
Ruben Amorim já não é treinador do Manchester United. A saída do técnico português foi anunciada esta segunda-feira, 5 de janeiro, pelo clube inglês, pouco depois de a informação ter sido avançada pelo jornalista David Ornstein, do The Athletic. O despedimento ocorre ao fim de 14 meses no cargo, numa fase em que os Red Devils ocupam o sexto lugar da Premier League.
O último jogo de Amorim ao comando do United aconteceu no domingo, 4de Janeiro, em Elland Road, num empate a uma bola frente ao Leeds United. Após esse encontro, o treinador deu sinais públicos de tensão interna, sublinhando que via o seu papel como o de um gestor do clube e não apenas como técnico da equipa principal. “Não vou desistir. Farei o meu trabalho até que decidam mudar”, afirmou então, numa conferência de imprensa que agora ganha novos contornos.
Nos bastidores, o afastamento do treinador terá sido precipitado por divergências profundas com a hierarquia do clube, sobretudo em relação à política de transferências. Amorim acreditava que teria apoio na janela de Janeiro para reforçar o plantel, mas acabou por admitir que não existiam conversas em curso para mudanças no elenco. A situação deteriorou-se após críticas públicas ao departamento de recrutamento, que, segundo a imprensa britânica, minaram a confiança da direcção na continuidade do projecto.
Em comunicado oficial, o Manchester United justificou a decisão com a necessidade de dar à equipa “a melhor oportunidade de terminar a época com a classificação mais elevada possível”. O clube agradeceu ainda a contribuição do treinador português e desejou-lhe sucesso no futuro.
A passagem de Amorim por Old Trafford ficou marcada por críticas à sua rigidez táctica, nomeadamente pela insistência no sistema 3-4-3, e por resultados irregulares. Apesar de um investimento significativo no mercado com contratações sonantes no ataque, o United não conseguiu uma recuperação consistente. O treinador venceu apenas 15 dos 46 jogos disputados na Premier League e falhou objectivos internos, num contexto de grande instabilidade estrutural.
Darren Fletcher, antigo médio do clube e actual técnico da equipa sub-18, foi nomeado treinador interino. A sua estreia acontecerá já na quarta-feira, fora de casa, frente ao Burnley. A direcção deverá aguardar pelo verão para avançar com a contratação de um novo treinador principal.
Com esta mudança, o Manchester United soma já dez treinadores, entre principais e interinos, desde a saída de Sir Alex Ferguson, em 2013, prolongando um ciclo de instabilidade que continua a marcar o histórico recente do clube.
Ruben Amorim já não é treinador do Manchester United. A saída do técnico português foi anunciada esta segunda-feira, 5 de janeiro, pelo clube inglês, pouco depois de a informação ter sido avançada pelo jornalista David Ornstein, do The Athletic. O despedimento ocorre ao fim de 14 meses no cargo, numa fase em que os Red Devils ocupam o sexto lugar da Premier League.
O último jogo de Amorim ao comando do United aconteceu no domingo, 4de Janeiro, em Elland Road, num empate a uma bola frente ao Leeds United. Após esse encontro, o treinador deu sinais públicos de tensão interna, sublinhando que via o seu papel como o de um gestor do clube e não apenas como técnico da equipa principal. “Não vou desistir. Farei o meu trabalho até que decidam mudar”, afirmou então, numa conferência de imprensa que agora ganha novos contornos.
Nos bastidores, o afastamento do treinador terá sido precipitado por divergências profundas com a hierarquia do clube, sobretudo em relação à política de transferências. Amorim acreditava que teria apoio na janela de Janeiro para reforçar o plantel, mas acabou por admitir que não existiam conversas em curso para mudanças no elenco. A situação deteriorou-se após críticas públicas ao departamento de recrutamento, que, segundo a imprensa britânica, minaram a confiança da direcção na continuidade do projecto.
Em comunicado oficial, o Manchester United justificou a decisão com a necessidade de dar à equipa “a melhor oportunidade de terminar a época com a classificação mais elevada possível”. O clube agradeceu ainda a contribuição do treinador português e desejou-lhe sucesso no futuro.
A passagem de Amorim por Old Trafford ficou marcada por críticas à sua rigidez táctica, nomeadamente pela insistência no sistema 3-4-3, e por resultados irregulares. Apesar de um investimento significativo no mercado com contratações sonantes no ataque, o United não conseguiu uma recuperação consistente. O treinador venceu apenas 15 dos 46 jogos disputados na Premier League e falhou objectivos internos, num contexto de grande instabilidade estrutural.
Darren Fletcher, antigo médio do clube e actual técnico da equipa sub-18, foi nomeado treinador interino. A sua estreia acontecerá já na quarta-feira, fora de casa, frente ao Burnley. A direcção deverá aguardar pelo verão para avançar com a contratação de um novo treinador principal.
Com esta mudança, o Manchester United soma já dez treinadores, entre principais e interinos, desde a saída de Sir Alex Ferguson, em 2013, prolongando um ciclo de instabilidade que continua a marcar o histórico recente do clube.