
A África do Sul declarou estado de calamidade pública na sequência de chuvas intensas e inundações que provocaram, até ao momento, pelo menos 30 mortos no norte do país, além de milhares de casas danificadas e infra-estruturas essenciais, como estradas e pontes gravemente afectadas.
A decisão foi anunciada pelo chefe do Centro Nacional de Gestão de Desastres e confirmada pelo Governo, permitindo uma coordenação reforçada da resposta a nível nacional. As províncias mais atingidas são Limpopo e Mpumalanga, onde se registaram a maioria das vítimas mortais, embora o Ministério da Governança Cooperativa e Assuntos Tradicionais reconheça impactos significativos em pelo menos outras três províncias.
De acordo com a Africanews, partes da África do Sul e de países vizinhos, como Moçambique e Zimbábue, têm enfrentado semanas consecutivas de chuvas fortes, resultando em cheias devastadoras. Desde o final do ano passado, mais de 100 pessoas perderam a vida nos três países devido a inundações, com especial incidência no centro e sul de Moçambique e no norte sul-africano.
No norte da África do Sul, as cheias forçaram o encerramento temporário do Parque Nacional Kruger, uma das maiores reservas naturais do mundo, e levaram à evacuação de centenas de turistas e funcionários de acampamentos inundados. As autoridades indicam que o parque se prepara agora para uma reabertura gradual, após a retirada de mais de 300 pessoas e a avaliação dos danos.
A primeira-ministra da província de Limpopo estimou prejuízos na ordem dos 240 milhões de dólares, sublinhando que numerosas casas e edifícios foram completamente destruídos. Paralelamente, equipas de resgate continuam à procura de pelo menos quatro pessoas dadas como desaparecidas, entre elas uma criança de cinco anos, alegadamente arrastada pelas águas da enchente que atingiu a sua residência.
As autoridades confirmaram ainda o desaparecimento de um funcionário do município de Ekurhuleni, a leste de Joanesburgo, cujo veículo terá sido levado pelas cheias enquanto se encontrava em Moçambique. As operações de busca prosseguem, apesar das dificuldades impostas pelas condições meteorológicas.
O país tem um histórico recente de episódios semelhantes. Em 2024, mais de 100 pessoas morreram em inundações na província do Cabo Oriental, enquanto, em 2022, as cheias em KwaZulu-Natal causaram mais de 400 vítimas mortais, reforçando os alertas para a crescente vulnerabilidade da região a fenómenos climáticos extremos.
A África do Sul declarou estado de calamidade pública na sequência de chuvas intensas e inundações que provocaram, até ao momento, pelo menos 30 mortos no norte do país, além de milhares de casas danificadas e infra-estruturas essenciais, como estradas e pontes gravemente afectadas.
A decisão foi anunciada pelo chefe do Centro Nacional de Gestão de Desastres e confirmada pelo Governo, permitindo uma coordenação reforçada da resposta a nível nacional. As províncias mais atingidas são Limpopo e Mpumalanga, onde se registaram a maioria das vítimas mortais, embora o Ministério da Governança Cooperativa e Assuntos Tradicionais reconheça impactos significativos em pelo menos outras três províncias.
De acordo com a Africanews, partes da África do Sul e de países vizinhos, como Moçambique e Zimbábue, têm enfrentado semanas consecutivas de chuvas fortes, resultando em cheias devastadoras. Desde o final do ano passado, mais de 100 pessoas perderam a vida nos três países devido a inundações, com especial incidência no centro e sul de Moçambique e no norte sul-africano.
No norte da África do Sul, as cheias forçaram o encerramento temporário do Parque Nacional Kruger, uma das maiores reservas naturais do mundo, e levaram à evacuação de centenas de turistas e funcionários de acampamentos inundados. As autoridades indicam que o parque se prepara agora para uma reabertura gradual, após a retirada de mais de 300 pessoas e a avaliação dos danos.
A primeira-ministra da província de Limpopo estimou prejuízos na ordem dos 240 milhões de dólares, sublinhando que numerosas casas e edifícios foram completamente destruídos. Paralelamente, equipas de resgate continuam à procura de pelo menos quatro pessoas dadas como desaparecidas, entre elas uma criança de cinco anos, alegadamente arrastada pelas águas da enchente que atingiu a sua residência.
As autoridades confirmaram ainda o desaparecimento de um funcionário do município de Ekurhuleni, a leste de Joanesburgo, cujo veículo terá sido levado pelas cheias enquanto se encontrava em Moçambique. As operações de busca prosseguem, apesar das dificuldades impostas pelas condições meteorológicas.
O país tem um histórico recente de episódios semelhantes. Em 2024, mais de 100 pessoas morreram em inundações na província do Cabo Oriental, enquanto, em 2022, as cheias em KwaZulu-Natal causaram mais de 400 vítimas mortais, reforçando os alertas para a crescente vulnerabilidade da região a fenómenos climáticos extremos.