
A Câmara de Comércio e Indústria de Gás, Petróleo e Minérios de Angola (CCIGPMA) recomendou, este sábado, 31 de Janeiro, que as empresas do sector extractivo em Angola invistam em Inteligência Artificial (IA) como forma de otimizar a exploração de recursos naturais e reduzir custos operacionais.
De acordo com uma nota da Câmara, a adoção de tecnologias avançadas permitirá à indústria melhorar a manutenção preditiva em plataformas petrolíferas e minas, aumentando a eficiência e a segurança operacional.
O documento alerta ainda que, para atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE), Angola deve simplificar regulamentações, promover a inovação, e apostar em eficiência energética e energias renováveis, alinhando o setor com metas globais de sustentabilidade.
Num cenário de queda nos preços do petróleo, a CCIGPMA recomenda que empresas e Governo reforcem as almofadas financeiras e racionalizem despesas, garantindo a sustentabilidade a longo prazo.
Apesar dos desafios, a Câmara destaca que a resiliência global e o crescimento acelerado da África Subsaariana oferecem oportunidades para Angola consolidar-se como fornecedor estável de energia e minérios, desde que avance com reformas de modernização tecnológica e estabilidade regulatória.
A nota também alerta para os riscos externos que podem afetar o IDE em Angola, como conflitos geopolíticos no Médio Oriente e na Ucrânia, o aumento dos custos de transporte e seguros, bem como níveis elevados de dívida pública global, que podem encarecer o crédito para projetos de infraestrutura.
O posicionamento da CCIGPMA baseou-se no Relatório de Perspectivas Económicas Mundiais do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado em Janeiro de 2026, que projeta um crescimento da economia mundial de 3,3% em 2026 e 3,2% em 2027.
Para Angola, o cenário na África Subsaariana é optimista, com crescimento regional previsto de 4,4% em 2025 para 4,6% em 2026 e 2027, impulsionado por estabilização macroeconómica e reformas estruturais.
O relatório indica ainda que o setor de Gás e Petróleo enfrenta uma queda de cerca de 7% este ano, devido ao crescimento moderado da procura global e ao aumento da oferta, mas a estratégia da OPEC+ e o aprovisionamento estratégico de grandes economias, como a China, devem evitar um colapso dos preços, mantendo um “chão” para o mercado.
A Câmara de Comércio e Indústria de Gás, Petróleo e Minérios de Angola (CCIGPMA) recomendou, este sábado, 31 de Janeiro, que as empresas do sector extractivo em Angola invistam em Inteligência Artificial (IA) como forma de otimizar a exploração de recursos naturais e reduzir custos operacionais.
De acordo com uma nota da Câmara, a adoção de tecnologias avançadas permitirá à indústria melhorar a manutenção preditiva em plataformas petrolíferas e minas, aumentando a eficiência e a segurança operacional.
O documento alerta ainda que, para atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE), Angola deve simplificar regulamentações, promover a inovação, e apostar em eficiência energética e energias renováveis, alinhando o setor com metas globais de sustentabilidade.
Num cenário de queda nos preços do petróleo, a CCIGPMA recomenda que empresas e Governo reforcem as almofadas financeiras e racionalizem despesas, garantindo a sustentabilidade a longo prazo.
Apesar dos desafios, a Câmara destaca que a resiliência global e o crescimento acelerado da África Subsaariana oferecem oportunidades para Angola consolidar-se como fornecedor estável de energia e minérios, desde que avance com reformas de modernização tecnológica e estabilidade regulatória.
A nota também alerta para os riscos externos que podem afetar o IDE em Angola, como conflitos geopolíticos no Médio Oriente e na Ucrânia, o aumento dos custos de transporte e seguros, bem como níveis elevados de dívida pública global, que podem encarecer o crédito para projetos de infraestrutura.
O posicionamento da CCIGPMA baseou-se no Relatório de Perspectivas Económicas Mundiais do Fundo Monetário Internacional (FMI), divulgado em Janeiro de 2026, que projeta um crescimento da economia mundial de 3,3% em 2026 e 3,2% em 2027.
Para Angola, o cenário na África Subsaariana é optimista, com crescimento regional previsto de 4,4% em 2025 para 4,6% em 2026 e 2027, impulsionado por estabilização macroeconómica e reformas estruturais.
O relatório indica ainda que o setor de Gás e Petróleo enfrenta uma queda de cerca de 7% este ano, devido ao crescimento moderado da procura global e ao aumento da oferta, mas a estratégia da OPEC+ e o aprovisionamento estratégico de grandes economias, como a China, devem evitar um colapso dos preços, mantendo um “chão” para o mercado.