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O Estado angolano decidiu avançar com um investimento de 449 milhões de euros destinado a criar infra-estruturas estruturantes em zonas costeiras consideradas estratégicas para o desenvolvimento do turismo, numa acção orientada para a diversificação da economia e a captação de investimento privado.
O pacote financeiro contempla intervenções no Pólo de Desenvolvimento Turístico de Cabo Ledo e em várias áreas do litoral sul e centro do país, incluindo a Baía das Pipas, Sacomar, Baía do Tômbwa e Baía dos Três Irmãos, no município de Moçâmedes, assim como a Baía do Quicombo, no Cuanza-Sul.
A decisão governamental encontra respaldo nos despachos n.º 32/26 e 33/26, que autorizam a realização da despesa e viabilizam a contratação simplificada para a concepção e execução das obras. As intervenções incidem sobre infra-estruturas públicas básicas, nomeadamente acessos rodoviários, sistemas de água e saneamento, fornecimento de energia, telecomunicações e iluminação pública.
Segundo informações do Ministério do Turismo, o investimento enquadra-se na aplicação do Planifica Turismo, instrumento de ordenamento aprovado em 2025, que define linhas de actuação para organizar o crescimento do sector e tornar os territórios turísticos mais funcionais, seguros e atractivos.
A aposta do Executivo passa por antecipar o investimento público como forma de eliminar bloqueios estruturais que têm condicionado a instalação de empreendimentos turísticos. O financiamento é assegurado pelo Banco Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFG), no quadro de uma estratégia que procura reduzir os custos de entrada e os riscos para investidores privados.
A tutela do Turismo refere que existe um volume significativo de intenções de investimento por parte de operadores nacionais e estrangeiros, cuja concretização tem sido travada pela ausência de condições infra-estruturais mínimas. Com a execução destas obras, o Governo espera criar um ambiente mais favorável à implementação de projectos turísticos de grande escala.
Os efeitos esperados incluem a geração de emprego, o estímulo às economias locais e a melhoria das condições de vida das populações residentes nas áreas abrangidas, num modelo que privilegia o desenvolvimento sustentável e a valorização equilibrada do território.
O reforço da aposta no sector tem contribuído para a projecção internacional de Angola como destino emergente. Em 2025, o país foi distinguido pelo Global Tourism Forum como Melhor Destino de Investimento Turístico, reconhecimento que reforça a confiança dos investidores nas reformas em curso.
Com este investimento de 449 milhões de euros, o Governo procura consolidar um corredor turístico ao longo da costa, estruturando o território, valorizando as praias e baías nacionais e posicionando Angola de forma mais competitiva no mercado turístico internacional.
O Estado angolano decidiu avançar com um investimento de 449 milhões de euros destinado a criar infra-estruturas estruturantes em zonas costeiras consideradas estratégicas para o desenvolvimento do turismo, numa acção orientada para a diversificação da economia e a captação de investimento privado.
O pacote financeiro contempla intervenções no Pólo de Desenvolvimento Turístico de Cabo Ledo e em várias áreas do litoral sul e centro do país, incluindo a Baía das Pipas, Sacomar, Baía do Tômbwa e Baía dos Três Irmãos, no município de Moçâmedes, assim como a Baía do Quicombo, no Cuanza-Sul.
A decisão governamental encontra respaldo nos despachos n.º 32/26 e 33/26, que autorizam a realização da despesa e viabilizam a contratação simplificada para a concepção e execução das obras. As intervenções incidem sobre infra-estruturas públicas básicas, nomeadamente acessos rodoviários, sistemas de água e saneamento, fornecimento de energia, telecomunicações e iluminação pública.
Segundo informações do Ministério do Turismo, o investimento enquadra-se na aplicação do Planifica Turismo, instrumento de ordenamento aprovado em 2025, que define linhas de actuação para organizar o crescimento do sector e tornar os territórios turísticos mais funcionais, seguros e atractivos.
A aposta do Executivo passa por antecipar o investimento público como forma de eliminar bloqueios estruturais que têm condicionado a instalação de empreendimentos turísticos. O financiamento é assegurado pelo Banco Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFG), no quadro de uma estratégia que procura reduzir os custos de entrada e os riscos para investidores privados.
A tutela do Turismo refere que existe um volume significativo de intenções de investimento por parte de operadores nacionais e estrangeiros, cuja concretização tem sido travada pela ausência de condições infra-estruturais mínimas. Com a execução destas obras, o Governo espera criar um ambiente mais favorável à implementação de projectos turísticos de grande escala.
Os efeitos esperados incluem a geração de emprego, o estímulo às economias locais e a melhoria das condições de vida das populações residentes nas áreas abrangidas, num modelo que privilegia o desenvolvimento sustentável e a valorização equilibrada do território.
O reforço da aposta no sector tem contribuído para a projecção internacional de Angola como destino emergente. Em 2025, o país foi distinguido pelo Global Tourism Forum como Melhor Destino de Investimento Turístico, reconhecimento que reforça a confiança dos investidores nas reformas em curso.
Com este investimento de 449 milhões de euros, o Governo procura consolidar um corredor turístico ao longo da costa, estruturando o território, valorizando as praias e baías nacionais e posicionando Angola de forma mais competitiva no mercado turístico internacional.