A Selecção Nacional de Basquetebol, que recentemente conquistou o título de campeã africana, continua a receber distinções e prémios de diferentes instituições nacionais. O mais recente gesto partiu da Sociedade Mineira de Catoca, que ofereceu a cada um dos 12 atletas o equivalente a 5 mil dólares norte-americanos e ainda uma pedra de diamante.
A homenagem decorreu na noite de quinta-feira, 28 de Agosto, em Luanda, durante a gala de encerramento da Expo-Catoca. O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, subiu ao palco para proceder à entrega simbólica dos prémios, num momento marcado por aplausos e reconhecimento à bravura da equipa nacional.
Com este contributo, os incentivos destinados aos campeões africanos continuam a aumentar. Recorde-se que:
O Banco Angolano de Investimentos (BAI) atribuiu 25 milhões de kwanzas a cada jogador;
A Unitel ofereceu 10 milhões de kwanzas por atleta;
Outros serviços e empresas também se juntaram às homenagens, elevando ainda mais a recompensa pelo feito histórico.
A sucessão de distinções confirma a relevância da conquista e a valorização do basquetebol angolano, que volta a erguer o nome do país no desporto continental. Para os atletas, cada prémio representa não apenas um incentivo material, mas também o reconhecimento público do esforço e dedicação que culminaram na glória africana.
A Selecção Nacional de Basquetebol, que recentemente conquistou o título de campeã africana, continua a receber distinções e prémios de diferentes instituições nacionais. O mais recente gesto partiu da Sociedade Mineira de Catoca, que ofereceu a cada um dos 12 atletas o equivalente a 5 mil dólares norte-americanos e ainda uma pedra de diamante.
A homenagem decorreu na noite de quinta-feira, 28 de Agosto, em Luanda, durante a gala de encerramento da Expo-Catoca. O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, subiu ao palco para proceder à entrega simbólica dos prémios, num momento marcado por aplausos e reconhecimento à bravura da equipa nacional.
Com este contributo, os incentivos destinados aos campeões africanos continuam a aumentar. Recorde-se que:
O Banco Angolano de Investimentos (BAI) atribuiu 25 milhões de kwanzas a cada jogador;
A Unitel ofereceu 10 milhões de kwanzas por atleta;
Outros serviços e empresas também se juntaram às homenagens, elevando ainda mais a recompensa pelo feito histórico.
A sucessão de distinções confirma a relevância da conquista e a valorização do basquetebol angolano, que volta a erguer o nome do país no desporto continental. Para os atletas, cada prémio representa não apenas um incentivo material, mas também o reconhecimento público do esforço e dedicação que culminaram na glória africana.