
Durante a Conferência sobre Saúde, realizada nesta sexta-feira, 20 de Março, pela Economia & Mercado, em Luanda, no Hotel Epic Sana, o CEO do Grupo Aliva Saúde, Justin Gavanescu, destacou que o futuro do sistema de saúde em Angola depende, sobretudo, do investimento contínuo na formação de profissionais de saúde e da criação de parcerias estruturadas entre os sectores público e privado.
Gavanescu destacou que a solução não passa apenas pela construção de novas infra-estruturas. “O futuro da saúde em Angola não será construído pelo sector público nem pelo sector privado isoladamente. Será construído pelos dois, a trabalhar juntos, com um compromisso comum de melhorar os resultados para os pacientes”, afirmou. Segundo ele, um sistema integrado, com colaboração efectiva entre públicos e privados, permite otimizar recursos, reduzir custos e ampliar o acesso a serviços de qualidade.
O Grupo Aliva tem concentrado esforços na formação e capacitação de profissionais, incluindo programas de especialização no exterior e colaborações com equipas médicas internacionais. Essas iniciativas visam não apenas transferir conhecimento, mas garantir que as competências adquiridas permaneçam no país, fortalecendo a saúde nacional a longo prazo.
Um exemplo concreto desse modelo é o ortopedista angolano Manuel Dolongo, que realizou formação especializada em Portugal com apoio do Aliva. De regresso a Angola, ele lidera cirurgias ortopédicas complexas, trabalhando ao lado de equipas internacionais e oferecendo aos pacientes tratamentos avançados sem a necessidade de deslocações ao exterior, garantindo qualidade clínica próxima da internacional.
Além da formação, Gavanescu sublinhou o papel das parcerias estratégicas, incluindo com seguradoras, como forma de tornar o modelo sustentável e acessível. “Quando conseguimos realizar procedimentos em Angola, garantimos qualidade, reduzimos custos e evitamos que os pacientes tenham de se deslocar milhares de quilómetros, longe das suas famílias. Este é um modelo mais eficiente, sustentável e, acima de tudo, humano”, acrescentou.
O CEO destacou ainda que a modernização da saúde depende de um enquadramento que permita estruturar parcerias público-privadas, acelerando a implementação de soluções inovadoras e garantindo resultados clínicos mensuráveis. Este tipo de abordagem, segundo ele, é essencial para que Angola possa oferecer cuidados de saúde de nível internacional sem depender exclusivamente de recursos externos.
A participação do Aliva na conferência reforça o posicionamento do grupo como um parceiro activo e estratégico na transformação do sistema de saúde angolano. Ao apostar na formação, transferência de conhecimento e parcerias sustentáveis, o Aliva procura criar capacidade nacional, assegurando que os angolanos tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade no seu próprio país.
Durante a Conferência sobre Saúde, realizada nesta sexta-feira, 20 de Março, pela Economia & Mercado, em Luanda, no Hotel Epic Sana, o CEO do Grupo Aliva Saúde, Justin Gavanescu, destacou que o futuro do sistema de saúde em Angola depende, sobretudo, do investimento contínuo na formação de profissionais de saúde e da criação de parcerias estruturadas entre os sectores público e privado.
Gavanescu destacou que a solução não passa apenas pela construção de novas infra-estruturas. “O futuro da saúde em Angola não será construído pelo sector público nem pelo sector privado isoladamente. Será construído pelos dois, a trabalhar juntos, com um compromisso comum de melhorar os resultados para os pacientes”, afirmou. Segundo ele, um sistema integrado, com colaboração efectiva entre públicos e privados, permite otimizar recursos, reduzir custos e ampliar o acesso a serviços de qualidade.
O Grupo Aliva tem concentrado esforços na formação e capacitação de profissionais, incluindo programas de especialização no exterior e colaborações com equipas médicas internacionais. Essas iniciativas visam não apenas transferir conhecimento, mas garantir que as competências adquiridas permaneçam no país, fortalecendo a saúde nacional a longo prazo.
Um exemplo concreto desse modelo é o ortopedista angolano Manuel Dolongo, que realizou formação especializada em Portugal com apoio do Aliva. De regresso a Angola, ele lidera cirurgias ortopédicas complexas, trabalhando ao lado de equipas internacionais e oferecendo aos pacientes tratamentos avançados sem a necessidade de deslocações ao exterior, garantindo qualidade clínica próxima da internacional.
Além da formação, Gavanescu sublinhou o papel das parcerias estratégicas, incluindo com seguradoras, como forma de tornar o modelo sustentável e acessível. “Quando conseguimos realizar procedimentos em Angola, garantimos qualidade, reduzimos custos e evitamos que os pacientes tenham de se deslocar milhares de quilómetros, longe das suas famílias. Este é um modelo mais eficiente, sustentável e, acima de tudo, humano”, acrescentou.
O CEO destacou ainda que a modernização da saúde depende de um enquadramento que permita estruturar parcerias público-privadas, acelerando a implementação de soluções inovadoras e garantindo resultados clínicos mensuráveis. Este tipo de abordagem, segundo ele, é essencial para que Angola possa oferecer cuidados de saúde de nível internacional sem depender exclusivamente de recursos externos.
A participação do Aliva na conferência reforça o posicionamento do grupo como um parceiro activo e estratégico na transformação do sistema de saúde angolano. Ao apostar na formação, transferência de conhecimento e parcerias sustentáveis, o Aliva procura criar capacidade nacional, assegurando que os angolanos tenham acesso a cuidados de saúde de qualidade no seu próprio país.