.png)
O crescimento dos pagamentos digitais e a procura por soluções capazes de ampliar o acesso aos serviços financeiros estiveram em destaque num seminário promovido pelo Banco Nacional de Angola (BNA), no âmbito da Feira Internacional de Luanda (FILDA) 2026, onde foram apresentados dados sobre a evolução dos principais instrumentos de pagamento no país.
Durante a sessão, Edna Castro, responsável pela Comunicação do Banco Nacional de Angola, abordou a evolução dos meios de pagamento electrónicos e o papel dos instrumentos alternativos na expansão da inclusão financeira em Angola.
Entre as soluções apresentadas esteve o KWiK (Kwanza Instantâneo), sistema de pagamentos instantâneos promovido pelo BNA e operacionalizado pela Empresa Interbancária de Serviços (EMIS). A plataforma permite realizar transferências e pagamentos de forma rápida, através de diferentes participantes do sistema financeiro, incluindo bancos e carteiras móveis.
Segundo os dados apresentados durante o seminário, a rede MULTICAIXA registou cerca de 182 milhões de operações, movimentando aproximadamente cinco biliões de kwanzas. No mesmo período, o KWiK contabilizou quatro milhões de operações, correspondentes a 118,2 mil milhões de kwanzas transaccionados.
A evolução do KWiK insere-se numa estratégia mais ampla de diversificação dos meios de pagamento e de promoção da inclusão financeira. A solução permite realizar operações através de identificadores como o número de telemóvel, correio electrónico, alcunha ou IBAN (Número Internacional de Conta Bancária), facilitando transferências e pagamentos entre utilizadores e diferentes participantes do sistema.
Ao contrário do que acontece com os serviços bancários tradicionais, a utilização do KWiK não depende necessariamente de uma conta bancária convencional. O sistema pode ser acedido através de uma conta KWiK disponibilizada por uma instituição participante ou por uma carteira móvel aderente, permitindo alcançar utilizadores que não mantêm uma relação directa com a banca tradicional.
A EMIS desempenha um papel central na infraestrutura de pagamentos electrónicos em Angola, assegurando a operacionalização do KWiK e a interligação entre diferentes participantes do sistema, contribuindo para a expansão dos pagamentos digitais.
Os dados apresentados na FILDA 2026 mostram o crescimento da utilização dos meios electrónicos de pagamento no país e colocam em evidência o desafio de garantir que a transformação digital seja acompanhada por maior literacia financeira, confiança nos sistemas e acesso às infraestruturas tecnológicas.
A discussão sobre os instrumentos alternativos de pagamento surge num contexto em que Angola procura aprofundar a inclusão financeira e tornar os serviços financeiros mais acessíveis à população. O crescimento do KWiK e de outras soluções digitais sinaliza uma mudança gradual no comportamento dos consumidores e na forma como as transacções são realizadas no país.
O crescimento dos pagamentos digitais e a procura por soluções capazes de ampliar o acesso aos serviços financeiros estiveram em destaque num seminário promovido pelo Banco Nacional de Angola (BNA), no âmbito da Feira Internacional de Luanda (FILDA) 2026, onde foram apresentados dados sobre a evolução dos principais instrumentos de pagamento no país.
Durante a sessão, Edna Castro, responsável pela Comunicação do Banco Nacional de Angola, abordou a evolução dos meios de pagamento electrónicos e o papel dos instrumentos alternativos na expansão da inclusão financeira em Angola.
Entre as soluções apresentadas esteve o KWiK (Kwanza Instantâneo), sistema de pagamentos instantâneos promovido pelo BNA e operacionalizado pela Empresa Interbancária de Serviços (EMIS). A plataforma permite realizar transferências e pagamentos de forma rápida, através de diferentes participantes do sistema financeiro, incluindo bancos e carteiras móveis.
Segundo os dados apresentados durante o seminário, a rede MULTICAIXA registou cerca de 182 milhões de operações, movimentando aproximadamente cinco biliões de kwanzas. No mesmo período, o KWiK contabilizou quatro milhões de operações, correspondentes a 118,2 mil milhões de kwanzas transaccionados.
A evolução do KWiK insere-se numa estratégia mais ampla de diversificação dos meios de pagamento e de promoção da inclusão financeira. A solução permite realizar operações através de identificadores como o número de telemóvel, correio electrónico, alcunha ou IBAN (Número Internacional de Conta Bancária), facilitando transferências e pagamentos entre utilizadores e diferentes participantes do sistema.
Ao contrário do que acontece com os serviços bancários tradicionais, a utilização do KWiK não depende necessariamente de uma conta bancária convencional. O sistema pode ser acedido através de uma conta KWiK disponibilizada por uma instituição participante ou por uma carteira móvel aderente, permitindo alcançar utilizadores que não mantêm uma relação directa com a banca tradicional.
A EMIS desempenha um papel central na infraestrutura de pagamentos electrónicos em Angola, assegurando a operacionalização do KWiK e a interligação entre diferentes participantes do sistema, contribuindo para a expansão dos pagamentos digitais.
Os dados apresentados na FILDA 2026 mostram o crescimento da utilização dos meios electrónicos de pagamento no país e colocam em evidência o desafio de garantir que a transformação digital seja acompanhada por maior literacia financeira, confiança nos sistemas e acesso às infraestruturas tecnológicas.
A discussão sobre os instrumentos alternativos de pagamento surge num contexto em que Angola procura aprofundar a inclusão financeira e tornar os serviços financeiros mais acessíveis à população. O crescimento do KWiK e de outras soluções digitais sinaliza uma mudança gradual no comportamento dos consumidores e na forma como as transacções são realizadas no país.