestesia cardiovascular, cirurgia cardíaca e endoscopia respiratória na Universidade de São Paulo (USP), no Brasil, após um ano e seis meses de capacitação intensiva no âmbito do Programa de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal da Saúde em Angola (PFRHS), iniciativa financiada pelo Banco Mundial que visa reforçar a capacidade técnica e científica das unidades hospitalares angolanas.

Os profissionais Adelma Ariane Cabral, formada em anestesia cardiovascular, Joaquim Gonga, especializado em cirurgia cardíaca, e Sónia Jungo e Avelina Catone, ambas em endoscopia respiratória, reforçam agora o leque de especialistas nacionais em domínios de elevada complexidade técnica e científica, considerados fundamentais para a melhoria da assistência hospitalar no país.

A formação decorreu em instituições de referência, incluindo o Hospital das Clínicas da FMUSP, onde os médicos participaram em programas com forte componente prática, tecnológica e de investigação clínica. O objectivo central é reduzir a necessidade de evacuações médicas para o exterior e aumentar a capacidade de resposta interna em casos cardiovasculares e respiratórios complexos.

Segundo dados do PFRHS, o projecto já alcançou 32,8% de execução, com 12.471 profissionais formados até à data. Dos mais de mil bolseiros enviados para o exterior, cerca de 700 realizaram formação no Brasil, sendo 27 acolhidos pelo Hospital das Clínicas da FMUSP em especialidades prioritárias.

Até Fevereiro de 2026, 521 profissionais concluíram formação internacional, contribuindo directamente para o reforço do capital humano no sector da saúde. O programa é financiado pelo Banco Mundial, com um investimento global de 200 milhões de dólares, e prevê especializar cerca de 38 mil profissionais até 2028.

A iniciativa enquadra-se na estratégia nacional de fortalecimento do sistema de saúde angolano, com foco na cobertura universal, na melhoria da qualidade dos serviços e na consolidação de quadros altamente qualificados capazes de responder aos desafios crescentes do sector.

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