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A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um alerta aos governos para o reforço urgente da tributação sobre bebidas açucaradas e alcoólicas, advertindo que estes produtos estão cada vez mais acessíveis e a impulsionar um aumento significativo de doenças evitáveis em todo o mundo.
Segundo a OMS, impostos baixos ou mal ajustados têm contribuído para que bebidas açucaradas e alcoólicas se tornem mais baratas em muitos países, favorecendo o crescimento de problemas como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, vários tipos de cancro e lesões, com especial incidência entre os jovens.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Genebra, na Suíça, o director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, sublinhou que os impostos representam “ferramentas poderosas” não só para reduzir consumos nocivos, mas também para gerar receitas destinadas ao financiamento de serviços públicos essenciais, em particular os sistemas de saúde.
Em dois relatórios globais divulgados esta semana, a organização destaca que sistemas fiscais frágeis mantêm os preços artificialmente baixos, ao mesmo tempo que os custos com doenças evitáveis continuam a crescer. A informação foi avançada pelo Jornal de Angola, que acompanhou a divulgação dos documentos da OMS.
Tedros Adhanom Ghebreyesus alertou ainda que, na maioria dos países, os impostos aplicados a estes produtos são “muito baixos, mal concebidos, raramente actualizados e, muitas vezes, desalinhados com os objectivos de saúde pública”. Apesar dos lucros de milhares de milhões gerados pelo sector das bebidas açucaradas e alcoólicas, os Estados arrecadam apenas uma pequena parcela através de impostos específicos.
Como consequência, acrescentou o responsável, o consumo destes produtos torna-se mais fácil, enquanto as doenças e lesões associadas continuam a exercer uma pressão crescente sobre os sistemas de saúde, as famílias e os orçamentos públicos, agravando desafios que poderiam ser evitados com políticas fiscais mais eficazes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um alerta aos governos para o reforço urgente da tributação sobre bebidas açucaradas e alcoólicas, advertindo que estes produtos estão cada vez mais acessíveis e a impulsionar um aumento significativo de doenças evitáveis em todo o mundo.
Segundo a OMS, impostos baixos ou mal ajustados têm contribuído para que bebidas açucaradas e alcoólicas se tornem mais baratas em muitos países, favorecendo o crescimento de problemas como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, vários tipos de cancro e lesões, com especial incidência entre os jovens.
Durante uma conferência de imprensa realizada em Genebra, na Suíça, o director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, sublinhou que os impostos representam “ferramentas poderosas” não só para reduzir consumos nocivos, mas também para gerar receitas destinadas ao financiamento de serviços públicos essenciais, em particular os sistemas de saúde.
Em dois relatórios globais divulgados esta semana, a organização destaca que sistemas fiscais frágeis mantêm os preços artificialmente baixos, ao mesmo tempo que os custos com doenças evitáveis continuam a crescer. A informação foi avançada pelo Jornal de Angola, que acompanhou a divulgação dos documentos da OMS.
Tedros Adhanom Ghebreyesus alertou ainda que, na maioria dos países, os impostos aplicados a estes produtos são “muito baixos, mal concebidos, raramente actualizados e, muitas vezes, desalinhados com os objectivos de saúde pública”. Apesar dos lucros de milhares de milhões gerados pelo sector das bebidas açucaradas e alcoólicas, os Estados arrecadam apenas uma pequena parcela através de impostos específicos.
Como consequência, acrescentou o responsável, o consumo destes produtos torna-se mais fácil, enquanto as doenças e lesões associadas continuam a exercer uma pressão crescente sobre os sistemas de saúde, as famílias e os orçamentos públicos, agravando desafios que poderiam ser evitados com políticas fiscais mais eficazes.