
Em Madagáscar, o presidente interino Michael Randrianirina anunciou a utilização de testes de polígrafo para avaliar a integridade dos candidatos ao novo governo, numa medida adoptada nos últimos dias, após a demissão do primeiro-ministro e de todo o executivo anterior, com o objectivo de garantir maior confiança e combater a corrupção na futura formação governativa, cuja apresentação está prevista para o início da próxima semana, na sequência de um processo político marcado por protestos, instabilidade e uma transição liderada pelos militares.
O anúncio surge num contexto de forte turbulência política no país, após manifestações populares contra a escassez de água e energia que, em Setembro do ano passado, evoluíram para um movimento de contestação mais amplo, culminando na fuga do então Presidente Andry Rajoelina. Desde então, a liderança interina, assumida por Randrianirina em Outubro, tem procurado consolidar o poder e restabelecer a ordem institucional, num ambiente ainda marcado por tensões e desconfiança.
Segundo o chefe de Estado, os testes de polígrafo serão usados como instrumento de verificação de integridade, permitindo identificar eventuais casos de corrupção ou deslealdade dentro do novo governo. “Saberemos quem é corrupto e quem nos pode ajudar”, afirmou, sublinhando que o processo visa assegurar a confiança na liderança e reforçar o compromisso com os interesses do país.
Paralelamente, Madagáscar tem vindo a reforçar as suas relações internacionais, com destaque para a aproximação à Rússia, especialmente nas áreas de segurança, agricultura e recursos minerais. Durante uma visita a Moscovo, em Fevereiro, Randrianirina destacou o interesse do país em diversificar as suas parcerias, incluindo a cooperação com blocos como o BRICS, enquanto Moscovo já iniciou o envio de apoio militar e formação às forças armadas malgaxes.
O líder interino também reiterou o compromisso de realizar eleições até ao final de 2027, indicando que um comité militar continuará a partilhar a governação com o governo de transição durante este período. O objectivo, segundo a liderança, é garantir estabilidade, reconstruir as instituições e responder aos desafios económicos e sociais que levaram à actual crise política no país.
Em Madagáscar, o presidente interino Michael Randrianirina anunciou a utilização de testes de polígrafo para avaliar a integridade dos candidatos ao novo governo, numa medida adoptada nos últimos dias, após a demissão do primeiro-ministro e de todo o executivo anterior, com o objectivo de garantir maior confiança e combater a corrupção na futura formação governativa, cuja apresentação está prevista para o início da próxima semana, na sequência de um processo político marcado por protestos, instabilidade e uma transição liderada pelos militares.
O anúncio surge num contexto de forte turbulência política no país, após manifestações populares contra a escassez de água e energia que, em Setembro do ano passado, evoluíram para um movimento de contestação mais amplo, culminando na fuga do então Presidente Andry Rajoelina. Desde então, a liderança interina, assumida por Randrianirina em Outubro, tem procurado consolidar o poder e restabelecer a ordem institucional, num ambiente ainda marcado por tensões e desconfiança.
Segundo o chefe de Estado, os testes de polígrafo serão usados como instrumento de verificação de integridade, permitindo identificar eventuais casos de corrupção ou deslealdade dentro do novo governo. “Saberemos quem é corrupto e quem nos pode ajudar”, afirmou, sublinhando que o processo visa assegurar a confiança na liderança e reforçar o compromisso com os interesses do país.
Paralelamente, Madagáscar tem vindo a reforçar as suas relações internacionais, com destaque para a aproximação à Rússia, especialmente nas áreas de segurança, agricultura e recursos minerais. Durante uma visita a Moscovo, em Fevereiro, Randrianirina destacou o interesse do país em diversificar as suas parcerias, incluindo a cooperação com blocos como o BRICS, enquanto Moscovo já iniciou o envio de apoio militar e formação às forças armadas malgaxes.
O líder interino também reiterou o compromisso de realizar eleições até ao final de 2027, indicando que um comité militar continuará a partilhar a governação com o governo de transição durante este período. O objectivo, segundo a liderança, é garantir estabilidade, reconstruir as instituições e responder aos desafios económicos e sociais que levaram à actual crise política no país.