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A modernização dos sistemas de saúde foi o ponto central da intervenção de Tiago Jorge Barreto Pires, durante a I Conferência E&M sobre saúde, realizada nesta sexta-feira, 20 de Março, no EPIC SANA Luanda.
Director de Instalações e Equipamentos no Hospital de São José, o especialista destacou que o sector vive uma transformação acelerada, impulsionada pela inovação tecnológica. A inteligência artificial, a telemedicina e a monitorização remota de pacientes estão a redefinir a forma como os cuidados são prestados, permitindo maior eficiência e alcance. Ainda assim, alertou para um risco crescente: o excesso de dados exige não apenas tecnologia, mas também capacidade crítica para os interpretar e tomar decisões acertadas.
Ao olhar para a realidade angolana, Tiago Pires foi directo: o principal desafio continua a ser o capital humano. Com cerca de 0,3 médicos por mil habitantes, um valor muito abaixo da média internacional e um número reduzido de enfermeiros, o país enfrenta limitações estruturais que comprometem a expansão e a qualidade dos serviços.
Como resposta, está em curso uma estratégia que prevê a formação de cerca de 38 mil profissionais de saúde, através de parcerias internacionais que incluem instituições da Europa e das Américas. O objectivo é criar um sistema mais robusto e sustentável, capaz de responder às exigências actuais e futuras. Ainda assim, reconhece-se que este é um processo gradual, que exige tempo, planeamento e continuidade.
Desde 2017, segundo o especialista, registam-se avanços no sector, com a expansão da rede hospitalar, o aumento das formações no exterior, com destaque para o Brasil e investimentos progressivos em tecnologia.
Outro eixo fundamental é a humanização dos serviços. Para Tiago Pires, melhorar a qualidade do atendimento passa por reforçar a formação dos profissionais e ampliar o acesso à saúde, garantindo que o progresso tecnológico não se afaste das necessidades humanas.
Por fim, deixou um apelo claro ao investimento na indústria farmacêutica, defendendo uma maior articulação entre os sectores público e privado como caminho para fortalecer o sistema de saúde em Angola.
A modernização dos sistemas de saúde foi o ponto central da intervenção de Tiago Jorge Barreto Pires, durante a I Conferência E&M sobre saúde, realizada nesta sexta-feira, 20 de Março, no EPIC SANA Luanda.
Director de Instalações e Equipamentos no Hospital de São José, o especialista destacou que o sector vive uma transformação acelerada, impulsionada pela inovação tecnológica. A inteligência artificial, a telemedicina e a monitorização remota de pacientes estão a redefinir a forma como os cuidados são prestados, permitindo maior eficiência e alcance. Ainda assim, alertou para um risco crescente: o excesso de dados exige não apenas tecnologia, mas também capacidade crítica para os interpretar e tomar decisões acertadas.
Ao olhar para a realidade angolana, Tiago Pires foi directo: o principal desafio continua a ser o capital humano. Com cerca de 0,3 médicos por mil habitantes, um valor muito abaixo da média internacional e um número reduzido de enfermeiros, o país enfrenta limitações estruturais que comprometem a expansão e a qualidade dos serviços.
Como resposta, está em curso uma estratégia que prevê a formação de cerca de 38 mil profissionais de saúde, através de parcerias internacionais que incluem instituições da Europa e das Américas. O objectivo é criar um sistema mais robusto e sustentável, capaz de responder às exigências actuais e futuras. Ainda assim, reconhece-se que este é um processo gradual, que exige tempo, planeamento e continuidade.
Desde 2017, segundo o especialista, registam-se avanços no sector, com a expansão da rede hospitalar, o aumento das formações no exterior, com destaque para o Brasil e investimentos progressivos em tecnologia.
Outro eixo fundamental é a humanização dos serviços. Para Tiago Pires, melhorar a qualidade do atendimento passa por reforçar a formação dos profissionais e ampliar o acesso à saúde, garantindo que o progresso tecnológico não se afaste das necessidades humanas.
Por fim, deixou um apelo claro ao investimento na indústria farmacêutica, defendendo uma maior articulação entre os sectores público e privado como caminho para fortalecer o sistema de saúde em Angola.