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A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) assinalou, nesta sexta-feira, 6 de Fevereiro, em Luanda, o seu 7.º aniversário com o lançamento de uma nova identidade institucional e a apresentação do Plano Estratégico 2026-2030. O momento marcou a reafirmação do compromisso da instituição com a modernização do sector energético, a atracção de investimentos e a diversificação das fontes de energia em Angola.
Segundo a agência, os últimos sete anos foram marcados por avanços significativos na reorganização e modernização do sector petrolífero nacional. Entre as principais conquistas destacam-se a retoma das rondas de licitação após quase uma década de interrupção, a captação de novos investidores para bacias terrestres e marítimas e a valorização de campos maduros por meio de projectos de produção incremental, que contribuíram para maior estabilidade da produção no país.
O balanço institucional revela resultados expressivos: mais de 40 concessões atribuídas, 31 poços perfurados e descobertas superiores a 2,7 mil milhões de barris de petróleo. Esses números, segundo a ANPG, sustentam a ambição de posicionar Angola de forma mais competitiva no cenário energético global.
Durante a cerimónia, o Conselho de Administração da ANPG, presidido pelo engenheiro Paulino Jerónimo, apresentou como eixos prioritários a mitigação do declínio natural da produção, a dinamização do investimento e o reforço de um ambiente de maior previsibilidade, confiança e eficiência no sector.
O presidente do Conselho de Administração explicou que a nova identidade institucional “representa a evolução da Concessionária Nacional” e reforça a mensagem de que “Angola tem energia para mais”. Segundo Paulino Jerónimo, trata-se de um símbolo de “mais clareza na regulação, mais confiança e atracção de investimento, mais integração, mais sustentabilidade e mais futuro para o país”.
O responsável sublinhou ainda que o novo ciclo inicia-se num contexto de profundas transformações no sector energético mundial. “Há novas exigências ambientais, maior diversidade de fontes de energia e crescente concorrência na captação de investimento. Este cenário exige instituições mais ágeis, modernas e preparadas para pensar o futuro de forma integrada”, afirmou.
No domínio da transição energética, a ANPG destacou a adopção gradual de processos e tecnologias com menor intensidade de emissões, alinhados com as boas práticas internacionais e com padrões de segurança ambiental. Nesse contexto, o gás natural assume um papel cada vez mais relevante na diversificação da matriz energética angolana, com reforço do fornecimento à Angola LNG e novas descobertas em poços dedicados.
Outro ponto de relevo foi a integração progressiva do segmento dos biocombustíveis sob a alçada da ANPG, abrindo espaço para novas cadeias de valor e para a ampliação das fontes energéticas do país, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável.
Para além do impacto económico, a instituição evidenciou o contributo social do sector petrolífero. Nos últimos sete anos foram executados mais de 150 projectos de responsabilidade social, incluindo a construção e reabilitação de escolas, apoio a unidades de saúde e iniciativas nas áreas da cultura, ambiente, desporto e incentivo a micro-negócios.
Como marco simbólico deste novo ciclo, foi apresentada a nova identidade institucional da ANPG. De acordo com a entidade, a nova marca reflecte a diversidade das energias sob sua gestão, petróleo, gás e biocombustíveis, e traduz a ambição de consolidar Angola como um actor relevante e competitivo no panorama energético internacional.
A ANPG reafirmou, por fim, o seu papel central na gestão estratégica dos recursos energéticos do país e o compromisso de continuar a trabalhar para garantir um sector mais forte, diversificado e sustentável, em benefício do desenvolvimento económico e social de Angola.
A Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) assinalou, nesta sexta-feira, 6 de Fevereiro, em Luanda, o seu 7.º aniversário com o lançamento de uma nova identidade institucional e a apresentação do Plano Estratégico 2026-2030. O momento marcou a reafirmação do compromisso da instituição com a modernização do sector energético, a atracção de investimentos e a diversificação das fontes de energia em Angola.
Segundo a agência, os últimos sete anos foram marcados por avanços significativos na reorganização e modernização do sector petrolífero nacional. Entre as principais conquistas destacam-se a retoma das rondas de licitação após quase uma década de interrupção, a captação de novos investidores para bacias terrestres e marítimas e a valorização de campos maduros por meio de projectos de produção incremental, que contribuíram para maior estabilidade da produção no país.
O balanço institucional revela resultados expressivos: mais de 40 concessões atribuídas, 31 poços perfurados e descobertas superiores a 2,7 mil milhões de barris de petróleo. Esses números, segundo a ANPG, sustentam a ambição de posicionar Angola de forma mais competitiva no cenário energético global.
Durante a cerimónia, o Conselho de Administração da ANPG, presidido pelo engenheiro Paulino Jerónimo, apresentou como eixos prioritários a mitigação do declínio natural da produção, a dinamização do investimento e o reforço de um ambiente de maior previsibilidade, confiança e eficiência no sector.
O presidente do Conselho de Administração explicou que a nova identidade institucional “representa a evolução da Concessionária Nacional” e reforça a mensagem de que “Angola tem energia para mais”. Segundo Paulino Jerónimo, trata-se de um símbolo de “mais clareza na regulação, mais confiança e atracção de investimento, mais integração, mais sustentabilidade e mais futuro para o país”.
O responsável sublinhou ainda que o novo ciclo inicia-se num contexto de profundas transformações no sector energético mundial. “Há novas exigências ambientais, maior diversidade de fontes de energia e crescente concorrência na captação de investimento. Este cenário exige instituições mais ágeis, modernas e preparadas para pensar o futuro de forma integrada”, afirmou.
No domínio da transição energética, a ANPG destacou a adopção gradual de processos e tecnologias com menor intensidade de emissões, alinhados com as boas práticas internacionais e com padrões de segurança ambiental. Nesse contexto, o gás natural assume um papel cada vez mais relevante na diversificação da matriz energética angolana, com reforço do fornecimento à Angola LNG e novas descobertas em poços dedicados.
Outro ponto de relevo foi a integração progressiva do segmento dos biocombustíveis sob a alçada da ANPG, abrindo espaço para novas cadeias de valor e para a ampliação das fontes energéticas do país, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável.
Para além do impacto económico, a instituição evidenciou o contributo social do sector petrolífero. Nos últimos sete anos foram executados mais de 150 projectos de responsabilidade social, incluindo a construção e reabilitação de escolas, apoio a unidades de saúde e iniciativas nas áreas da cultura, ambiente, desporto e incentivo a micro-negócios.
Como marco simbólico deste novo ciclo, foi apresentada a nova identidade institucional da ANPG. De acordo com a entidade, a nova marca reflecte a diversidade das energias sob sua gestão, petróleo, gás e biocombustíveis, e traduz a ambição de consolidar Angola como um actor relevante e competitivo no panorama energético internacional.
A ANPG reafirmou, por fim, o seu papel central na gestão estratégica dos recursos energéticos do país e o compromisso de continuar a trabalhar para garantir um sector mais forte, diversificado e sustentável, em benefício do desenvolvimento económico e social de Angola.