Baltasar Ebang Engonga, conhecido como "Bello", foi condenado a oito anos de prisão por peculato, após desviar fundos públicos para uso pessoal.
O ex-chefe da Agência Nacional de Investigação Financeira ganhou notoriedade em 2024, quando vídeos de sexo vazados o mostraram em situações comprometedores com várias mulheres, incluindo esposas e parentes de figuras proeminentes do governo, enquanto já estava sob investigação por ocultar dinheiro em contas nas Ilhas Cayman.
Conforme noticiou a BBC África, a decisão judicial sublinha a gravidade da sua conduta, que não apenas prejudicou os cofres públicos, mas também abalou a confiança na administração pública da Guiné Equatorial.
O caso de Engonga é emblemático da corrupção que persiste em várias esferas do governo, levantando questões sobre a responsabilização de altos funcionários. A esperança é que este caso sirva de alerta e incentive uma mudança real na governança do país.
Baltasar Ebang Engonga, conhecido como "Bello", foi condenado a oito anos de prisão por peculato, após desviar fundos públicos para uso pessoal.
O ex-chefe da Agência Nacional de Investigação Financeira ganhou notoriedade em 2024, quando vídeos de sexo vazados o mostraram em situações comprometedores com várias mulheres, incluindo esposas e parentes de figuras proeminentes do governo, enquanto já estava sob investigação por ocultar dinheiro em contas nas Ilhas Cayman.
Conforme noticiou a BBC África, a decisão judicial sublinha a gravidade da sua conduta, que não apenas prejudicou os cofres públicos, mas também abalou a confiança na administração pública da Guiné Equatorial.
O caso de Engonga é emblemático da corrupção que persiste em várias esferas do governo, levantando questões sobre a responsabilização de altos funcionários. A esperança é que este caso sirva de alerta e incentive uma mudança real na governança do país.