
O Governo prevê investir mais de 216,5 mil milhões de kwanzas na contratação de professores cubanos e vietnamitas para leccionarem em instituições públicas de ensino superior, numa aposta que visa reforçar a qualidade académica e suprir a carência de especialistas no País.
Segundo avança a revista Economia & Mercado, com base no Plano Anual de Contratação Pública (PAC) do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCT), os docentes deverão actuar nas áreas de Saúde, Ciências, Engenharia, Tecnologias, Física, Agronomia e Computação. O procedimento será feito por ajuste directo, em regime de contratação simplificada. O documento não especifica o número de professores a recrutar nem a duração dos contratos.
A maior fatia do investimento, estimada em 143,4 mil milhões de kwanzas, destina-se à contratação de docentes vietnamitas para as áreas de Física, Agronomia e Computação nas instituições de ensino superior da província do Huambo. No Kwanza-Sul, para as mesmas áreas e nacionalidade, o montante previsto é de 34,1 mil milhões de kwanzas. Já no Cunene, o investimento projectado atinge os 31,8 mil milhões de kwanzas, igualmente para docentes vietnamitas.
No que diz respeito a Cuba, o Executivo prevê aplicar mais de 37,8 mil milhões de kwanzas na contratação de professores para as áreas de Saúde, Ciências, Engenharia e Tecnologias. O contrato de menor valor está estimado em 16,6 mil milhões de kwanzas, destinado às áreas de Ciências, Engenharia e Tecnologias, enquanto para o sector da Saúde o montante ascende a 21,1 mil milhões de kwanzas.
A contratação de docentes cubanos foi autorizada por despacho presidencial, em Outubro do ano passado, com um valor de 33,2 milhões de euros. No documento, o Presidente da República fundamenta a medida com a necessidade de colmatar a escassez de especialistas qualificados e experientes para assegurar a docência nas instituições públicas de ensino superior.
O recurso a professores estrangeiros surge num contexto de avaliação e acreditação dos cursos superiores, processo conduzido pelo Instituto Nacional de Avaliação, Acreditação e Reconhecimento de Estudos do Ensino Superior (INAAREES) desde 2023. A meta é avaliar cerca de 1.300 cursos até 2027, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2023-2027, com o objectivo de elevar a qualidade do ensino superior e suspender formações que não reúnam as condições exigidas. O programa está orçado em 540 milhões de kwanzas.
O Governo prevê investir mais de 216,5 mil milhões de kwanzas na contratação de professores cubanos e vietnamitas para leccionarem em instituições públicas de ensino superior, numa aposta que visa reforçar a qualidade académica e suprir a carência de especialistas no País.
Segundo avança a revista Economia & Mercado, com base no Plano Anual de Contratação Pública (PAC) do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCT), os docentes deverão actuar nas áreas de Saúde, Ciências, Engenharia, Tecnologias, Física, Agronomia e Computação. O procedimento será feito por ajuste directo, em regime de contratação simplificada. O documento não especifica o número de professores a recrutar nem a duração dos contratos.
A maior fatia do investimento, estimada em 143,4 mil milhões de kwanzas, destina-se à contratação de docentes vietnamitas para as áreas de Física, Agronomia e Computação nas instituições de ensino superior da província do Huambo. No Kwanza-Sul, para as mesmas áreas e nacionalidade, o montante previsto é de 34,1 mil milhões de kwanzas. Já no Cunene, o investimento projectado atinge os 31,8 mil milhões de kwanzas, igualmente para docentes vietnamitas.
No que diz respeito a Cuba, o Executivo prevê aplicar mais de 37,8 mil milhões de kwanzas na contratação de professores para as áreas de Saúde, Ciências, Engenharia e Tecnologias. O contrato de menor valor está estimado em 16,6 mil milhões de kwanzas, destinado às áreas de Ciências, Engenharia e Tecnologias, enquanto para o sector da Saúde o montante ascende a 21,1 mil milhões de kwanzas.
A contratação de docentes cubanos foi autorizada por despacho presidencial, em Outubro do ano passado, com um valor de 33,2 milhões de euros. No documento, o Presidente da República fundamenta a medida com a necessidade de colmatar a escassez de especialistas qualificados e experientes para assegurar a docência nas instituições públicas de ensino superior.
O recurso a professores estrangeiros surge num contexto de avaliação e acreditação dos cursos superiores, processo conduzido pelo Instituto Nacional de Avaliação, Acreditação e Reconhecimento de Estudos do Ensino Superior (INAAREES) desde 2023. A meta é avaliar cerca de 1.300 cursos até 2027, no âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2023-2027, com o objectivo de elevar a qualidade do ensino superior e suspender formações que não reúnam as condições exigidas. O programa está orçado em 540 milhões de kwanzas.