
O serviço da dívida pública deverá ultrapassar os 15 biliões de kwanzas em 2026, reflectindo o peso crescente dos compromissos financeiros do Estado num contexto de gestão activa da dívida e de alinhamento com as condições dos mercados interno e externo. A medida insere-se na Estratégia de Endividamento 2025–2028, que visa melhorar o perfil de vencimentos e garantir maior sustentabilidade das finanças públicas.
De acordo com as projecções, o Governo prevê captar um total de 15,03 biliões de kwanzas durante o próximo ano, numa estratégia equilibrada entre o mercado interno e externo. Desta captação, 7,10 biliões de kwanzas deverão ser obtidos no mercado interno, enquanto 7,92 biliões de kwanzas terão origem no mercado externo, reforçando a diversificação das fontes de financiamento.
No que diz respeito ao serviço da dívida governamental, estima-se que o montante atinja 15,24 biliões de kwanzas, sendo que a maior parte está associada à dívida externa. Cerca de 58 por cento deste valor, equivalente a 8,76 biliões de kwanzas, corresponde a compromissos com credores externos, enquanto os restantes 42 por cento, no valor de 6,47 biliões de kwanzas, dizem respeito à dívida interna.
Este cenário evidencia a necessidade de uma gestão criteriosa da dívida pública, sobretudo no que toca à pressão exercida pelos compromissos externos sobre o orçamento do Estado. A gestão eficiente destes pagamentos é considerada essencial para manter a estabilidade macroeconómica e assegurar a capacidade de resposta do Governo às necessidades do país.
Relactivamente ao stock da dívida pública, as projecções apontam para um valor aproximado de 60,99 biliões de kwanzas em 2026, o que corresponde a cerca de 64,73 mil milhões de dólares. Este nível de endividamento coloca o rácio dívida/PIB em torno dos 45 por cento, um indicador relevante para avaliar a sustentabilidade da dívida no médio e longo prazo.
Perante este contexto, o Governo reforça a aposta numa estratégia de gestão responsável da dívida, com foco na sustentabilidade fiscal, na redução de riscos e na optimização dos recursos financeiros. A abordagem pretende garantir o equilíbrio das contas públicas e promover maior confiança dos mercados, assegurando condições para o desenvolvimento económico do país.
O serviço da dívida pública deverá ultrapassar os 15 biliões de kwanzas em 2026, reflectindo o peso crescente dos compromissos financeiros do Estado num contexto de gestão activa da dívida e de alinhamento com as condições dos mercados interno e externo. A medida insere-se na Estratégia de Endividamento 2025–2028, que visa melhorar o perfil de vencimentos e garantir maior sustentabilidade das finanças públicas.
De acordo com as projecções, o Governo prevê captar um total de 15,03 biliões de kwanzas durante o próximo ano, numa estratégia equilibrada entre o mercado interno e externo. Desta captação, 7,10 biliões de kwanzas deverão ser obtidos no mercado interno, enquanto 7,92 biliões de kwanzas terão origem no mercado externo, reforçando a diversificação das fontes de financiamento.
No que diz respeito ao serviço da dívida governamental, estima-se que o montante atinja 15,24 biliões de kwanzas, sendo que a maior parte está associada à dívida externa. Cerca de 58 por cento deste valor, equivalente a 8,76 biliões de kwanzas, corresponde a compromissos com credores externos, enquanto os restantes 42 por cento, no valor de 6,47 biliões de kwanzas, dizem respeito à dívida interna.
Este cenário evidencia a necessidade de uma gestão criteriosa da dívida pública, sobretudo no que toca à pressão exercida pelos compromissos externos sobre o orçamento do Estado. A gestão eficiente destes pagamentos é considerada essencial para manter a estabilidade macroeconómica e assegurar a capacidade de resposta do Governo às necessidades do país.
Relactivamente ao stock da dívida pública, as projecções apontam para um valor aproximado de 60,99 biliões de kwanzas em 2026, o que corresponde a cerca de 64,73 mil milhões de dólares. Este nível de endividamento coloca o rácio dívida/PIB em torno dos 45 por cento, um indicador relevante para avaliar a sustentabilidade da dívida no médio e longo prazo.
Perante este contexto, o Governo reforça a aposta numa estratégia de gestão responsável da dívida, com foco na sustentabilidade fiscal, na redução de riscos e na optimização dos recursos financeiros. A abordagem pretende garantir o equilíbrio das contas públicas e promover maior confiança dos mercados, assegurando condições para o desenvolvimento económico do país.