
A China anunciou nesta quarta-feira, 14 de Janeiro, um superávit comercial recorde de 1,189 biliões de dólares em 2025, impulsionado pelo crescimento das exportações para mercados fora dos Estados Unidos. A estratégia de diversificação para regiões como Sudeste Asiático, África e América Latina protegeu a economia chinesa da pressão das tarifas americanas e fortaleceu a sua presença global.
“A economia chinesa continua extraordinariamente competitiva”, afirma Fred Neumann, economista-chefe para a Ásia do Hongkong and Shanghai Banking Corporation (HSBC). Segundo ele, o desempenho reflete não só ganhos de produtividade e avanços tecnológicos, como também a fraca procura interna e a capacidade ociosa das fábricas.
Para 2026, Pequim enfrenta desafios significativos, incluindo a necessidade de tranquilizar investidores internacionais sobre práticas comerciais e excesso de capacidade, bem como reduzir a dependência de produtos essenciais fabricados localmente. O aumento dos superávits pode também intensificar tensões com parceiros comerciais, especialmente aqueles dependentes de produtos manufaturados chineses.
O crescimento das exportações chinesas acelerou para 6,6% em dezembro, superando as expectativas de economistas, que previam apenas 3%. “Com uma base de parceiros comerciais mais diversificada, a China consegue enfrentar riscos de forma muito mais eficaz”, comentou Wang Jun, vice-ministro da administração aduaneira, após a divulgação dos dados.
O valor do superávit anual aproxima-se do PIB de economias como a Arábia Saudita, evidenciando a dimensão global do comércio chinês e a resiliência da segunda maior economia do mundo.
A China anunciou nesta quarta-feira, 14 de Janeiro, um superávit comercial recorde de 1,189 biliões de dólares em 2025, impulsionado pelo crescimento das exportações para mercados fora dos Estados Unidos. A estratégia de diversificação para regiões como Sudeste Asiático, África e América Latina protegeu a economia chinesa da pressão das tarifas americanas e fortaleceu a sua presença global.
“A economia chinesa continua extraordinariamente competitiva”, afirma Fred Neumann, economista-chefe para a Ásia do Hongkong and Shanghai Banking Corporation (HSBC). Segundo ele, o desempenho reflete não só ganhos de produtividade e avanços tecnológicos, como também a fraca procura interna e a capacidade ociosa das fábricas.
Para 2026, Pequim enfrenta desafios significativos, incluindo a necessidade de tranquilizar investidores internacionais sobre práticas comerciais e excesso de capacidade, bem como reduzir a dependência de produtos essenciais fabricados localmente. O aumento dos superávits pode também intensificar tensões com parceiros comerciais, especialmente aqueles dependentes de produtos manufaturados chineses.
O crescimento das exportações chinesas acelerou para 6,6% em dezembro, superando as expectativas de economistas, que previam apenas 3%. “Com uma base de parceiros comerciais mais diversificada, a China consegue enfrentar riscos de forma muito mais eficaz”, comentou Wang Jun, vice-ministro da administração aduaneira, após a divulgação dos dados.
O valor do superávit anual aproxima-se do PIB de economias como a Arábia Saudita, evidenciando a dimensão global do comércio chinês e a resiliência da segunda maior economia do mundo.