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Mister Nino lança “Kizombada” com Filipe Mukenga e Grace Évora na Ilha de Luanda

Mister Nino lança “Kizombada” com Filipe Mukenga e Grace Évora na Ilha de Luanda
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Numa noite em que a música serviu de ponte entre culturas e consciências, o cantor angolano Mister Nino apresentou, na última sexta-feira, na Ilha de Luanda, o seu novo álbum, “Kizombada”, num espectáculo marcado por mensagens de solidariedade e justiça social.

Segundo uma nota a que o ONgoma News teve acesso, a iniciativa enquadra-se numa produção do projecto ResiliArt Angola, ligado à American School of Angola (ASA), no âmbito da promoção da cultura de paz e das comemorações do Dia Mundial da Justiça Social, assinalado a 21 de Fevereiro.

Para além da celebração artística, o evento foi também um gesto simbólico de solidariedade para com as vítimas das recentes cheias em Moçambique e Cabo Verde, sublinhando o papel da música como instrumento de união entre povos.

No palco, Mister Nino interpretou temas como “Kizombada”, faixa-título do álbum, e “Jóia”, entre outras composições do novo trabalho discográfico. O espectáculo contou com a participação especial de nomes consagrados da música lusófona, como Filipe Mukenga e Grace Évora, reforçando o diálogo artístico entre Angola e Cabo Verde.

A cerimónia reuniu ainda diversas personalidades do meio artístico e institucional, entre as quais Maya Cool, a vice-presidente da Câmara de Newark, Dra. Lígia Freitas, o embaixador da Roménia, Dr. Florim, e a embaixadora do Egipto, Dra. Neveen, além de membros do corpo diplomático acreditado em Angola.

Durante a apresentação, o director executivo do ResiliArt Angola, Marcos Agostinho, destacou que a prioridade do projecto passa pelo empoderamento dos artistas nacionais, com especial enfoque na internacionalização da Kizomba enquanto expressão identitária angolana.

Entre turistas, apreciadores do género e representantes institucionais, a noite confirmou a vitalidade da Kizomba como património vivo, uma dança que nasce do compasso, mas se afirma como linguagem de pertença e resistência cultural.

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Veloso de Almeida

Repórter

Veloso estudou Comunicação Social no Instituto Superior Técnico de Angola (ISTA) e estagia como jornalista no portal ONgoma News.

Numa noite em que a música serviu de ponte entre culturas e consciências, o cantor angolano Mister Nino apresentou, na última sexta-feira, na Ilha de Luanda, o seu novo álbum, “Kizombada”, num espectáculo marcado por mensagens de solidariedade e justiça social.

Segundo uma nota a que o ONgoma News teve acesso, a iniciativa enquadra-se numa produção do projecto ResiliArt Angola, ligado à American School of Angola (ASA), no âmbito da promoção da cultura de paz e das comemorações do Dia Mundial da Justiça Social, assinalado a 21 de Fevereiro.

Para além da celebração artística, o evento foi também um gesto simbólico de solidariedade para com as vítimas das recentes cheias em Moçambique e Cabo Verde, sublinhando o papel da música como instrumento de união entre povos.

No palco, Mister Nino interpretou temas como “Kizombada”, faixa-título do álbum, e “Jóia”, entre outras composições do novo trabalho discográfico. O espectáculo contou com a participação especial de nomes consagrados da música lusófona, como Filipe Mukenga e Grace Évora, reforçando o diálogo artístico entre Angola e Cabo Verde.

A cerimónia reuniu ainda diversas personalidades do meio artístico e institucional, entre as quais Maya Cool, a vice-presidente da Câmara de Newark, Dra. Lígia Freitas, o embaixador da Roménia, Dr. Florim, e a embaixadora do Egipto, Dra. Neveen, além de membros do corpo diplomático acreditado em Angola.

Durante a apresentação, o director executivo do ResiliArt Angola, Marcos Agostinho, destacou que a prioridade do projecto passa pelo empoderamento dos artistas nacionais, com especial enfoque na internacionalização da Kizomba enquanto expressão identitária angolana.

Entre turistas, apreciadores do género e representantes institucionais, a noite confirmou a vitalidade da Kizomba como património vivo, uma dança que nasce do compasso, mas se afirma como linguagem de pertença e resistência cultural.

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