O Conclave para eleger o novo Papa terá início em 7 de maio, reunindo 133 cardeais eleitores na Capela Sistina. Diversos nomes têm sido apontados como possíveis sucessores de Francisco, incluindo figuras de diferentes continentes e correntes dentro da Igreja.
Entre os favoritos destacam-se:
Cardeal Pietro Parolin (Itália): Secretário de Estado do Vaticano, é reconhecido por sua habilidade diplomática e experiência na Cúria Romana;
Cardeal Luis Antonio Tagle (Filipinas): Conhecido como o “Francisco Asiático”, é apreciado por sua abordagem pastoral e comunicação eficaz.
Cardeal Matteo Zuppi (Itália): Arcebispo de Bolonha, é visto como um moderado, com forte actuação social e envolvimento em iniciativas de paz.
Cardeal Robert Sarah (Guiné): Prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino, é uma voz influente entre os conservadores.
Cardeal José Tolentino de Mendonça (Portugal): Teólogo e poeta, com experiência missionária na Europa e em Angola, é considerado uma figura culturalmente relevante e espiritual.
A diversidade entre os candidatos reflecte as múltiplas direcções que a Igreja pode seguir após o pontificado de Francisco.
O Conclave para eleger o novo Papa terá início em 7 de maio, reunindo 133 cardeais eleitores na Capela Sistina. Diversos nomes têm sido apontados como possíveis sucessores de Francisco, incluindo figuras de diferentes continentes e correntes dentro da Igreja.
Entre os favoritos destacam-se:
Cardeal Pietro Parolin (Itália): Secretário de Estado do Vaticano, é reconhecido por sua habilidade diplomática e experiência na Cúria Romana;
Cardeal Luis Antonio Tagle (Filipinas): Conhecido como o “Francisco Asiático”, é apreciado por sua abordagem pastoral e comunicação eficaz.
Cardeal Matteo Zuppi (Itália): Arcebispo de Bolonha, é visto como um moderado, com forte actuação social e envolvimento em iniciativas de paz.
Cardeal Robert Sarah (Guiné): Prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino, é uma voz influente entre os conservadores.
Cardeal José Tolentino de Mendonça (Portugal): Teólogo e poeta, com experiência missionária na Europa e em Angola, é considerado uma figura culturalmente relevante e espiritual.
A diversidade entre os candidatos reflecte as múltiplas direcções que a Igreja pode seguir após o pontificado de Francisco.