
O YouTube anunciou um reforço significativo dos seus controlos parentais, com novas funcionalidades pensadas para tornar a experiência dos adolescentes mais segura e equilibrada. A principal novidade é a possibilidade de limitar, ou mesmo bloquear por completo o acesso aos vídeos curtos, os populares Shorts, em contas supervisionadas.
Entre as medidas agora em implementação está um temporizador específico para os Shorts, que permitirá aos pais e encarregados de educação definir o tempo máximo de visualização diária. Em breve, será possível reduzir esse tempo a zero, impedindo totalmente o acesso a este formato.
Segundo Jennifer Flannery O’Connor, vice-presidente de gestão de produto do YouTube, trata-se de “uma funcionalidade pioneira na indústria”, concebida para devolver aos pais o controlo efectivo sobre o consumo de conteúdos de formato curto pelos filhos.
Além disso, os lembretes para fazer pausas e para a hora de dormir passam a estar activados por defeito para utilizadores entre os 13 e os 17 anos, numa tentativa de promover hábitos digitais mais saudáveis.
O YouTube anunciou também mudanças no seu algoritmo de recomendação para adolescentes, que passará a privilegiar conteúdos considerados mais enriquecedores e adequados à idade, com maior destaque para canais educativos. Estes novos princípios foram desenvolvidos em colaboração com especialistas e instituições como o Center for Scholars and Storytellers da UCLA, a Associação Americana de Psicologia e o Digital Wellness Lab do Boston Children’s Hospital.
Outra alteração relevante diz respeito às contas infantis. O processo de criação será actualizado para que estas contas fiquem directamente ligadas às dos pais, sem necessidade de endereço de e-mail ou palavra-passe próprios. Na aplicação móvel, será possível alternar entre contas familiares de forma simples e rápida, garantindo que cada utilizador acede apenas ao tipo de conteúdo ajustado à sua idade.
Com estas mudanças, o YouTube procura responder às crescentes preocupações em torno do tempo de ecrã e do impacto dos vídeos curtos no bem-estar dos mais jovens, apostando numa experiência digital mais consciente e supervisionada.
O YouTube anunciou um reforço significativo dos seus controlos parentais, com novas funcionalidades pensadas para tornar a experiência dos adolescentes mais segura e equilibrada. A principal novidade é a possibilidade de limitar, ou mesmo bloquear por completo o acesso aos vídeos curtos, os populares Shorts, em contas supervisionadas.
Entre as medidas agora em implementação está um temporizador específico para os Shorts, que permitirá aos pais e encarregados de educação definir o tempo máximo de visualização diária. Em breve, será possível reduzir esse tempo a zero, impedindo totalmente o acesso a este formato.
Segundo Jennifer Flannery O’Connor, vice-presidente de gestão de produto do YouTube, trata-se de “uma funcionalidade pioneira na indústria”, concebida para devolver aos pais o controlo efectivo sobre o consumo de conteúdos de formato curto pelos filhos.
Além disso, os lembretes para fazer pausas e para a hora de dormir passam a estar activados por defeito para utilizadores entre os 13 e os 17 anos, numa tentativa de promover hábitos digitais mais saudáveis.
O YouTube anunciou também mudanças no seu algoritmo de recomendação para adolescentes, que passará a privilegiar conteúdos considerados mais enriquecedores e adequados à idade, com maior destaque para canais educativos. Estes novos princípios foram desenvolvidos em colaboração com especialistas e instituições como o Center for Scholars and Storytellers da UCLA, a Associação Americana de Psicologia e o Digital Wellness Lab do Boston Children’s Hospital.
Outra alteração relevante diz respeito às contas infantis. O processo de criação será actualizado para que estas contas fiquem directamente ligadas às dos pais, sem necessidade de endereço de e-mail ou palavra-passe próprios. Na aplicação móvel, será possível alternar entre contas familiares de forma simples e rápida, garantindo que cada utilizador acede apenas ao tipo de conteúdo ajustado à sua idade.
Com estas mudanças, o YouTube procura responder às crescentes preocupações em torno do tempo de ecrã e do impacto dos vídeos curtos no bem-estar dos mais jovens, apostando numa experiência digital mais consciente e supervisionada.