
A Etiópia deu, neste sábado 10, um passo decisivo para se afirmar como um dos grandes centros da aviação mundial, com o lançamento oficial da construção do Aeroporto Internacional de Bishoftu. O projecto, apresentado pelo primeiro-ministro Abiy Ahmed, ambiciona tornar-se o maior aeroporto de África e um dos mais relevantes hubs intercontinentais quando estiver concluído.
Localizado nas proximidades da cidade de Bishoftu, no estado regional de Oromia, a cerca de 40 quilómetros a sudeste de Adis Abeba, o novo aeroporto surge como resposta directa ao crescimento acelerado do sector aéreo etíope e à iminente saturação do Aeroporto Internacional de Bole, actualmente com capacidade para cerca de 25 milhões de passageiros por ano.
Durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra, Abiy Ahmed sublinhou que a infraestrutura integra a estratégia nacional de modernização e desenvolvimento económico, reforçando o papel da Etiópia como principal porta de entrada aérea do continente. “Este é um marco que simboliza o avanço do país rumo à prosperidade, à modernização e à confiança na mudança”, afirmou.
De acordo com o plano apresentado, a primeira fase do projecto deverá estar concluída dentro de quatro anos e permitirá atender até 60 milhões de passageiros por ano. Na fase final, a capacidade total poderá atingir os 110 milhões de passageiros anuais, mais de quatro vezes o volume actualmente suportado pelo principal aeroporto do país.
O director-executivo do Ethiopian Airlines Group, Mesfin Tasew, detalhou que a fase inicial inclui dois grandes terminais de passageiros, duas pistas paralelas, áreas de estacionamento para até 180 aeronaves, um hotel, um terminal de carga com capacidade para movimentar 1,5 milhão de toneladas por ano e um centro de manutenção aeronáutica. O projecto prevê ainda a construção de uma auto-estrada moderna de múltiplas faixas e uma linha ferroviária de alta velocidade, com 38 quilómetros, ligando o aeroporto a Adis Abeba.
Avaliado agora em cerca de 12,5 mil milhões de dólares, o empreendimento será desenvolvido pela Ethiopian Airlines, que venceu o contrato para o desenho do aeroporto de quatro pistas e financiará cerca de 30% do investimento, sendo o restante assegurado por instituições financeiras. Segundo a Reuters, o governo etíope já alocou 610 milhões de dólares para os trabalhos iniciais de terraplanagem, que deverão estar concluídos no prazo de um ano, com o arranque das principais obras previsto para Agosto de 2026.
As autoridades estimam que o Aeroporto Internacional de Bishoftu, com capacidade para estacionar até 270 aviões, esteja plenamente operacional em 2030, consolidando a Etiópia como um eixo central da aviação africana e global.
A Etiópia deu, neste sábado 10, um passo decisivo para se afirmar como um dos grandes centros da aviação mundial, com o lançamento oficial da construção do Aeroporto Internacional de Bishoftu. O projecto, apresentado pelo primeiro-ministro Abiy Ahmed, ambiciona tornar-se o maior aeroporto de África e um dos mais relevantes hubs intercontinentais quando estiver concluído.
Localizado nas proximidades da cidade de Bishoftu, no estado regional de Oromia, a cerca de 40 quilómetros a sudeste de Adis Abeba, o novo aeroporto surge como resposta directa ao crescimento acelerado do sector aéreo etíope e à iminente saturação do Aeroporto Internacional de Bole, actualmente com capacidade para cerca de 25 milhões de passageiros por ano.
Durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra, Abiy Ahmed sublinhou que a infraestrutura integra a estratégia nacional de modernização e desenvolvimento económico, reforçando o papel da Etiópia como principal porta de entrada aérea do continente. “Este é um marco que simboliza o avanço do país rumo à prosperidade, à modernização e à confiança na mudança”, afirmou.
De acordo com o plano apresentado, a primeira fase do projecto deverá estar concluída dentro de quatro anos e permitirá atender até 60 milhões de passageiros por ano. Na fase final, a capacidade total poderá atingir os 110 milhões de passageiros anuais, mais de quatro vezes o volume actualmente suportado pelo principal aeroporto do país.
O director-executivo do Ethiopian Airlines Group, Mesfin Tasew, detalhou que a fase inicial inclui dois grandes terminais de passageiros, duas pistas paralelas, áreas de estacionamento para até 180 aeronaves, um hotel, um terminal de carga com capacidade para movimentar 1,5 milhão de toneladas por ano e um centro de manutenção aeronáutica. O projecto prevê ainda a construção de uma auto-estrada moderna de múltiplas faixas e uma linha ferroviária de alta velocidade, com 38 quilómetros, ligando o aeroporto a Adis Abeba.
Avaliado agora em cerca de 12,5 mil milhões de dólares, o empreendimento será desenvolvido pela Ethiopian Airlines, que venceu o contrato para o desenho do aeroporto de quatro pistas e financiará cerca de 30% do investimento, sendo o restante assegurado por instituições financeiras. Segundo a Reuters, o governo etíope já alocou 610 milhões de dólares para os trabalhos iniciais de terraplanagem, que deverão estar concluídos no prazo de um ano, com o arranque das principais obras previsto para Agosto de 2026.
As autoridades estimam que o Aeroporto Internacional de Bishoftu, com capacidade para estacionar até 270 aviões, esteja plenamente operacional em 2030, consolidando a Etiópia como um eixo central da aviação africana e global.