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Famílias angolanas enfrentam conflitos no lar em Portugal

Famílias angolanas enfrentam conflitos no lar em Portugal
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Líderes religiosos do Ministério Pentecostal Emanuel realizaram, no sábado, 31 de Janeiro, em Lisboa, um encontro de apoio espiritual destinado a famílias angolanas residentes em Portugal que enfrentam conflitos conjugais e dificuldades de adaptação à nova realidade social e económica.

A iniciativa, denominada “Bálsamo que Cura”, teve como principal objectivo orientar casais emigrantes que atravessam crises no lar, marcadas por desentendimentos frequentes, falta de diálogo e, em alguns casos, separações e episódios de agressão.

Conforme apurou o Jornal de Angola, o encontro surgiu em resposta aos inúmeros pedidos de ajuda feitos por homens e mulheres angolanos que, após deixarem o país, passaram a enfrentar sérios desafios no casamento e na convivência familiar.

Segundo a apóstola Margarida Costa, responsável pela congregação, a mudança de ambiente e o estilo de vida em Portugal têm contribuído para o agravamento dos problemas conjugais.

“Existem muitos casais que saíram de Angola bem estruturados, mas que, ao chegarem aqui, acabaram por se separar. Pessoas que antes se entendiam hoje vivem em constantes conflitos”, afirmou.

A líder religiosa explicou que o propósito central do evento foi restaurar os lares à luz dos princípios cristãos, promovendo o diálogo e o equilíbrio no matrimónio.

“Pregamos o evangelho de Cristo e mostramos que, sem ele no centro do casamento, torna-se difícil caminhar, sobretudo numa terra estrangeira”, sublinhou, em declarações ao Jornal de Angola.

O encontro contou ainda com a participação do bispo Júlio Costa, que se dirigiu de forma particular aos homens, defendendo uma visão cristã equilibrada sobre o papel masculino na família.

De acordo com o bispo, muitos homens ainda mantêm uma concepção distorcida de liderança no lar, assente na rigidez, na arrogância e no machismo, factores que têm contribuído para o aumento dos conflitos conjugais, informação igualmente confirmada ao Jornal de Angola.

A organização garantiu que iniciativas semelhantes deverão ser realizadas noutras cidades de Portugal, com o objectivo de fortalecer as famílias angolanas emigrantes e reduzir os problemas domésticos.

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Marcelino Vasconcelos

Líderes religiosos do Ministério Pentecostal Emanuel realizaram, no sábado, 31 de Janeiro, em Lisboa, um encontro de apoio espiritual destinado a famílias angolanas residentes em Portugal que enfrentam conflitos conjugais e dificuldades de adaptação à nova realidade social e económica.

A iniciativa, denominada “Bálsamo que Cura”, teve como principal objectivo orientar casais emigrantes que atravessam crises no lar, marcadas por desentendimentos frequentes, falta de diálogo e, em alguns casos, separações e episódios de agressão.

Conforme apurou o Jornal de Angola, o encontro surgiu em resposta aos inúmeros pedidos de ajuda feitos por homens e mulheres angolanos que, após deixarem o país, passaram a enfrentar sérios desafios no casamento e na convivência familiar.

Segundo a apóstola Margarida Costa, responsável pela congregação, a mudança de ambiente e o estilo de vida em Portugal têm contribuído para o agravamento dos problemas conjugais.

“Existem muitos casais que saíram de Angola bem estruturados, mas que, ao chegarem aqui, acabaram por se separar. Pessoas que antes se entendiam hoje vivem em constantes conflitos”, afirmou.

A líder religiosa explicou que o propósito central do evento foi restaurar os lares à luz dos princípios cristãos, promovendo o diálogo e o equilíbrio no matrimónio.

“Pregamos o evangelho de Cristo e mostramos que, sem ele no centro do casamento, torna-se difícil caminhar, sobretudo numa terra estrangeira”, sublinhou, em declarações ao Jornal de Angola.

O encontro contou ainda com a participação do bispo Júlio Costa, que se dirigiu de forma particular aos homens, defendendo uma visão cristã equilibrada sobre o papel masculino na família.

De acordo com o bispo, muitos homens ainda mantêm uma concepção distorcida de liderança no lar, assente na rigidez, na arrogância e no machismo, factores que têm contribuído para o aumento dos conflitos conjugais, informação igualmente confirmada ao Jornal de Angola.

A organização garantiu que iniciativas semelhantes deverão ser realizadas noutras cidades de Portugal, com o objectivo de fortalecer as famílias angolanas emigrantes e reduzir os problemas domésticos.

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