
Especialistas de saúde em Luanda estão preocupados com o crescimento dos casos de tuberculose em crianças, após o registo de 27.735 infecções em 2025, das quais 2.733 em pacientes pediátricos, segundo dados avançados este domingo, 22 de Março, pela directora do Hospital Anti-Tuberculose e Lepra de Luanda, o “Dispensário”.
Os dados foram avançados pela directora do Hospital Anti-Tuberculose e Lepra de Luanda, conhecido como “Dispensário”, durante declarações feitas neste domingo, 22 de Março. A responsável destacou que o cenário exige uma intervenção coordenada e contínua, sobretudo no reforço da vigilância epidemiológica e no acesso rápido aos serviços de saúde.
Especialistas sublinham que a tuberculose em idade pediátrica representa um desafio acrescido, devido às dificuldades no diagnóstico precoce e à maior vulnerabilidade das crianças à evolução da doença. A situação reforça a necessidade de campanhas de sensibilização junto das comunidades, bem como de um acompanhamento mais próximo dos casos suspeitos.
Outro ponto de preocupação prende-se com o contexto social e económico, que continua a influenciar a propagação da doença, especialmente em zonas com maior densidade populacional e condições de vida mais frágeis. A melhoria do acesso a cuidados médicos e o reforço das estratégias de rastreio são apontados como medidas essenciais para travar o avanço da tuberculose.
O sector da saúde apela, por isso, ao envolvimento de todos os actores, instituições públicas, privadas e sociedade civil, na luta contra a doença, com destaque para a importância da adesão ao tratamento e do diagnóstico precoce.
A tuberculose continua a ser um dos principais desafios de saúde pública em Angola, exigindo respostas rápidas e eficazes para proteger as populações mais vulneráveis, sobretudo as crianças, que representam uma das maiores preocupações neste quadro epidemiológico.
Especialistas de saúde em Luanda estão preocupados com o crescimento dos casos de tuberculose em crianças, após o registo de 27.735 infecções em 2025, das quais 2.733 em pacientes pediátricos, segundo dados avançados este domingo, 22 de Março, pela directora do Hospital Anti-Tuberculose e Lepra de Luanda, o “Dispensário”.
Os dados foram avançados pela directora do Hospital Anti-Tuberculose e Lepra de Luanda, conhecido como “Dispensário”, durante declarações feitas neste domingo, 22 de Março. A responsável destacou que o cenário exige uma intervenção coordenada e contínua, sobretudo no reforço da vigilância epidemiológica e no acesso rápido aos serviços de saúde.
Especialistas sublinham que a tuberculose em idade pediátrica representa um desafio acrescido, devido às dificuldades no diagnóstico precoce e à maior vulnerabilidade das crianças à evolução da doença. A situação reforça a necessidade de campanhas de sensibilização junto das comunidades, bem como de um acompanhamento mais próximo dos casos suspeitos.
Outro ponto de preocupação prende-se com o contexto social e económico, que continua a influenciar a propagação da doença, especialmente em zonas com maior densidade populacional e condições de vida mais frágeis. A melhoria do acesso a cuidados médicos e o reforço das estratégias de rastreio são apontados como medidas essenciais para travar o avanço da tuberculose.
O sector da saúde apela, por isso, ao envolvimento de todos os actores, instituições públicas, privadas e sociedade civil, na luta contra a doença, com destaque para a importância da adesão ao tratamento e do diagnóstico precoce.
A tuberculose continua a ser um dos principais desafios de saúde pública em Angola, exigindo respostas rápidas e eficazes para proteger as populações mais vulneráveis, sobretudo as crianças, que representam uma das maiores preocupações neste quadro epidemiológico.