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Luanda acolhe encontro estratégico sobre sustentabilidade e economia verde

Luanda acolhe encontro estratégico sobre sustentabilidade e economia verde
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Luanda será palco, no dia 10 de Março de 2026, da segunda edição do Fórum Nacional de Negócios Sustentáveis (FNNS), uma iniciativa que promete colocar a sustentabilidade no centro do debate económico nacional. O encontro terá lugar no Hotel Intercontinental e reunirá decisores públicos, líderes empresariais, especialistas, académicos e representantes da sociedade civil.

Sob o lema “Construindo um Futuro Sustentável”, o Fórum pretende fomentar um diálogo estratégico sobre transição energética, desenvolvimento económico responsável e governação sustentável, em alinhamento com as prioridades nacionais e os compromissos internacionais assumidos por Angola.

Entre os temas em agenda destacam-se a energia limpa, a descarbonização da economia, a sustentabilidade empresarial e os desafios e oportunidades que o país enfrenta no contexto das agendas globais de sustentabilidade.

Um dos aspectos mais inovadores desta edição será a implementação, pela primeira vez em Angola num evento desta natureza, de um sistema de medição da Pegada de Carbono. A iniciativa irá contemplar as emissões directas e indirectas associadas à realização do Fórum, prevendo igualmente a sua compensação através da aquisição de créditos de carbono. Os participantes, parceiros e patrocinadores poderão, assim, beneficiar de um Selo Verde de Compensação de Carbono, com reconhecimento internacional.

A programação inclui ainda um conjunto de reuniões estratégicas B2B (Business to Business) e B2G (Business to Government), destinadas a estimular parcerias, facilitar investimentos e reforçar a cooperação entre o sector privado e as instituições públicas. O acesso a estas sessões será limitado a convidados previamente inscritos.

A segunda edição do FNNS consolida-se, assim, como um espaço de concertação multissectorial, num momento em que a sustentabilidade deixa de ser apenas discurso e se afirma como exigência estrutural para o futuro económico de Angola.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

Luanda será palco, no dia 10 de Março de 2026, da segunda edição do Fórum Nacional de Negócios Sustentáveis (FNNS), uma iniciativa que promete colocar a sustentabilidade no centro do debate económico nacional. O encontro terá lugar no Hotel Intercontinental e reunirá decisores públicos, líderes empresariais, especialistas, académicos e representantes da sociedade civil.

Sob o lema “Construindo um Futuro Sustentável”, o Fórum pretende fomentar um diálogo estratégico sobre transição energética, desenvolvimento económico responsável e governação sustentável, em alinhamento com as prioridades nacionais e os compromissos internacionais assumidos por Angola.

Entre os temas em agenda destacam-se a energia limpa, a descarbonização da economia, a sustentabilidade empresarial e os desafios e oportunidades que o país enfrenta no contexto das agendas globais de sustentabilidade.

Um dos aspectos mais inovadores desta edição será a implementação, pela primeira vez em Angola num evento desta natureza, de um sistema de medição da Pegada de Carbono. A iniciativa irá contemplar as emissões directas e indirectas associadas à realização do Fórum, prevendo igualmente a sua compensação através da aquisição de créditos de carbono. Os participantes, parceiros e patrocinadores poderão, assim, beneficiar de um Selo Verde de Compensação de Carbono, com reconhecimento internacional.

A programação inclui ainda um conjunto de reuniões estratégicas B2B (Business to Business) e B2G (Business to Government), destinadas a estimular parcerias, facilitar investimentos e reforçar a cooperação entre o sector privado e as instituições públicas. O acesso a estas sessões será limitado a convidados previamente inscritos.

A segunda edição do FNNS consolida-se, assim, como um espaço de concertação multissectorial, num momento em que a sustentabilidade deixa de ser apenas discurso e se afirma como exigência estrutural para o futuro económico de Angola.

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