
Menos de meia hora após o início da 68.ª edição dos Grammy Awards, Kendrick Lamar já tinha garantido um lugar definitivo na história da música. O rapper norte-americano tornou-se o artista de rap mais premiado de sempre, ao ultrapassar o recorde anteriormente detido por Jay-Z.
Lamar chegou à cerimónia de 2026 com nove nomeações e saiu com 27 estatuetas, depois de somar várias vitórias tanto na pré-estreia não televisionada como durante a gala principal. Até então, o recorde pertencia a Jay-Z, com 25 prémios Grammy.
O artista venceu o Grammy de Melhor Álbum de Rap com GNX, distinção anunciada logo no início da noite. Ao longo da cerimónia, arrecadou ainda os prémios de Gravação do Ano por Luther, Melhor Canção de Rap por TV Off, Melhor Performance de Rap Melódico por Luther (com SZA) e Melhor Performance de Rap por Chains & Whips, do grupo Clipse, onde participou como artista convidado.
Com estes feitos, Kendrick Lamar tornou-se também o primeiro rapper a vencer duas vezes o prémio de Gravação do Ano e o primeiro artista masculino de rap a conquistar o galardão em anos consecutivos.
Durante o discurso de aceitação do prémio de Melhor Álbum de Rap, Lamar manteve o tom discreto que o caracteriza. “Não sou bom a falar de mim, mas expresso-me através da música. É uma honra estar aqui”, afirmou, antes de sublinhar a longevidade da cultura hip-hop. “O hip-hop vai estar sempre aqui. Estaremos de terno, com a nossa gente e com a cultura connosco.”
O rapper fez ainda questão de elogiar os restantes nomeados, incluindo Tyler, The Creator, Clipse, Pusha T e Malice, reforçando o espírito de união dentro do género.
A consagração nos Grammy surge após um início de ano marcante para o artista. Em 2025, Kendrick Lamar foi o primeiro rapper a actuar como atração principal, a solo, no intervalo do Super Bowl, um dos palcos mais visíveis da indústria musical mundial.
No ano anterior, Lamar já tinha dominado a cerimónia com o tema Not Like Us, vencedor de cinco prémios, entre os quais Gravação do Ano e Canção do Ano.
Aos 38 anos, Kendrick Lamar consolida-se como uma das figuras centrais da música contemporânea, elevando o hip-hop a um patamar histórico nos Grammy Awards e reafirmando o seu impacto cultural para além das estatísticas e dos recordes.
Menos de meia hora após o início da 68.ª edição dos Grammy Awards, Kendrick Lamar já tinha garantido um lugar definitivo na história da música. O rapper norte-americano tornou-se o artista de rap mais premiado de sempre, ao ultrapassar o recorde anteriormente detido por Jay-Z.
Lamar chegou à cerimónia de 2026 com nove nomeações e saiu com 27 estatuetas, depois de somar várias vitórias tanto na pré-estreia não televisionada como durante a gala principal. Até então, o recorde pertencia a Jay-Z, com 25 prémios Grammy.
O artista venceu o Grammy de Melhor Álbum de Rap com GNX, distinção anunciada logo no início da noite. Ao longo da cerimónia, arrecadou ainda os prémios de Gravação do Ano por Luther, Melhor Canção de Rap por TV Off, Melhor Performance de Rap Melódico por Luther (com SZA) e Melhor Performance de Rap por Chains & Whips, do grupo Clipse, onde participou como artista convidado.
Com estes feitos, Kendrick Lamar tornou-se também o primeiro rapper a vencer duas vezes o prémio de Gravação do Ano e o primeiro artista masculino de rap a conquistar o galardão em anos consecutivos.
Durante o discurso de aceitação do prémio de Melhor Álbum de Rap, Lamar manteve o tom discreto que o caracteriza. “Não sou bom a falar de mim, mas expresso-me através da música. É uma honra estar aqui”, afirmou, antes de sublinhar a longevidade da cultura hip-hop. “O hip-hop vai estar sempre aqui. Estaremos de terno, com a nossa gente e com a cultura connosco.”
O rapper fez ainda questão de elogiar os restantes nomeados, incluindo Tyler, The Creator, Clipse, Pusha T e Malice, reforçando o espírito de união dentro do género.
A consagração nos Grammy surge após um início de ano marcante para o artista. Em 2025, Kendrick Lamar foi o primeiro rapper a actuar como atração principal, a solo, no intervalo do Super Bowl, um dos palcos mais visíveis da indústria musical mundial.
No ano anterior, Lamar já tinha dominado a cerimónia com o tema Not Like Us, vencedor de cinco prémios, entre os quais Gravação do Ano e Canção do Ano.
Aos 38 anos, Kendrick Lamar consolida-se como uma das figuras centrais da música contemporânea, elevando o hip-hop a um patamar histórico nos Grammy Awards e reafirmando o seu impacto cultural para além das estatísticas e dos recordes.