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No coração da Marginal de Luanda, o Centro de Ciência de Luanda volta a transformar o seu emblemático imbondeiro num palco vivo de cultura e memória. Já no próximo sábado, 28 de Março, às 17 horas, acontece a 21ª edição do “Estórias no Imbondeiro”, desta vez com um olhar especial sobre os jogos tradicionais angolanos.
A sessão abre com o jogo “Eko”, uma prática ancestral originária da província de Benguela, criada pelo povo Ovimbundu. Disputado entre 10 a 20 participantes e com duração média entre 30 a 40 minutos, o jogo promete envolver o público numa dinâmica colectiva que resgata gestos, regras e cumplicidades de outros tempos.
Depois da energia do jogo, o ambiente abranda para dar lugar às palavras. O animador científico Felisberto Candele junta-se ao escritor José Luís Mendonça para conduzir uma viagem por contos tradicionais que atravessam gerações. Entre as histórias seleccionadas estão “O Velho e o Cão”, “O Lobo e a Cabra do Mato”, “Uma Mulher Pobre”, “A Mulher dos Beiços Compridos a Arrastar pelo Chão”, “As quatro Raparigas e a Velhinha” e “O Leão e a Lebre”.
A experiência é enriquecida com provérbios em Kimbundu, Umbundu e Kikongo, reforçando a diversidade linguística e cultural do país. A música também marca presença, com a participação do marimbeiro Ferraz António, que entrelaça sons tradicionais com o universo narrativo da sessão.
Com entrada gratuita, mas lugares limitados, o evento encerra às 19 horas com uma projecção de videomapping, dependendo das condições climatéricas.
Realizado no último sábado de cada mês, o “Estórias no Imbondeiro” afirma-se como um espaço de encontro entre gerações, onde a oralidade, o jogo e a música se cruzam para preservar e celebrar as raízes culturais angolanas, com especial enfoque na sensibilização dos mais jovens para o valor da tradição.
No coração da Marginal de Luanda, o Centro de Ciência de Luanda volta a transformar o seu emblemático imbondeiro num palco vivo de cultura e memória. Já no próximo sábado, 28 de Março, às 17 horas, acontece a 21ª edição do “Estórias no Imbondeiro”, desta vez com um olhar especial sobre os jogos tradicionais angolanos.
A sessão abre com o jogo “Eko”, uma prática ancestral originária da província de Benguela, criada pelo povo Ovimbundu. Disputado entre 10 a 20 participantes e com duração média entre 30 a 40 minutos, o jogo promete envolver o público numa dinâmica colectiva que resgata gestos, regras e cumplicidades de outros tempos.
Depois da energia do jogo, o ambiente abranda para dar lugar às palavras. O animador científico Felisberto Candele junta-se ao escritor José Luís Mendonça para conduzir uma viagem por contos tradicionais que atravessam gerações. Entre as histórias seleccionadas estão “O Velho e o Cão”, “O Lobo e a Cabra do Mato”, “Uma Mulher Pobre”, “A Mulher dos Beiços Compridos a Arrastar pelo Chão”, “As quatro Raparigas e a Velhinha” e “O Leão e a Lebre”.
A experiência é enriquecida com provérbios em Kimbundu, Umbundu e Kikongo, reforçando a diversidade linguística e cultural do país. A música também marca presença, com a participação do marimbeiro Ferraz António, que entrelaça sons tradicionais com o universo narrativo da sessão.
Com entrada gratuita, mas lugares limitados, o evento encerra às 19 horas com uma projecção de videomapping, dependendo das condições climatéricas.
Realizado no último sábado de cada mês, o “Estórias no Imbondeiro” afirma-se como um espaço de encontro entre gerações, onde a oralidade, o jogo e a música se cruzam para preservar e celebrar as raízes culturais angolanas, com especial enfoque na sensibilização dos mais jovens para o valor da tradição.