
A execução do Orçamento Geral do Estado (OGE) registou, no segundo trimestre de 2026, receitas arrecadadas de 9,85 biliões de kwanzas e despesas realizadas na ordem dos 10,24 biliões de kwanzas, segundo o relatório de execução orçamental apreciado esta quarta-feira pelo Conselho de Ministros.
Os dados mostram que a receita arrecadada corresponde a 30 por cento da previsão anual inscrita no OGE, enquanto a despesa executada representa 31 por cento do valor total fixado para o exercício. A diferença entre as receitas e as despesas realizadas no período ronda os 390 mil milhões de kwanzas.
O relatório apresenta um retrato global da execução orçamental, financeira e patrimonial do Estado durante o segundo trimestre, incluindo os balanços orçamental e financeiro, bem como as variações registadas no património público ao longo do período.
No domínio da inflação, os dados apontam para uma taxa homóloga de 10,11 por cento em Junho de 2026, uma redução de 9,62 pontos percentuais face aos 19,73 por cento registados no mesmo mês de 2025. Apesar da desaceleração, a evolução dos preços continua a influenciar o poder de compra das famílias e o desempenho da actividade económica.
O serviço da dívida apresentou comportamentos distintos entre as componentes interna e externa. No segundo trimestre, o Estado desembolsou 2,54 biliões de kwanzas para o serviço da dívida interna, valor que representa uma redução de 7 por cento em relação ao trimestre anterior.
Em sentido contrário, os pagamentos relativos ao serviço da dívida externa atingiram 3,31 biliões de kwanzas, correspondendo a um aumento de 58 por cento face ao primeiro trimestre. A subida representa uma maior pressão sobre os recursos destinados ao cumprimento das obrigações externas do Estado.
Os dados do segundo trimestre revelam, assim, um cenário em que as despesas executadas ficaram acima das receitas arrecadadas, enquanto o serviço da dívida continua a representar uma parcela significativa das obrigações financeiras do Estado. A evolução destes indicadores será acompanhada ao longo do segundo semestre, à medida que avança a execução das metas previstas no OGE 2026.
A execução do Orçamento Geral do Estado (OGE) registou, no segundo trimestre de 2026, receitas arrecadadas de 9,85 biliões de kwanzas e despesas realizadas na ordem dos 10,24 biliões de kwanzas, segundo o relatório de execução orçamental apreciado esta quarta-feira pelo Conselho de Ministros.
Os dados mostram que a receita arrecadada corresponde a 30 por cento da previsão anual inscrita no OGE, enquanto a despesa executada representa 31 por cento do valor total fixado para o exercício. A diferença entre as receitas e as despesas realizadas no período ronda os 390 mil milhões de kwanzas.
O relatório apresenta um retrato global da execução orçamental, financeira e patrimonial do Estado durante o segundo trimestre, incluindo os balanços orçamental e financeiro, bem como as variações registadas no património público ao longo do período.
No domínio da inflação, os dados apontam para uma taxa homóloga de 10,11 por cento em Junho de 2026, uma redução de 9,62 pontos percentuais face aos 19,73 por cento registados no mesmo mês de 2025. Apesar da desaceleração, a evolução dos preços continua a influenciar o poder de compra das famílias e o desempenho da actividade económica.
O serviço da dívida apresentou comportamentos distintos entre as componentes interna e externa. No segundo trimestre, o Estado desembolsou 2,54 biliões de kwanzas para o serviço da dívida interna, valor que representa uma redução de 7 por cento em relação ao trimestre anterior.
Em sentido contrário, os pagamentos relativos ao serviço da dívida externa atingiram 3,31 biliões de kwanzas, correspondendo a um aumento de 58 por cento face ao primeiro trimestre. A subida representa uma maior pressão sobre os recursos destinados ao cumprimento das obrigações externas do Estado.
Os dados do segundo trimestre revelam, assim, um cenário em que as despesas executadas ficaram acima das receitas arrecadadas, enquanto o serviço da dívida continua a representar uma parcela significativa das obrigações financeiras do Estado. A evolução destes indicadores será acompanhada ao longo do segundo semestre, à medida que avança a execução das metas previstas no OGE 2026.